Alemão
Eu estava no meu cafofo, me sentindo um pouco frustrado. Eu havia tido um problema e não tinha como resolver, as vezes deixar nas mãos de terceiros era torturante, mas não tinha jeito, a minha cabeça estava a prémio, e o meu morro era a minha torre.
Chamei algumas vadias* da favela e algumas das putas* mais gostosas que conhecia. Eu só queria gozar e sentir o prazer do sexo.
Comecei a fumar e a beber, deixando as nossas inibições de lado. As putas* se juntaram mais a mim, e eu comecei a me sentir mais relaxado. Eram todas lindas, cada uma com o seu próprio estilo e jeito de fazer as coisas. Eu não conseguia me decidir qual delas queria primeiro.
Finalmente, escolhi uma morena com s***s grandes e uma b***a* que me deixou louco. As morenas me ganhavam. Ela começou a me beijar na virilha* e tocar o meu corpo, e comecei a me sentir ainda mais e******o.
A peguei por trás, agarrando a sua cintura e empurrando o meu p*u* dentro dela com força. Eu a comi de quatro. Sentando em seguida enquanto outra cavalgou em cima de mim, quando enjoei, chamei uma loira e a fodi* de lado. Ela estava tão molhada que o meu p*u* deslizava facilmente dentro dela. Era uma v***a* mesmo.
Enquanto estava trançando* ela, outras putas* estavam se chupando*, todas sedentas por um minuto comigo, querendo um pouco do meu malote e da minha p***a*.
Depois, eu escolhi outra p**a* e comecei tudo de novo. A noite foi longa, quente e cheia de prazer. Eu gozei* várias vezes e finalmente me senti relaxado e satisfeito.
Era rotina, não sempre, mas levar apenas uma já não me satisfazia mais, até tinha umas mais reservadas, mas tinha algum tempo que eu as deixava de lado, se não começavam a ficar muito emocionadas.
São 4:00 da manhã e eu acabo de pagar as putas* que estiveram comigo esta noite. Estou indo para casa, no alto do morro, onde moro com a minha mãe e irmã. Eu sei que muitas pessoas pensam que bandidos têm casas de luxo, mas essa é uma ideia falsa. O meu sobrado pode não ser o mais luxuoso, mas é o suficiente para aconchegar as duas mulheres mais importantes da minha vida.
Claro, eu preferiria que elas estivessem em outro lugar, mas elas insistem em ficar aqui comigo. O meu pai morreu na linha de frente do morro, lutando contra a pacificação que se instalou na região. Sabemos que a polícia só quer propina, é só molhar a mão deles e eles ficam mais fáceis do que as vadias* que eu acabei de deixar.
Eu chego em casa e vou direto para o banheiro. O cheiro daquelas putas* ainda está grudado em mim e eu preciso tirá-lo antes de dormir. Ligo o chuveiro e deixo a água quente cair sobre o meu corpo. Fecho os olhos e me deixo levar pela sensação de limpeza.
Acordo pouco antes das oito da manhã e me arrasto da cama para pegar um energético gelado na geladeira. O sabor amargo me acorda de vez e eu faço minha higiene matinal, tomando um banho rápido para me livrar do cheiro da noite anterior.
Visto uma bermuda larga e uma camiseta sem mangas e vou para a cozinha, onde minha mãe e minha irmã Nanda já estão preparando o café da manhã. Dou um beijo em cada uma delas, dizendo "bom dia" em voz baixa, pois não quero acordar os vizinhos.
— Você não dormiu em casa essa noite, filho? — pergunta a minha mãe, com uma expressão de preocupação.
— Não, mãe. Fiquei trabalhando até tarde. — respondo, tentando parecer o mais natural possível. A minha mãe sabe o que eu faço para ganhar a vida, mas prefiro não dar muitos detalhes para não preocupá-la.
Nanda, por outro lado, está mais interessada em saber dos meus negócios.
— E aí, mano, como foi a noite? Fez bons negócios? — pergunta com um sorriso malicioso.
— Sim, consegui vender toda a mercadoria. — respondo, dando de ombros. A minha irmã sabe que os meus assuntos e negócios não diz respeito, ela só tem que usufruir, e é o que ela faz de melhor.
— Eh.. — ela da uma espiada para ver se nossa mãe está longe. — você sabe quando o Carioca volta? — travo meu maxilar, coçando o queixo, esses dois precisam ir logo pras ideias, porque não to afim de ver a minha mãe sofrendo.
— Nanda, ou tu escolhe ficar na linha por bem, ou por m*l, papo reto. — passo a visão pra ela bolado com as merda* que ela se mete.
Carioca além de ser meu braço direito sei que não é flor que se cheire, confio nele porque estamos no mesmo barco, por destino ou carma, o pai dele era sub, e morreu no mesmo confronto que o meu coroa, com 22 anos tínhamos controle de boa parte criminosa de uma das cidades mais influentes do Brasil, do mundo, a sensação do poder prevalece.
Mas vem as obrigações e todos os pesos do dinheiro.
Enquanto tomamos café da manhã, discutimos sobre os acontecimentos recentes no morro, e as novidades da comunidade. Minha mãe não gosta muito desse assunto, mas não diz nada. Ela sabe que é uma realidade presente em nossas vidas.
Depois do café, vou para a varanda, onde fico observando a cidade enquanto fumo um cigarro. É um momento de paz antes de voltar ao trabalho, antes de enfrentar mais um dia de risco e adrenalina. Mas essa é a vida que escolhi e não me arrependo.
Saio da minha casa, subo ao topo do morro, onde fica a minha base de operações. O sol já está alto no céu, e eu sei que tenho muito trabalho pela frente. Antes de sair, pego uma garrafa de água e uma barra de cereal para o meu lanche da manhã. Quero terminar logo.
Caminho pelas ruas estreitas e tortuosas do morro, cumprimentando os moradores que passam por mim. Alguns lugares não entram motos. É sempre bom manter uma boa relação com a comunidade, pois eles são os nossos olhos e ouvidos quando se trata de lidar com a polícia.
Finalmente chego à primeira boca de fumo. O gerente já está me esperando e me entrega uma sacola com dinheiro. Eu verifico rapidamente se está tudo ali e agradeço ao gerente. Ele me diz que não teve nenhum problema durante a noite e que tudo correu bem.
Continuo o meu caminho, passando por mais algumas bocas de fumo. Em cada uma delas, recebo o faturamento do dia anterior e verifico se está tudo certo. É um trabalho rotineiro, mas que precisa ser feito para garantir que tudo esteja em ordem.
Geralmente é Carioca quem o faz, mas com a sua ausência, não tem outra pessoa tão boa pra função.
Estou inquieto enquanto espero na boca, olhando para o meu celular sem sinal. Eu sei que os lugares onde fabricamos drogas são isolados e o sinal é r**m, mas Carioca já deveria ter retornado. Começo a andar de um lado para o outro, impaciente. Pergunto aos gerentes se eles ouviram alguma notícia, mas ninguém sabe de nada.
Começo a imaginar o pior: a polícia o capturou ou algum rival o pegou. Talvez tenha se perdido ou seu carro tenha quebrado. Ou quem sabe ele decidiu fazer uma parada para negociar algo e acabou perdendo a noção do tempo.
Decido esperar mais um pouco antes de tomar qualquer decisão. Acendo um cigarro e olho para o relógio, já se passaram duas horas desde que ele deveria ter retornado. A minha mente começa a se encher de pensamentos negativos, imagens de Carioca capturado pela polícia ou pior, morto por um rival.
Era sempre um problema quando saímos do morro, mas algumas obrigações não dava para terceirizar.