Capítulo VIII

1183 Palavras

     O celular vibrou persistente, tive vontade de arremessa-lo contra a parede. A cabeça pesada insistia que eu deveria dormir por pelo menos, mais cinco minutos. - alô – respondi ainda de olhos fechados. - Lyra minha filha, o que aconteceu com você? – minha mãe pareceu aflita.     Abri os olhos acordando em um pulo de minha demência. As paredes claras de um quarto desconhecido, foram tomando forma diante de meus olhos. Meu estomago revirou. Eu ainda estava na casa do cliente. - Lyra... - mãe – respondi quase em um cochicho – passei a noite na casa da Margo, mas já estou chegando em casa – garanti desligando o celular.      Eram onze horas da manhã e eu estava sem calcinha, rodando como uma barata tonta, sem saber o que fazer para sumir dali. Passei uma agua no rosto e a maquia

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