bc

Meu padrasto traficante

book_age18+
443
FOLLOW
3.4K
READ
forbidden
HE
age gap
badboy
gangster
sweet
bxg
serious
love at the first sight
affair
like
intro-logo
Blurb

Hugo, mais conhecido como guerreiro, é um homem frio que nunca ligou para nada além do seu império e sua favela. Um homem forjado na guerra e no caos. Passou três anos preso após uma armação do próprio líder do comando. Ele retorna a sua favela disposto a eliminar todos aqueles que armaram contra si, com sangue nos olhos e sem nenhum amor no coração seu caminho cruza com o de sua enteada, Larissa. Uma menina doce que ele ainda não a conhecia, já que ela foi morar na sua casa enquanto ele ainda estava preso. Larissa perdeu o pai e se viu obrigada a voltar a morar com a mãe na favela, uma menina doce que carrega um segredo desconhecido, ela é o oposto de sua mãe, amorosa, meiga e humilde, que acabou de atingir a maioridade. Quando seus caminhos cruzam com o de seu padrasto surge um amor proibido, uma paixão incontrolável capaz de destruir laços, arrancar máscaras, e travar guerras inevitáveis. Será que esse amor resiste a uma guerra ? A diferença de idade se torna um problema quando duas pessoas tão parecidas cruzam o caminho uma da outra de maneira inesperada e inexplicável ?

chap-preview
Free preview
Capítulo 01
Larissa narrando Eu vim morar com a minha mãe a 3 anos, quando o meu pai morreu de infarto fulminante, foi horrível, eu sofri muito com isso, ainda mais que meu pai era o meu melhor amigo, um homem maravilhoso, íntegro, honesto e trabalhador. Nossa vida nunca foi cercada por luxo, nunca foi cercada de ostentação e grandes riquezas, bom pelo menos era isso o que eu achava. Nós tínhamos uma vida confortável, muito confortável pra falar a verdade, éramos só nós dois em casa, e ele saia cedo todos os dias pra trabalhar e voltava super cansado, nós tínhamos uma moça que trabalhava na nossa casa, cuidava de mim, cuidava de tudo, eu não cheguei a conhecer os meus avós paternos, apenas um tio meu que o meu pai não se dava bem, os dois brigavam muito e eu não entendia o porquê daquela guerra entre eles. Pra mim nunca fez sentido já que meu pai era apenas um trabalhador que lutava pra nos dar uma vida mega confortável. Eu tinha uma vida tranquila, normal, estudava de manhã, depois voltava pra casa fazia minhas tarefas e minha atividade favorita era ajudar a moça que trabalhava aqui, ela me ensinou a cozinhar e eu amava passar horas na cozinha com ela, amava fazer receitas novas, amava fazer a janta pro meu papai, ele amava comer minha comida, depois assistíamos filme e eu ia dormir. Nunca fui de muitos amigos na escola, eu sempre tive corpão desde nova, cabelão longo, preto, ondulado, cintura fina, quadril largo, tive s***s cedo, menstruei muito nova, sempre fui uma menina que chamava atenção dos garotos e isso despertava a ira das meninas da minha escola. Por isso eu sempre fui muito na minha, gostava das tarefas do lar mesmo não precisando fazer nenhuma, sempre fui muito estudiosa, e o meu sonho ? Ser advogada, mas da vara da família, trabalhista, eu amava estudar e ler sobre isso. Mas tudo mudou naquela noite, quando o meu pai estava em casa num pico de estresse horrível, e eu acordei de madrugada com o seu grito, mas não deu tempo, eu não consegui salvar meu pai… Suas últimas palavras foram ele me dando um número, falando que era da minha mãe, da mulher que nunca ligou pra mim, e me dizendo que o que tinha no cofre era meu, ele me disse a senha, meu nascimento, e disse que eu tinha que guardar aquilo como a minha vida até eu completar a maioridade, que eu não podia mostrar pra ninguém, que aquele era o meu futuro. Eu não entendi bem na hora, mas tudo perdeu o sentido quando ele morreu nos meus braços e eu não pude fazer nada… Foi desesperador, eu gritava clamando por socorro, eu implorava ajuda, estávamos nos dois em casa, e eu não sabia o que fazer, eu tinha só 15 anos, era uma menina, cheia de sonhos, e esperança e tive a minha vida virada naquela madrugada. Eu liguei pra polícia pedindo socorro, e liguei pra tia que trabalhava aqui em casa, rapidamente ambos chegaram, a polícia me encheu de perguntas, chegou logo em seguida a ambulância constatando o infarto do meu pai, e eu só olhava pra ele em desespero, eu tinha perdido o meu herói, eu tinha perdido o meu melhor amigo, o homem que cuidava de mim com tanto amor, que me mimava, que fazia de tudo por mim, que não media esforços pela minha felicidade, e eu não digo em nada material não, eu digo em presença, em afeto, amor. Todo ano nas duas férias da escola nós íamos viajar, cada vez um destino diferente, e eu lembro como nós dois dávamos risadas, brincávamos, sorriamos, eu não sabia como ia ser a minha vida sem ele, eu não fazia ideia de como eu ia seguir sem a minha base, o meu Porto Seguro, o homem que sempre que eu tinha dúvidas, medo, qualquer tipo de problema, ou tristeza, eu podia correr para os seus braços que eu encontraria paz, encontraria segurança, e o afeto que eu precisava. Agora eu não tinha mais nada disso, eu não sabia como seria o meu futuro, eu não sabia de mais nada, era difícil demais lidar com a perda da única pessoa que eu tinha como minha família, como meu lar, minha esperança — minha filha — meu tio entrou gritando e eu travei agarrada na tia que cuidava de mim — meu Deus o meu irmão, meu Deus irmão, você nao pode fazer isso comigo…— ele se jogou nos pés do meu pai e eu fiquei com uma sensação r**m quando vi aquela cena Porque eu sabia que eles estavam brigando muito, eu ouvia as discussões por dinheiro, herança, ações não sei de que, então aquela reação pra mim era muito estranha, porque eu não vou brigar com uma pessoa e depois ficar me jogando sobre o corpo dela né ? Não faz sentido. — aí minha sobrinha, o tio vai cuidar de você, eu vou ficar com você meu amor, eu vou te criar com todo amor — ele veio pra me abraçar e eu grudei na cintura da tua com toda força — ela vai comigo, não se preocupe — ela fala firme com ele, ela sabia mais do que eu, aquilo era nítido, e ela estava me protegendo de algo que eu ainda não sabia o que era, mas ela sim, e eu não queria ir com ele Eu não tinha afinidade com ele, com os filhos idiotas metidos a rico dele, com a esposa soberba dele, eu não tinha porquê ir pra lá, eu não ia me sentir bem — você não vai ficar com ela, ela é minha sobrinha — ele logo se alterou e os policiais se aproximaram de mim — eu não quero ir pra lá tio, eu quero ficar com a dona zefa, me desculpa tio, mas já tá sendo difícil, não me força ir pra lá…— eu pedi a ele que ficou puto, ele não aceitou, mas também ele não ia fazer uma cena na frente dos policiais — e sua mãe menina ? — o policial me perguntou sério me olhando — eu vou ligar pra ela amanhã, ela não morava com a gente, mas hoje eu quero ficar com a minha tia — eu peço sem largar dela Eu já estava abalada com aquela cena toda, já estava m*l, eu não queria pensar em nada agora, eu só queria um lugar que eu sabia que tinha aconchego — vai lá pegar suas coisas, filha, eu resolvo aqui com o seu tio e os policiais — ela falou me dando um beijo na testa e eu saí correndo direto pro quarto do meu pai Fui no cofre, coloquei a senha, peguei uma pasta enorme, uma de papel pardo, peguei tudo o que tinha ali colocando numa mala, deixei o cofre vazio, peguei dinheiro que tinha ali, eu não sabia o que eu poderia precisar e nem sabia que meu pai tinha aquele montante todo em casa, eu enchi uma mala e uma mochila de dinheiro e documentos, e quando ia sair dei de cara com a tia, meu tio e o mesmo policial — o que você tá fazendo aqui, minha sobrinha ? — ele veio na minha direção e eu chutei tudo para o meio das calças do meu pai que ficavam dependuradas e vi ele reparando em tudo — vim escolher uma roupa pro meu pai ser enterrado, não precisa ? — eu pergunto e a tia concorda rápido e para na frente de onde u tinha escondido as coisas — vai ser essa aqui — eu puxo a blusa favorita do meu pai que fui eu que dei, é uma calça que estava por cima, pra eu não mexer nas outras — precisa de algo mais ? — eu pergunto ao policial que n**a — eu vou pegar uns documentos no cofre — meu tio fala e eu congelo — não senhor, os documentos de identificação do falecido já foram dados, tudo o que está aqui vai para inventário, até lá vocês não podem mexer em nada — o policial foi firme e eu fiquei aliviada porque ele não poderia tocar naquele cofre ou ia descobrir que eu tinha tirado tudo Eu ainda não sabia o que tinha naqueles documentos, mas eu sabia que era importante demais, e eu era a primeira pessoa que tinha que ver aquilo, mais ninguém, afinal, era tudo do meu pai. Eu fui no meu quarto peguei uma mochila de roupas porque não sabia como iam ser os próximos dias, então eu peguei tudo o que pudesse precisar de emergência Naquela noite eu não vi mais meu tio, fui pra casa da tia que cuidava de mim, e eu não sabia, mas ela morava numa favela, e até então eu nunca tinha entrado em uma, mas também pra mim não tinha problema nenhum, eu só queria chorar e dormir, e foi isso o que eu fiz até o dia seguinte quando acordei com uma mulher sentada na beira da cama me olhando — minha filha…— ela veio me abraçando e eu olhei pra tia que estava na porta de cara fechada, e nada simpática — mamãe vai cuidar de você…— ela fala botando o meu cabelo atrás da orelha e eu não tinha reação nenhuma Eu não lembrava da minha mãe, e estar na sua frente de novo era estranho e muito desconfortável, mas agora era o que a vida tinha pra me oferecer, e eu tive que encarar mesmo que com medo, eu não tive outra escolha…

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

A Vingança da Esposa Desprezada

read
4.6K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

O Lobo Quebrado

read
127.0K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Menina Má: Proibida Para Mim

read
1.7K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook