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722 Palavras

Depois de tanto fogo no quarto, a gente não se contentou. Queria mais. Queria sentir o gosto um do outro em cada canto da casa. Saímos do quarto, ainda colados, pele com pele, e fomos parar na sala. Ele me puxou pro sofá, me jogou lá com cuidado e veio por cima, me devorando com beijos e toques. O clima tava pegando fogo de novo, o mundo lá fora não existia, só nós dois... Até que... CRASH! A porta da sala se abriu de vez com tudo, batendo na parede com força. — QUE p***a É ESSA AQUI?!?! — a voz do Digão explodiu no ambiente, grossa, autoritária, fazendo até o chão tremer. 😱🔊 Nós dois congelamos na hora. Tipo, estátuas. Kaique estava por cima de mim, eu com as pernas em volta da cintura dele, os dois praticamente nus, só cobertos por um lençol que a gente pegou pelo caminho.

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