"O que foi?", perguntei levando o pedaço de pão à boca.
"Priscila foi presa!".
Aquilo caiu como uma bomba no meu estomago, Renzo Junior estava sozinho, o pão quase não desceu, levei o copo de água a boca e dei um generoso gole para descer tudo, "Como aconteceu isso?".
"Segundo Killer, descobriram um pequeno arquivo de voz no computador de Píer... Ele grita pedindo socorro e depois o disparo!".
Estremeci, o ar faltou e comecei a ofegar, Nigel ficou ao meu lado rapidamente, se abaixando para ficar a minha altura, "Me desculpa falar assim, mas... você iria ficar sabendo de uma forma ou de outra!".
Agarrei seus braços e o olhei cheia de dor e lágrimas prontas para derrubar, "Ela confessou que matou Píer!".
Nigel confirmou com a cabeça, "Eu não sei bem do caso, mas á apertaram e parece que surgiram novas evidencias... E"... Nigel me olhou, "Dereck está completamente isento disso, ela disse que nunca foi para a cama com Dereck, que foi boatos por serem amigos e seu namorado!".
"Píer... ele era tão bom!", chorei ali mesmo, eu ainda sentia sua falta e sua perda, ele não merecia morrer desta forma, mas as peças estavam se encaixando devagar e aos poucos, eu tinha esperanças de que a justiça seria feita uma hora ou outra. "E o menino?".
"Está com uma tia mais velha do pai de Priscila, ele está sendo bem cuidado!", Nigel sorriu e procurou meus olhos, "Vamos!?... Não fique assim?".
"Eu vou ficar bem", disse secando os olhos com o guardanapo que ele me estendeu.
O almoço foi tranquilo e de lá seguimos caminhos diferentes, eu com carro blindado e com dois seguranças ao meu lado e mais um que sempre levava a arma em mãos e Nigel foi para sua empresa, era um excelente marido, não me atrapalhava nos negócios e nem dava palpites e nem me controlava e ia a todos os eventos comigo, e todos morriam de amores por ele, Nigel era simpático e sabia demonstrar o quanto me amava e como éramos parecidos e como divertíamos nesses eventos e me fazia rir, dançar, ele era tudo de bom na minha vida.
O Jantar com Dr. Smith foi tranquilo, praticamente falamos sobre a Fundação Portman e refizemos a planilha juntos e discutimos sobre o natal e a distribuição de alimentos e brinquedos, e sobre meu afastamento assim que ganhasse o bebê, ele assim como eu estava ansioso para o nascimento, disse que estaria ao lado de Nigel para dar uma força.
***
Passava creme na minha perna esquerda quando Nigel entrou, minha coxa estavam a mostra e descobertas e grossas por estarem inchadas pela gravidez, mas eu estava num momento mais belo da gravidez e eu estava adorando, agora eu via esperança em segurar meu bebê nos braços, e não sentia mais medo de olhar para a carinha dela e ver Dereck na minha frente, o amor que Nigel tinha por ela seria o suficiente para ver Nigel nela. Nigel deslizou na cama a traz de mim e se juntou, pegou o creme e espalhou nas mãos e começou a passar nas minhas costas, eu amava quando ele fazia isso, depois ficava um tempo passando o nariz para sentir o cheiro, ele baixou a alça da minha camisola para passar nos meus ombros, aquele toque desejoso por minha pele me fez sentir desejo por ele, tombei a cabeça para o lado para dar acesso ao meu pescoço, ele me beijou e gemeu ao sentir o perfume, eu sabia o quanto ele queria estar dentro de mim, minha bebê ficou quietinha de repente, talvez dando a permissão para nos amar, lentamente deixei a camisola escorregar, a ultima vez que ele me viu nua, foi na academia Crave Maga depois que transamos, depois disso não deixei que ele me visse sem a camisola, meus seios ficaram expostos, ele levou a mão para frente, e deslizou os dedos pelo meu tórax e apertou de leve meus seios puxando o ar pela boca, aquele toque me deixou arrepiada e me encostei nele empinando o seio e forçando em sua mão para segurá-lo com vigor.
"Ah!... Tem certeza que você quer fazer isso agora?". Nigel mordiscou minha orelha e falou baixo cheio de desejo.
"Eu quero!... Você não?", minha mão foi a sua nuca e puxei seu cabelo de leve, ele gemeu ao sentir meu aperto.
"Quero!", disse ele me levando para me deitar na cama e me ajeitar como podia, sua boca se encontrou com a minha e nos beijamos com urgência, sua língua devorando a minha boca e procurando meu gosto, suas mãos massageavam meu seio e ele desceu a boca até meu mamilo e provocou com a língua esfregando no biquinho enrijecido, puxei o ar com força sentindo aquela esfregação deliciosa, apertei seus braços, Nigel desceu beijando minha barriga e tirando minha calcinha, seus olhos estavam ardendo em chamas, ele tirou a minha calcinha com facilidade e me abriu e de vagar me abocanhou, eu quase gritei de desejo, fazia tempo que não sentia uma boca quente em mim, comecei a arfar sentindo sua língua roçar meu clitóris e suas sugadas firmes e fortes, ele me chupava e gemia com o meu sabor, suas mãos apertavam minhas coxas, meu ventre se contraiu e eu gozei em silencio, apenas arfando e me torcendo, aquela língua estava mergulhada dentro da minha abertura e me massageava com vontade, gemendo e sentindo meu gosto.
Nigel tirou a roupa em um segundo e me virou de lado e devagar me penetrou, eu quase fui ao céu, Gemi como uma gata abrindo a boca e sentindo ele me preencher, "Porra!... Você continua apertada e gostosa!", Nigel beija meu pescoço roçando os lábios e metendo devagar em mim, levei a mão a sua nuca e procurei sua boca, nos beijamos
"Mais rápido Nigel!", pedi quase em um tom choroso.
"Calma baby!", ele grunhiu e começou a se movimentar com mais força e mais rápido, seu pau estava cada vez mais duro e mais inchado e suas estocadas pegavam no meu ponto mais sensível, eu tinha me esquecido de como eu gostava de fazer amor com ele, seu sexo era macio e tinha a cabeça larga, Nigel acelerou e eu gritei seu nome e gozei como uma gata, Nigel grunhiu e rugiu a traz de mim e gozou dentro de mim arfando e afundando o rosto nos meus cabelos e na minha nuca, eu sentia o calor de sua respiração no meu pescoço e só de sentir isso eu gozei mais uma vez e gritei novamente seu nome, meu ventre se contraia e se expandia com força, era tão bom sentir aquilo novamente e por alguém que eu amava, Nigel parou assim que se sentiu extasiado, ofegante me abraçou por traz beijando minhas costas e meus cabelos arfando e riu.
"Caralho... Achei que não tinha mais fim... você continua gostosa demais!".
Me ajeitei ao seu lado ofegante e deitei a cabeça em seu peito, "Me desculpe fazer esperar tanto".
"Foi ótimo... não precisa se desculpar e você tinha seus limites e eu tinha que respeitar isso!".
"Obrigada Nigel, mas não quero mais ficar sem sentir você dentro de mim".
Nigel sorriu e me abraçou me juntando mais nele, e dormimos agarradinhos, ele nu e eu de camisola, foi uma noite tranquila onde dormi a noite inteira sem ter pesadelos.