Víbora Narrando Mano, a noite foi daquelas que fica marcada na pele e na cabeça. Tô aqui, de pé na boca depois de uma sequência de eventos que me deixaram com um sorriso b***a de canto de boca que não some fácil. Vamos por partes. Primeiro, a resenha. Curtir com as meninas – Tatá, Magia, Lili – é sempre terapia. Rir alto, dançar até o pé doer, falar merda sem filtro. É nosso ritual. E dessa vez, a cereja do bolo foi a Mari. Ver aquela menina, que chegou aqui com cara de passarinho assustado, soltando a franga, rindo de verdade… deu um quentinho no peito. Foi por ela, mas no fim, foi por nós também. A gente precisava daquilo. E fazer o Sanguinário engolir a pulga de deixar ela sair foi a vitória extra. Mas a noite mesmo, a que vai ficar rodando na minha memória quando eu tiver velha e ap

