ANANDA Com um movimento, ele ergueu minhas pernas, fazendo com que me prendesse nele com meu desejo pedia. Meus dedos cravaram-se em suas costas, sentindo os músculos se contraindo, o calor de sua pele contra a minha. Ele me empurrou suavemente contra a parede, e a cada movimento, a cada toque, nossa conexão se tornava mais frenética, mais selvagem. Era como se o mundo lá fora não existisse mais, como se tudo o que importasse era o agora, o prazer e o desejo que nos consumia. A tensão aumentava, o ar estava denso e pesado com a intensidade do momento, e eu não queria mais fugir disso, não queria mais me esconder de algo que estava me consumindo. Ele estava em mim, mas eu sentia que me entregava por completo a ele, de uma forma em que não havia mais espaço para medos ou inseguranças. Ca

