Don narrando
Caralho que merda foi essa ?
Precisei levantar na mesma hora e sair dali, bagulho doido, não sei o que deu em mim não, mas alguma coisa nela me chamou mais atenção do que deveria, eu não entendi essa p***a maneiro não. Quero puxar a ficha dessa mina toda, por mais que eu saiba que meu pai tenha tudo dela, eu tenho medo dela machucar ele, porque só eu sei o quanto o meu pai queria reencontrar essa mina. Ele nunca falava muito dela comigo, não sei se ele tinha medo de eu ter ciúmes ou algo assim, de eu me sentir deixado de lado, mas namoral, tem nem como. O que esse cara faz é já fez por mim não é qualquer maluco que faz não. E ela não vai afetar em nada na minha relação com o meu pai não, primeiro porque eu não vou deixar, e segundo porque eu vou ficar cada vez mais presente nessa casa até eu ver qual é a dela com meus pais.
Eu fui até a geladeira lá de dentro porque eu já não aguentava mais mexer no celular sem fazer p***a nenhuma, não aguentava mais arrastar a tela de um lado para o outro sem rumo porque eu não sei o que eu senti quando olhei pra essa mina.
Mano, a mina parece ter saído realmente de um conto de fadas, eu nunca vi uma p***a dessa, da onde ela surgiu ? Como isso é possível ?
Toda magrinha, com uns peitinho redondinho, b***a gostosa, baixinha, cabelo comprido, uma carinha de anja mas que deve sentar igual uma p**a, aqueles olhos dela, p***a… o olhar dela mesmo triste, era diferente, era mais forte, era intenso, tinha algo naqueles olhos que me prendia de uma forma que eu não conseguia nem respirar quando ela me encarava.
Eu só tô torcendo pra ela dormir o dia inteiro e realmente não sair dessa casa, eu não quero ouvir o povo comentando dela no pagode, ou o tempo inteiro falando dessa p***a. Não vou entender legal não.
— qual foi bebezao, tá boladinho porque viu que a mina é gata e tu não vai poder comer ? — a Helena já vem me irritar logo na primeira oportunidade
— tomar no cu tu não quer né ? — eu falo irritado pegando uma cerveja e ela dá risada
— tá nervoso amigo, se ficar puto e pior… — ela fala dando dois tapinhas na minhas costas — tua sorte que ela não tá maneira hoje, se não eu ia arrastar ela pro pagode comigo, botar ela lá no camarote e dançar a noite toda — ela fala e na hora me sobe uma raiva que eu não consigo controlar
Eu não entendi da onde veio esse ódio de dentro de mim só de imaginar a cena que a Helena falou
— namoral, teu irmão tem que voltar hoje, se não ele vai voltar pro teu enterro — eu falo com a garganta embolada de tanta raiva
— meu filho ? — o meu pai me chama e eu tento respirar e olhar pra ele — você tá bem ? Ta chateado comigo por conta da sua irmã ? — na hora que ele fala isso dá um estalo na minha mente e eu só vejo a Helena se engasgando com a cerveja e saindo rindo de chorar
— ela não é minha irmã, pai… e eu não tô chateado com o senhor, jamais estaria, não tem o porquê— eu falo respirando fundo e ele n**a
— claro que é, vocês dois são meus filhos e eu amo vocês iguais — ele fala e eu olho lá pra fora vendo ela conversar com a minha mãe enquanto comiam e via a cara de sonsa da Helena pra mim
Essa demonia me conhece direitinho, eu não preciso abrir a boca que ela e o Léo sempre sabem o que tá passando na minha mente, e eu não posso deixar me levar pela pilha dela de jeito nenhum.
Eu sabia o que o meu pai estava tentando fazer, ele não quer que eu sinta deixado de lado, eu entendo o lado dele, essa sempre foi sua maior preocupação em se aproximar dela, ou dela vir pro morro, e agora ela tá aqui, não tem pra onde fugir mais, e eu não ficaria com raiva dele por isso nunca. Eu amo o meu pai.
— pai, eu te amo. E tá tudo certo entre eu e o senhor — eu falo acalmando ele e vejo seus ombros relaxarem — mas a mãe dela morreu de que ? — eu pergunto e vejo ele fechar a cara de um jeito que eu conheço muito bem, e o sinal de uma merda grande
— tá muito estranho a morte dela, algo me diz que tem coisa por trás — ele fala baixo e tenta virar de lado pra mina lá não ver — ela passou m*l, foi pro hospital e morreu nos braços da sua irmã — cada vez que ele falava a palavra “irmã” me inflamava por dentro me causando repulsa — só que eu tô achando que tinha algo estranho aí, eu tô puxando a certidão de óbito dela porque não quero pedir a sua irmã — ele fala de novo fazendo eu estalar o pescoço incomodado — mas eu sei que tem alguma coisa por trás — ele fala e eu lembro que recentemente meu pai foi na direção da mãe dela, por ordem da minha própria mãe
— por que tu acha isso ? — eu tento me aprofundar no assunto pra ajudar ele ou entender essa p***a
Na hora a mina se levanta e vem na direção da cozinha e eu me calo e cutuco ele que para de falar
— pai, muito obrigada pela comida — ela fala parando na nossa frente e é automático eu começar a reparar nela inteira, meus olhos percorriam cada centímetro do seu corpo e minha boca se enche d’água na hora — eu vou subir e descansar um pouco, eu tô com muita dor de cabeça — ela fala e o meu pai concorda olhando pra ela
— se você precisar de algo é só nos chamar tá bom ? — meu pai fala e vai na sua direção abraçando ela e eles demoram ali naquele abraço
Ela some nos braços do meu pai, mas eu vejo nos braços dela marcas no seu pulso que não me agradam nem um pouco e só me deixam ainda mais em alerta
— bom descanso, Eduarda…— eu falo quando eles se afastam e ela só concorda com a cabeça e vida subindo as escadas e nesse momento eu nunca fiz tanta força na vida pra não olhar pra b***a dela na frente do meu pai
— depois a gente conversa disso, vamos comer…— meu pai me chama mas eu estava incomodado de ficar ali já
— vou ter que ir na boca resolver umas coisas e se eu continuar perto da Helena eu mato essa praga — eu falo e meu pai da risada
— vocês tudo parecem irmãos, tomara que a Duda se adapte eu quero muito ver vocês unidos — ele fala e eu só concordo coçando a cabeça — quando o Léo volta ? — ele me questiona já que meu parceiro saiu na missão de trazer umas cargas aí e umas drogas nova pra gente produzir aqui
— acho que hoje ainda, pai… — eu falo e ouço barulho lá em cima e só de saber que agora eu vou ter que encerar essa mina todo dia, ver ela pelo morro, isso começou a me irritar tanto que eu tinha que vazar daqui ou eu ia falar ou fazer alguma merda, eu me conheço
— vou ganhar pai, tenho que ver as coisas do pagode — eu falo e saio sem me despedir de mais ninguém
Eu precisava voltar a respirar, soltar o ar que nem sabia que estava preso desde a hora que eu topei com a Duda na ponta da escada. Bagulho mais sem lógica, eu nunca me vi assim na vida, e meu pai ficar falando toda hora que ela é minha irmã me deixou mais puto ainda…
Acionei umas putas e fui para a casinha abandonada, eu precisava aliviar a minha mente, e foi o que eu fiz. Passei o resto da tarde toda fudendo com três vagabunda, eu não conseguia parar, elas já estavam pedindo arrego, e eu metendo sem dó revezando elas, fazendo elas se chupar e toda hora minha mente ia naquela mina, eu não aguentava mais essa p***a, até que eu cansei, gozei m*l pra c*****o, as mina tudo fraca, tudo chata pra c*****o, botei pra ralar e me joguei por ali mesmo. Acabei dormindo e perdi a noção da hora, acordei com meu rádio apitando pra c*****o e eu já estava perdido sem nem lembrar onde eu estava de tanto que eu dormi.
— visão — eu atendo o rádio procurando o meu celular ali pela cama
— tô de volta, c*****o. Vai brotar no camarote pra me receber não minha p**a ? — eu ouvi a voz do leo e me joguei na cama achando o meu celular
— que horas são ? — quando eu olho era quase meia noite — c*****o, apaguei — eu dou um pulo assustado com o horário — marca 20 que eu tô colando — eu falo com ele e desligo o rádio
Pego minha moto acelero pra minha casa mesmo, tomo um banho, me arrumo rapidão e desço voado pra praça vendo que estava tudo lotado pra c*****o, do jeito que eu gosto. As p**a assim que me ver já começa a jogar na minha direção e eu só vou passando com meus seguranças fazendo a escolta. Não preciso de nada pra chamar atenção, cabelo na régua, cheiroso já faz o charme. Tanto que nem camisa eu coloquei, chinelo de dedo e bermuda, blusa jogado no ombro e o que elas gosta na cintura, a arma.
— p***a achei que já tinha me trocado — o leozinho fala assim que eu chego no camarote e tava lotado de p**a e a Helena já quase comendo a ruiva dela ali no camarote mesmo, essa praga tem um fogo no cu do c*****o
— vai se fuder, demorou pra p***a — eu falo e ele n**a puto
— vários bagulho pra te contar, mas primeiro quero saber do assunto mais comentado, e a irmã ? Gatinha mesmo ? Vamos virar família de vez ? — ele solta e já acaba com a minha noite antes mesmo de começar