Tatá Narrando Sabia que a Mariana não era daquelas de abaixar a cabeça. Desde que ela chegou, mesmo assustada, dava pra ver uma firmeza nos olhos que não combinava com vítima. Ela não era de ficar calada, mesmo sabendo que não podia levar a voz, que pisar na bola com o Sanguinário era brincar com fogo. A gente que convive com ele há anos sabe: ele não é gente, é uma força da natureza com raiva crônica. Mas a mina sempre foi decidida. Agora, botar fogo no sofá onde o arrombado tava comendo p**a na casa dele? Foi o auge. Apesar de que, se fosse eu, tinha feito o mesmo. Tacava fogo e deixava o p*u quebrar. Ela foi esperta. Foi cautelosa. Foi "ingênua" só até onde precisava ser. Na hora certa, ela deu o troco e, com ele gritando que ela não era prisioneira, praticamente ganhou a carta de alfo

