Capítulo 14: acordo

1055 Palavras
Max, era definitivamente a descrição viva de alfa. -Uou, ele claramente parece o s*********y da lancha numa versão um pouco mais bronzeada. Maria, encarava ele como se ele fosse um pedaço de carne. -Ele tem essa vibe eu acho... Não queria pensar sobre as últimas observações, e o gosto peculiar dela. A medida que íamos nós aproximando, a aura dele ia se intensificando. Agora gene meu que era vampiro tentava se ativar, eu tinha que me concentrar para não deixar a transformação sair e revelar que eu era um vampiro. Não ainda. -Você é mais novo do que imaginei. Max usava uma blusa de couro preto, que dava a ele um ar juvenil. -É o que todos dizem. Mas não vim aqui para falar da minha pele de bebê. Eu ri fraco. -Max, estou aqui por negócios. Eu abri a maleta cheia de dinheiro em cima da mesa. -Que serviço valeria um milhão de dólares? -Antes de saber do serviço, eu preciso saber se você não vai atacar a gente antes de conversarmos direito. -Okay, tudo bem. Você tem minha palavra. -Eu quero a permissão de ficar e atuar no território de vocês. -No nosso território? Com isso você quer dizer... -No seu território, preciso da sua p******o como alfa. Max percebeu que era mais sério do que um simples assassinato. Ele ficou surpreso com a menção a palavra "alfa", mas logo se recuperou. -Porque você precisaria da minha p******o? Ele acendeu um charuto com um cheiro de tabasco, que incomodava muito meu olfato. -Eu sou um vampiro fora da lei. -Você? Um vampiro? Ele se curvou em nossa direção. Como se tentasse detectar alguma mentira. Eu deixei meu genes se ativarem, logo senti meu corpo ferver. Em surpresa, os outros em volta entraram em posição de ataque. Eles queriam brigar. Mas uma batalha agora não era algo que estava nos meus planos. Olhei para Maria que disfarçadamente pegou um outro fraco de sua bolsa e atirou no chão espalhando uma cheiro de camomila adocicado com uma fumaça cor de rosa. Logo, alguns capangas caíram no chão, sobrando apenas Max, e os lobisomens mais fortes. -Esses idiotas caíram para um truque barato como esse? Max, perguntou para um cara ué possuía a mesma idade que ele. -Chefe, acho que não se fazem mais lobisomens como antigamente. -Haha, tem razão. Acho que devíamos levar essas crianças para fazer um acampamento de treinamento... Mas agora, o que um sanguessuga filha da p**a está fazendo no meu território? Seus olhos ficaram amarelos, e ele apertou meu pescoço com sua mão direita. Eu poderia lutar, mas meu objetivo aqui agora é outro. -Como eu disse, eu sou um sem lei, os Vad. estão atrás de mim. -E o que te faz pensar que eu vou te proteger deles? -Dinheiro. - Garoto, desde que aquela v***a veio pra cá, nós não nos enfrentamos diretamente. E não tem dinheiro no mundo que vai me fazer enfrentar eles. -Eu só quero permissão para caçar no seu território, e preciso que vocês criem uma distração. -Garoto... -25 milhões. -Garoto, eu não vou me arriscar... Ele parecia querer o dinheiro. Diferente dos vampiros que estão acumulando dinheiro a séculos, os lobisomens não viviam eternamente e por isso a quantidade de dinheiro muda de acordo com o alfa. Alguns alfas se metiam com tráfico e se davam bem, outros faliam. -Chefe... Eu apertei o pulso dele com força fazendo-o soltar meu pescoço. Eu deixei minha aura sair e enchi o ambiente. Podiam sentir meus olhos ficando vermelhos. -Eu tenho plano, e você precisa do dinheiro. E com sorte você tem a chance de m***r alguns dos seus velhos inimigos. Max, sorriu. Ele mais que qualquer um odiava o clã Vlad. ***** * * -Então, agora que eu sei que tem um cara querendo me m***r, e que ele está aqui... O que a gente faz a seguir? Eu estava aliviado que Ni-ki estava comigo, e me protegendo. Mas mesmo assim, ainda existia uma pequena angústia que insistia em ficar no meu coração. -Eu vou fazer alguns feitiços de p******o e vou te dar algumas pedras de maana enfeitiçada. Também devemos fazer isso na sua casa e na sua família. Hari mexia, em um baú grande repleto de joias. Estávamos em um quarto, repleto de ferramentas e antiguidades, aqui era onde ela trabalhava, e fazia feitiços. -É mais o que? - e você vai ficar com o Ni-ki como sempre, e talvez agora que sua afinidade está melhorando você consiga usar alguns feitiços básicos. -Ei, o que quer dizer com isso? Eu sou humano. -Todo ser vivo possui mana, a força dela vária com a pureza de seu sangue. Mas uns feitiços básicos, talvez você consiga fazer "magia humana". -Magia humana? -Sabe, essa que só te permite manipular e não criar. -Eu não sei. -Ah, mais tarde eu explico. Ela pegou um colar com um diamante azul, e se aproximou de mim. -Sammy, a muito tempo atrás. Eu tive um amigo, o nome dele era samie. No aniversário dele, eu ia dar esse presente para ele... Seus olhos estavam vazios. Como se faltasse um pedaço. -Eu queria que ele ficasse bem, queria que passássemos a eternidade juntos, como grandes amigos. Mas... Hari fitava o nada enquanto lágrimas escorriam pelas suas bochechas rosadas. Era errado pensar que aquela imagem era quase uma obra prima? -Hari, eu sinto muito... -Não sinta... Tem tanto tempo, mas acho que ainda sinto falta daquela pessoa. -Ele foi especial? -Ele foi meu primeiro amigo. -Deve ter doído muito... não sei o que seria de mim se algo acontecesse com o Niki... -Doeu, doeu tanto que eu queria morrer... Mas o Harry estava lá comigo. E assim como Samie foi meu primeiro amigo, Harry foi meu primeiro e ú-co amor, minha luz no fim do túnel. Eu sorri, eles eram tão felizes e se amam pela eternidade. Um dia eu acharia alguém que me fizesse sentir coisas assim? -Sammy, eu quero que você fique com isso. -Tem certeza? -Sim. -Eu e o Niki não vamos te perder de novo. Ela disse em um sussurro. -Ninguém vai me perder, eu vou ficar bem. -Okay. Ela me abraçou. Naquele momento eu pensei que talvez ela e Niki estavam escondendo mais coisas do que pareciam, mas algo me dizia que eles não deviam me dizer.
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