As fechaduras estão clicando, está ficando cada vez mais fácil para mim. Quando vejo Marcos, até sorrio. Ele está sem camisa, mas tento fazer contato visual. Vejo que estou surpresa. Ele parece ter uma reação normal, mas por algum motivo dói. — Al, o que você está fazendo aqui? Ele fica com raiva. Ele agora parece assustado. Então, eu tenho que perdoar. Eu me aproximo. Quero alcançar os seus lábios. Ele não está acostumado com o fato de eu poder tomar a iniciativa, ele ficará feliz. Só que não tenho tempo de tocar a boca dele, uma mão repousa sobre o meu peito. Sugo o ar pelo nariz. Parece muito floral para mim. Abro os olhos e olho para Marcos. — Vamos embora hoje. Eu decidi. Ele fica ainda mais irritado. Aperta a mandíbula. Os nódulos estão brincando. Uma nova porção de adrenalin

