CAPÍTULO 05

4332 Words
Depois de darmos muitas risadas e tomarmos conhaque juntos, eu e meus primos vamos para casa. Eu vou direto ao banho, pois preciso relaxar. Fico, por um tempo, sentindo a água escorrer pelo meu corpo, lembrando-me dos poucos momentos que tive com a mulher que não sai da minha cabeça. Suspiro, pensando que mesmo que Eric use de falsa preocupação, está certo de alguma forma: eu nem ao menos sei se ela sente algo por mim, e dizer que a quero para ser minha senhora Pasini é loucura. s**o o**l é tudo que tivemos, e mais nada. Quer dizer... Teve o beijo na cozinha. Esmurro a parede. Que m***a se tornou tudo isso! Já estava difícil respirar com as lembranças da minha mamma sangrando nos meus braços, e agora caí de quatro por uma garota que m*l conheço, que é filha, sobrinha e neta de homens que, de inimigos, passaram a ser meus amigos. (...) Agora estou com um terno e sapatos pretos, fumando um charuto e tomando uma dose de conhaque junto aos capos e patriarcas, quando vejo as senhoras se reunirem. Todas estão aqui, menos Layla. Quero perguntar onde ela está, porém não posso parecer tão obcecado. Suspiro quando a porcaria do meu celular vibra e eu percebo que é a i****a da minha falsa noiva me ligando. Tudo que sinto são minhas mãos formigando para estrangular essa chantagista do c*****o. Não a atendo, pois não suportaria ouvir sua voz. Reparo como Kalita fica nervosa depois de falar discretamente ao telefone. — Problemas? — perguntei, tentando saber se aconteceu algo com sua prima. — Não. Era apenas Robert dizendo que está com saudade. Amanhã mesmo irei vê-lo. Volto a atenção para o meu conhaque e charuto. A pessoa responsável pela minha falta de paz, minha insônia, minha insanidade e pelo meu corpo arder toda vez que a olho, está entrando na sala, rindo com Andressa, mamma de Micaela, e Darlene. A garota sorri para todos e depois fica ao meu lado, olhando Darlene irritar Eric. Observo a porcaria que ela está usando e, discretamente, puxo seu braço, vendo-a sorrir. — O que foi?  — Vá trocar de roupa! — ordenei. — Está nua, p***a! — Analiso seu vestido preto, curto e com uma f***a que mostra uma de suas virilhas. É de manga longa, porém tem uma a******a na frente, no abdômen. Eu a viro rapidamente de costas e ela acha graça, então reparo que a m***a da sua roupa fica mais curta ainda na b***a. — Vista outra coisa! — Por quê?  — Porque estou mandando. — respondi zangado. — Acontece que não manda em mim. Mas, respeitando o fato de eu ser apenas uma hóspede, como você disse ontem e eu ouvi, irei me trocar. — Olha para a sua b***a. — Na verdade, irei porque esse tecido está dando coceira no meu bumbum. — Seja pelo que for, vá! Ela franze o cenho e vai. Quando penso que vou respirar aliviado, Layla volta com uma m***a de vestido curto. Ele não tem decote, mas, nitidamente, ela está sem sutiã. Além disso, é justo até a sua perfeita cintura. Nem seus lindos cabelos soltos escondem como são redondos os seus maravilhosos e apetitosos montes. Parecem que eles sacolejam a cada passo seu. Vou ao seu encontro e a puxo para uma pequena saleta, apertando seus montes. Ela geme. — Por que se entrega assim a mim? — questionei, tentando entender o que ela quer comigo. — E, por que busca por mim? — devolveu com calma. — Não sei. Ela respira profundamente e sai do cômodo, deixando-me tenso. Não posso deixá-la sozinha, no entanto preciso colocar a cabeça no lugar. Layla não é qualquer virgem, é a herdeira de Matteo e de Miguel. Assim como eu, sei que ela tem leis a cumprir. E até saber se realmente estará disposta a enfrentar tudo para ficar ao meu lado, inclusive o fato de eu continuar noivo da v***a mexicana, não terei como a fazer minha mulher, como realmente quero. Matar Nivea, o pai dela e conseguir outro político com a influência dele para colocar panos quentes na situação e evitar que a polícia e alguns Narcos, que são inimigos, descubram que estamos agindo no México, território deles, não será fácil. Se descobrissem, haveria uma guerra por disputa de território ou teríamos que começar tudo outra vez. Corruptos existem aos punhados, mas se tem uma coisa que valorizo é a fidelidade, e não posso negar que o pai da mexicana é um dos aliados mais fiéis que tínhamos. É como um cão obediente. Terei que tramar a morte dele muito bem, assim como a de Nivea, para não gerar suspeitas. Afinal, como ele é um homem importante em seu país, a polícia irá investigar suas mortes certamente. E, por mais maluco que eu esteja por Layla, preciso me lembrar que tenho uma família para proteger e uma guerra para evitar. Com certeza, devo ser sensato. Fui eu quem enchi a cara e fiz m***a. Levo as mãos aos cabelos, desconsolado, e saio porta a fora, vendo a baixinha arrancar seu próprio carro, um Bugatti igual ao meu. A diferença é que o dela é preto e o meu é cor de chumbo. Também reparo em como os homens da Beijo da morte são ágeis e seguem rapidamente atrás dela. Já na entrada da boate, todos riem e conversam, inclusive ela. Noto seu jeito alegre. É uma garota feliz e animada. Ainda fala umas coisas que nem acredito. Por incrível que pareça, gosto disso. Logo percebo olhares desejosos em sua direção. Já para as senhoras, que também possuem belezas extraordinárias, os homens abaixam as cabeças e não as olham. Sabem que elas pertencem à máfia Pasini. Imagino Layla entrando comigo no local e todos os filhos da p**a abaixando a cabeça. — Layla, querida! Espere! — meu pai a chamou. Observo a mulher de tirar o fôlego de qualquer um parar e esperar pelo meu papà. Ele a oferece o braço e ela faz algo que odeio: puxa Andressa e coloca o braço dela em volta do braço dele. Não gosto de ver alguém no lugar da minha mamma. Noto também que ela cumprimenta muitas pessoas na entrada, inclusive homens. Já no camarote da famglia, as senhoras se soltam enquanto os senhores bebem. Eric parece bem animado, Andressa mais quieta, e Odete ri; já Layla gargalha alto de algo que elas falam. Logo meu primo se junta à conversa. Eu, curioso e sem querer deixar minha tentação sozinha, aproximo-me deles. — Do que estão rindo? — Eric perguntou. — De um rapaz que estava aos beijos com uma moça que estava de vestido. Quando o coitado levou as mãos para o meio das pernas dela e viu que ela tinha bolinhas como ele, saiu desesperado. — Layla ri alto. — E, como sabe que ela é ele? — perguntei, sem entender. — Conheci Shane em uma balada em Tóquio. Como ela estava precisando de trabalho, eu a levei para a Jordânia comigo, onde foi treinada. Hoje é a folga dela. Quando está trabalhando, veste-se como menino, então eu a chamo de muralha. — Quer dizer que conhece ele? — Enciumado, olho bem para o cara. — Ele nem é tão musculoso assim, para o chamar de muralha. Malditamente, ela se vira de frente para mim e toca em meu rosto, levando-me a sentir uma corrente elétrica. Noto em seus olhos que ela não se sente diferente de mim. Mas, para o seu bem, afasto sua mão. Vejo-a me olhar com tristeza. — Sim, eu a conheço. E para ser chamada de muralha, não precisa ter músculos, e sim suportar ser jogada para fora de casa por ser gay e passar por tudo que passou. Ela é a minha fofa grandona. Respeite-a! Sentindo uma coisa que não sei o que é ou não quero admitir o que é, saio do local e vejo uma linda morena pedindo passagem aos seguranças. Gesticulo com a cabeça para que a deixem passar e vou ao encontro dela. A mulher é maravilhosa, mas não é a que quero. Antes que eu possa mandá-la sair de perto, Eric se aproxima e, logo atrás dele, vem Layla, Odete e Andressa. — Sai! — mandei, sem paciência. A garota, sendo esperta, vai. Eu volto a olhar para a mulher que m*l conheço e que não sai da minha cabeça. Ela dança, ri e bebe. Logo outras pessoas se juntam a eles e ela passa a rebolar, dançando como uma s****a profissional. Basta isso para os meus pés se moverem sozinhos até sua direção. Só sinto que posso matá-la aqui, sem pestanejar. Eu paro na frente dela e a vejo fechar o sorriso. Nitidamente, está chateada. Só que mesmo brava, dança ao meu redor de forma estranha, como se estivesse marcando território, totalmente enciumada. Divertindo-me com isso, fico tragando meu charuto e bebendo, com as pernas abertas, enquanto ela praticamente roça em mim. — O que está fazendo? — perguntei alto o suficiente para ela ouvir. — Estou parecendo uma lagartixa com câimbra. — Nós gargalhamos juntos. A gata ri com as mãos na barriga, parada em minha frente, depois empina a b***a e vai dançando na direção da garota morena. É a minha vez de franzir o cenho. Quero entender o que essa maluca pretende fazer. Quando a danada chega bem na frente da menina, move os quadris e simplesmente arremessa o traseiro contra ela, fazendo-a cair sentada. Eu caio na gargalhada ao ver as senhoras e os senhores se juntarem a nós, rindo. Já a pestinha mais linda do mundo leva as mãos à cintura e olha f**o para a moça, que tenta ficar em pé. — O que foi isso? — indaguei ao pé do seu ouvido. — Na verdade, essa foi a primeira vez que fiz isso. — Faz uma pausa e olha nos meus olhos, deixando-me salivando pelos seus beijos. — Vou chamar de “traseirada espanta galinha”. Rio novamente, até Eric estragar tudo. Sempre o Eric. — Está com ciúme de um homem que não é nada seu. — criticou. Layla me encara com seus olhos inundados de lágrimas. — Vai ter sua namoradinha. — avisou chorosa. — Layla... Ela ergue uma mão, não parecendo mais abatida, e sim maléfica, depois dá a mão para a mulher, ajuda-a a ficar em pé e lhe pede desculpa na maior cara de p*u. Ainda passa o braço em volta do dela. A morena, sem entender nada, aceita. Layla a convida para ficar conosco e logo diz que precisa ir ao banheiro. A i****a vai com ela, que lança um olhar mortal para mim e outro para Eric. — Sabe que ela vai aprontar, né? — Kalita ri. — Não quero nem ver. Após alguns minutos, Fred gesticula na direção oposta da que ela foi. — É melhor ver isso. — Ele ri. Olho abismado para o local, vendo Layla chamar a moça como se chamasse um cão. A garota está descabelada, toda molhada e com papel higiênico pendurado nela e em seus sapatos. Quando chega perto, noto que fede. — Tome sua namoradinha! — disse irritada. — Não tem o direito de brincar com meus sentimentos. Tome essa daí! — Olha para Eric. — Dividam! Eu a deixei cheirosinha para vocês dois. Eu abro a boca e ela dá um passo para trás. Logo cai sentada no colo de outro, acionando o meu pior. Tudo piora quando a vejo sorrir e pedir desculpa ao homem, que lhe oferece bebida. Layla a pega e dá para a moça que ela deixou como um lixo. Eu a puxo com brutalidade e aperto sua face. Neste momento, meu papà leva uma mão ao meu ombro. Na nossa máfia, isso quer dizer “pare”. — Chega de sorrisinhos e deixe de ser sonsa! Se fosse menos desatenta, não teria caído no colo de outro. Ela olha com mágoa para mim e eu alivio a mão. — Não faça isso! Brinca com meu amor e depois m*l olha para mim. Você me trata como se eu fosse um ioiô e agora me machuca. Não é meu namorado. E sonsa, eu sou mesmo, por achar que sentiu algo bom por mim. — Esquiva-se. — Vou matá-lo. — ameacei o rapaz pálido. — Mate! — Dá de ombros. — Ele é f**o mesmo. E você... — Encara a moça, que a olha com medo. — Posso ir? — a garota pediu. — Claro. — Sorri. — Arrumei até carona para você, miglis. — seu tom foi de deboche. — Vou de táxi. — Deixe de ser m*l-agradecida! — Empurra a moça contra o rapaz pálido. — Está aí, Alonso, o pacote completo. Agora, deixe-me em paz! Quero aproveitar a noite. E não conte comigo para voltar ao Complexo hoje! Porque vou ficar na festa até amanhecer. — Não me desafie! — E eu lá desafio alguém? Sou livre e desimpedida. Aceite, que dói menos! Ou assuma o “B.O.” e se declare logo para mim! Nem venha dá uma de Luca e Fred, as margaridas arrependidas que não sabiam se aceitavam que estavam apaixonados ou ficavam naquela de “Ai! Eu amo” e “Ai! Como me apaixonei de repente?”. O amor não marca hora, não, Alonso, mas é como uma planta: se não for cuidado, morre e dá lugar a outro. — disparou, deixando todos de boca aberta. — Ela é jovem, mas tem uma mente bem resolvida e adulta. — Micaela comentou. As senhoras vão até ela e todas começam a beber cerveja em um barril. Para isso, a s****a planta bananeira. Ao redor da ordinária, Kalita evita que ela mostre tudo. Tento ir até lá, mas Fred me dá um conselho antes. — Primo, eu fiz Kalita chorar muito antes de tomar jeito e assumir o meu amor por ela. Não fique se perguntando como pode ter se apaixonado se m*l a viu e a conhece! Comigo foi assim. Eu vi minha morena amarrada e fiquei com t***o. Na verdade, era muito mais: era amor. — Sabe a m***a que fiz. — falei com pesar. — Vamos te ajudar a sair dessa. Até lá, abra o jogo com Douglas e Matteo! Eles sabem que ela já foi sua e estão esperando uma atitude de honra da sua parte. E, aproveite sua mulher! Sim. Porque Layla é sua, como Kalita é minha. Só um cego não vê. Não deixe precisar vê-la sofrer e chorar, para depois assumir o seu amor. É possessivo sim, mas é amor. Não imagina como ainda me doí todas as vezes que me lembro das lágrimas da minha mulher... Lágrimas que eu causei. E se acredita que se afastando até resolver tudo, ela não vai sofrer, está errado. Ela vai, pois está apaixonada por você e acredita em amor à primeira vista. Sei disso porque a ouvi conversando com a prima. Tem mais uma coisa: eu amo a minha morena, mas admito que ela é fogo na roupa. Se Kalita perceber que tem algo errado, vai atiçar Layla a meter chifres em sua cabeça. E vê-la beijar outro vai fazer seu peito rasgar de dor, como foi comigo. Falando nisso, vou m***r Kalebe. Eu havia me esquecido. — Ouça seu primo! Segure-a por perto! Layla é diferente das senhoras e o mundo roda sem parar. — mio papà me aconselhou. Sem falar nada, vou até a pinguça e a vejo comemorando porque bebeu mais do que os garotos que estavam em volta dela. Quando os senhores cercam ao redor de mim, percebo a tensão nos homens. Eu puxo Layla para mim e ela acaba derramando cerveja na minha camisa. Se tem uma coisa que adoro nela é seu olhar de menina arteira. A danadinha abre minha camisa, lambe meu peito e, quando eu seguro firmemente em seus cabelos, fecha os botões sem pressa alguma. — Vai acabar na minha cama se continuar assim. — falei ao seu ouvido. — Não podemos. Além de você não assumir o que sente por mim, sei que também tem leis para seguir. E não quero que fique comigo porque cumpre mandamentos. — Quando eu a fizer minha, será porque não poderei mais guardar o que estou sentindo. — confessei sem muito jeito. Layla sorri e começa a dançar colada em meu corpo. Eu solto seus cabelos, viro uma garrafa de conhaque no gargalo e levo as mãos à sua cintura, deixando-a sentir o estado rígido em que me deixa. Ela fica rubra, entretanto não para o que está fazendo. Gosta de me atiçar. Estou fascinado com isso, com meu imã... Meu delicioso imã. As minhas mãos passeiam pelo seu corpo e ela parece gostar disso. Eu também estou gostando. Até que provo a maldita dose de “sei lá o quê” acompanhada de uma dose do que jamais imaginei que um homem como eu, sempre seguro de mim, experimentaria. Sou um homem enlouquecido por uma menina agora, e essa loucura me trouxe insegurança. Desço uma mão pelo seu corpo, prendendo-a contra mim, e com a outra mão aperto levemente o seu lindo e frágil pescoço. O que era para lhe amedrontar, desperta em seus olhos a luxúria, a mesma que ela me mostrou quando chupei sua linda bocetinha. — Quem mais, além de mim, tocou em você deste modo? — Deslizo meus dedos do seu pescoço até a sua deliciosa i********e, invadindo sua minúscula calcinha. Trinco os dentes, sentindo meu p*u rígido feito uma rocha. Minhas bolas deixam claro o quanto preciso gozar onde remexo meus dedos. Enquanto isso, Layla geme, permitindo que sua excitação molhe minha pele. Eu sorrio e ela me surpreende com uma pergunta crucial e a resposta que tanto ansiei. — Nunca me permiti ser tocada por ninguém além de você. E você? Ficou com outras depois daquele dia? — Muitas. — fui sincero. Descubro que sinceridade causa problemas quando te faz perder a sanidade ao ponto de ficar correndo atrás de uma mulher chateada. Discretamente, Layla se desprende dos meus braços. Aproveitando isso, lambo os meus dedos, tentando m***r um pouco da minha sede por ela. O que só piora o meu estado de desespero para meter meu p*u dentro dela e a ter gozando para mim. A danada vai rumo ao bar e eu vou atrás dela, reparando que, no trajeto, muitos homens a analisam com cobiça. Um dos meus seguranças vem até mim. — Sanches, espalhe pela boate que Layla é minha mulher! — mandei ele mentir, sabendo que isso irá acarretar um problema. Afinal, ela não é uma mulher comum, é filha do Miguel. Quando os três cabeças da máfia Beijo da Morte souberem disso, irão querer arrancar meu p*u. — Senhor... E se a família dela descobrir? — É pago para obedecer, não perguntar. Ele vai cumprir minhas ordens. E eu, que achei que Layla não percebia os olhares masculinos, vejo-a olhar com desconfiança para os homens que rapidamente desviam os rostos da direção dela. Ela dá de ombros, senta-se no bar e pede algo. Eu paro atrás da enfezada e o barman se n**a a atendê-la quando me vê. Tudo está indo bem: Layla não irá beber mais e vai para casa comigo. De repente, meus planos fracassam. Sou surpreendido com ela pulando o balcão e pegando o que bem entende. Ainda a ouço mandando cobrarem de mim. Dou risada e me sento na sua frente. — Saia daí e se sente aqui! — Eu bato nas minhas pernas e ela franze o cenho. — Não sou uma das suas namoradinhas. — revidou enciumada. — Nunca namorei. — Acendo um charuto. — Não? — Pula de volta, deixando-me puto com sua falta de pudor. — Dá para parar de mostrar o r**o? — Deixe o povo ter uma visão das coisas realmente boas da vida! — zombou, servindo uma dose de conhaque para mim e água tônica para ela. — Se fosse minha namorada, jamais usaria essas porras curtas. — Está com ciúme, capo Alonso? — Sorri. — E se eu estiver? — respondi, condenando-me. Sim, porque isso foi uma afirmação. — Não sou nada do senhor. Portanto, mocinho, pare de impedir que outros homens desejem estar comigo! — Trinco o maxilar. — Fique aqui, bem quieto! Eu vou chacoalhar o esqueleto. Ela sai e eu passo a desejar esganá-la. Fico tentando buscar a p***a do meu orgulho e a m***a do controle que pouco havia em mim, mas que desapareceram assim que conheci a caçula de uma máfia da famiglia que antes era inimiga. Sem a d***a de controle nenhum, não aguento e vou ao encalço do demônio de saia. E lá está ela, requebrando com as senhoras. Coisa que, nitidamente, deixa os senhores incomodados. Eu me junto a eles e olho Layla sorrindo para mim. Nesse sorriso vejo meu mundo sendo iluminado. Outras mulheres se aproximam de mim e começam a puxar assunto comigo e com o Eric. Eu falo com elas, a fim de ver qual será a reação de Layla dessa vez, e logo tenho a melhor e a pior das visões. Primeiro, ela tenta a mesma técnica de antes, no entanto eu seguro a garota, evitando sua queda. Então, a mafiosa puxa uma cadeira sedutoramente quando começa a tocar a p***a de uma música sensual e se senta nela com as pernas fechadas, de frente para mim. A desgraçada abre as pernas bruscamente e passa as mãos nelas, subindo-as lentamente até alcançar os s***s. Engulo em seco. Quando olho para Eric, ele se vira de costas rapidamente. Analisando meu arredor, não noto nenhum olhar masculino se atrevendo a ir na direção dela, a não ser o meu. Muitas mulheres a observam com inveja e outras com curiosidade, mas as senhoras a olham com orgulho. Layla rebola, levanta-se, coloca um pé em cima da cadeira e volta a remexer o quadril de uma forma que me deixa muito mais insano. Novamente, abre as pernas. E apesar do seu vestido curto, ela não exibe a total visão de sua feminilidade, levando uma mão até a frente da i********e. Em seguida, ergue as duas pernas, chacoalha os lindos cabelos e separa as lindas coxas. Quando avanço nela, ela pula em meus braços e eu a seguro, acomodando muito bem as mãos em sua b***a perfeita. Inclinando a coluna para trás e ficando ereta, deixa sua delicinha em cima da minha “rocha” e rebola em cima dela. Trinco a mandíbula e aperto os dentes. Eu seria capaz de gozar aqui. Também vejo a luxúria explodindo em seus olhos. Assim que ela cola seus s***s em meu peito, eu levo uma mão aos seus cabelos e gemo baixo. Os nossos lábios estão entreabertos e seu quadril se move de forma depravada em cima daquilo que está implorando para se enterrar nela. Meu corpo entra em total desespero para gozar quando ouço seu gemido manhoso. A garota terá um o*****o aqui mesmo, sem ao menos sentir minha língua ou ser penetrada. Sei que estamos nos expondo demais. — Alonso! — sua voz saiu como um choramingo. — Eu sei. — Beijo-a. Layla contrai mais as coxas enquanto eu invado sua boca e nossas línguas exploram cada centímetro do interior um do outro. Nosso beijo está quente e nossa respiração ofegante. De repente, sinto uma mão pesada em mim. É o patriarca dos patriarcas. — Os dois, para o camarote agora! — ordenou antes de ir embora. Layla salta do meu colo. Apesar de ser atrevida, está rubra e totalmente envergonhada. — Vamos! — ordenei. Ela olha para as suas mãos, para as minhas e remexe em sua pulseira. Sei que espera que eu pegue em sua mão e, por incrível que pareça, também quero isso. Contudo, por um breve momento, sinto que estou a enganando, porque afinal, mesmo que de uma forma torta, estou noivo e não posso lhe oferecer nada. Não até dar um jeito na situação. Depois disso, eu a farei minha. Ao entrar no camarote, noto que ela olha com constrangimento para o patriarca. Eu suspiro e espero o que vai vir pela frente. — Desde quando chegaram aqui, estão provocando o ciúme um do outro. Estão gritando em códigos que querem t****r. Layla arregala os olhos e diz: — Tenha mais respeito, senhor “mandachuva”! Sem querer, cuspo o conhaque que acabei de saborear, devido à forma como a danada chamou o patriarca Arthur. — Cadê o seu respeito quando dançava daquela forma para o meu sobrinho? — Por acaso o senhor olhou? — Ela cruza os braços, esperando uma resposta. — Não. — negou exaltado. — Eu jamais faria isso com minha senhora e com minha futura sobrinha. — Não sei quem é sua futura sobrinha. — disse desconsoladamente, levantando as mãos em sinal de defesa. — Eu fiz aquilo porque o atrevido do seu sobrinho evitou a queda da oferecida. Então, quis mostrá-lo que ele não resiste a mim. Nem adianta ficar de papinho com as ordinárias. E tem mais: se essa boate fosse minha, aqui teria uma placa bem grande escrita “Proibida a entrada de oferecidas”. — Menina, eu desisto. — Arthur falou e saiu. Eu a puxo pelo braço. Ela não sabe, mas odeio quando alguém tenta controlar meus atos. — Dançou daquele modo apenas para esfregar na minha cara que meu p*u fica duro por você? Não acha que foi muita pretensão? — Ela abre a boca. — Venha aqui! Vai provar do próprio veneno. — Puxo-a de volta para o meio da pista. Quando começa a d***a de uma música lenta, ela se aninha ao meu peito e, pela primeira vez, sem muito jeito, danço algo assim, vendo a famiglia embasbacada. Estou contente por tê-la em meus braços. Queria lhe dar o troco, mas, em vez disso, ela gostou de ficar agarrada a mim. Essa garota enche o meu peito de felicidade.
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