Capítulo 83 Víbora

1486 Words

Víbora Narrando Entrei, olhei pra trás e piscei pra ele. Ele corou e desviou o olhar. Homem fácil. Deixei a moto no pátio e fui até a porta da casa. Abri e entrei. O silêncio dentro era diferente. Mais limpo, mais… cuidado. E aí, do corredor, a Mari apareceu como um furacão assustado, quase batendo de frente comigo. – AI! – O grito dela ecoou. Eu segurei o susto e soltei uma risada. – Calma, Mari! Sou eu! Que que tá pegando? Ela pôs a mão no peito, ofegante. – Você me mata do coração, Vanessa. Parei. Vanessa. O nome que quase ninguém usa. Um sorriso maior abriu no meu rosto. – Olha só, já tá me chamando de Vanessa? Ela pareceu perceber, botou a mão na boca, os olhos arregalados. – Desculpa, Víbora! – Tem nada não, pode pô – falei, genuinamente tocada. – Como é que foi a madru

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