Sanguinário Narrando Manø, minha cabeça tá um lixø. Só lembro da boca macia dela grudada na minha na garagem, o gosto doce dela misturado com cerveja e uma vontade do caralhø de fazer o que eu nunca fiz: entrar fundo num lugar que não conheço. A Mariana. A pørra da Mariana virou um fantasma que me assombra até acordado. E o pior? O fantasma é gostoso pra caralhø. Saí da casa dela com o corpo todo elétrico, a moto parecia que ia voar sozinha. Precisava sair dali. Precisava me afastar. Mas pra onde? Casa? Vazio. Galpão? Trabalho. Mas trabalho com essa cabeça cheia de mina? Nem fødendo. O tesãø tava tão grudado nas veias que eu nem conseguia pensar direito. Parei na beira da rua principal, peguei o celular. Tinha um contato salvo como “Cabaré do Paulão”. Um pegado que tem uma casa no asfa

