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900 Palavras

Eu já tinha entrado no carro, já tinha dado partida, mas aquele homem... ah, aquele homem tinha o dom de me tirar do sério. E de me fazer parar o carro também. Digão apareceu na janela do meu lado, batendo de leve no vidro, com aquela cara de cachorro sem dono que ele sabia fazer tão bem. Abaixei o vidro devagar, suspirando alto, já sabendo que conversa ia ser essa. — Me deixa entrar, Jasmin... por favor. Só dez minutinhos. — pediu, a voz meio rouca, meio suplicante. — Você não cansa não, Digão? — perguntei, cruzando os braços e olhando pra ele com frieza. — Já conversamos sobre isso. Não dá mais. — Eu sei que errei, princesa. Sei que te prometi coisas que não cumpri. — ele abriu a porta do carro e entrou mesmo sem eu convidar, invadindo meu espaço. O cheiro dele invadiu tudo de nov

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