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Entre nós, o CRIME

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Blurb

Será que o amor é capaz de vencer tudo ?!

Alícia e PH se conheceram em uma baile no complexo da penha, ela não imaginava que um dia iria se apaixonar e se entregar ao um traficante.

PH, aos dezoito anos foi preso e foi lá que se tornou melhor amigo do dono do Complexo da Penha.

Depois de cinco anos na tranca, ele volta ao complexo como gerente geral e homem de confiança do Talibã.

Mas ele não contava que iria se apaixonar pela irmã do cara.

Duas vidas diferentes

Um único destino…

O que será que o destino tem guardado para esses dois ?!

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Capítulo 1
PH narrando Cinco vivendo no inferno, cinco anos sendo maltratado nesse lugar.  E ainda tem gente que acha que nós vive na mordomia aqui dentro, mas ninguém sabe nós dormir um amontoado no outro. Um cúbico que pra quatro cabeças, dorme mais de quinze, sem contar a comigo que uma merda aqui dentro. Só comemos bem quando é dia de visita, minha coroa arregaça, só traz as paradas que gosto. Eu tô no nesse inferno desse já tem cinco anos e a única coisa boa foi que é hoje eu vou sair com um cargo de responsa lá Penha. Bagulho loucão, salvei o cara que manda p***a toda lá dentro, uns caras estavam armando pra matar ele. Fiquei na minha, deixei acharem que eu estava com eles, quando eles foram colocar o plano em prática, o cara já estava ciente. Dois deles caiu na hora e outro ficou em coma na ala médica, mas foi só o Talibã molhar a mão dos caras que rapidinho ele foi dessa pra pior. — Fala comigo meu chapa, tenho uma parada boa pra sua despedida.– o Talibã chegou todo animado.— Tá ligado na psicóloga?– confirmei com a cabeça.— Hoje tu vai ter uma consulta especial.– c*****o fiquei até animado, a última mulher que veio aqui me ver aí invés de me dar a b****a, bateu varia neuroses. Passo o tempo todo falando que quando eu saísse, nós iríamos casar e os caralhos, quando finalmente eu consegui fazer ela calar a p***a da boca e botei ela de quarto, na primeira estocada, a p***a do tempo acabou. Fiquei boladão e de p*u duro. Mas hoje eu vou aproveitar, a psicóloga é gostosa pra c*****o. Só nunca tentei nada, porque o Talibã come ela direto. — Valeu meu mano, sem ko?– ele confirmou com a cabeça. — Tu é meu fechamento, nós não tem Ko nenhum.– fizemos um toque.— Vai lá e aproveita, não é todo dia que tu vai comer a mulher do chefe. — Podes crê.– não perdi tempo, tomei um maroto. Fui até o guarda e pedi pra ver a psicóloga. Esses vermes aqui eram todos comprados, tem até algumas que chupam com caras por um trocado. O bagulho é louco aqui, tu tem que ser homem de verdade pra não cair numa dessas.  Não demorou muito, eles vieram me chamar. Colocaram aquelas algemas nos meus pés e nos meus braços. Passamos pelo longo corredor, até chegar no consultório da psicóloga. — Pode tirar as algemas dele, por favor.– ela falou ainda de costa. — Tem certeza doutora Paula?– ela se virou e passou os olhos em mim e depois olhou para o merdinha que estava do meu lado. — Tenho, meus pacientes precisam ficar a vontade.– mesmo contra gosto ele tirou as algemas.— Pode chamar a enfermeira por favor, preciso dela aqui.– não entendi nada, mas assim que ele virou as costas, eu agarrei aquela loira gostosa.— Eiii, calminha aí.– ela me empurrou na cadeira.— Ainda é pra gente começar a nossa consulta.– ela piscou pra mim. Não demorou muito e a enfermeira chegou. — Então PH, hoje vai ter uma consulta em dose dupla.– meu p*u na hora se animou. ***** Duas horas depois ainda estamos aqui,  Não há nada melhor que sentir duas bocas em torno do meu p*u é muito excitante.  Segurei o cabelo da enfermeira, que me olhava com aquele olhar de p**a pidona e soco fundo em sua garganta. A psicóloga está fazendo um excelente trabalho com as minhas bolas.  Há muito tempo que eu não  transava com duas mulheres e essas duas estão me saindo melhor do que encomenda.  Gozo sobre os s***s da enfermeira e a psicóloga lambe tudo, deixando os limpinhos.  Uma visão dos deuses, duas mulheres se pegando é algo sensacional. — Assim que tu gosta, safado?– a enfermeira me perguntou olhando nos meus olhos. — Gosto de putas safadas e se vocês forem tão safadas o quanto eu espero, prometo levar vocês ao céu e voltar. Coloquei as duas de quatro, uma ao lado da outra e mordo a b***a de cada uma. Elas se beijam, aumentando ainda mais o meu t***o.  Pincelo o meu p*u na entrada úmida da b****a da psicóloga e quando ela menos espera soco até sentir as minhas bolas batendo com força contra seu corpo, querendo entrar também em seu buraco.  Faço o mesmo com a outra, que grita cada vez que eu vou enfiando mais fundo, provavelmente os guardas lá estão ouvindo os gritos e gemidos delas lá fora. Fico nessa brincadeira, intercalando as bucetas até ver que não vai demorar muito até eu gozar novamente. — Deita com a b****a virada para a boca da sua amiga.– ordeno, batendo na b***a da psicóloga.  A enfermeira continua de quatro, mas agora, chupando a sua amiga. — Eu vou comer esse cuzinho.–  sussurro na orelha da enfermeira que está com a b***a virada para mim. — Seu p*u é muito grande, vai me arrombar... — retruca com voz safada sobre a b****a da psicóloga. — Tenho a certeza que aqui já entrou coisas bem maiores meu bem, então para de fazer cu doce e se prepara por que vou entrar e não serei gentil.  Passei um cuspe na sua entrada e vou abrindo passagem com o dedo indicador.  Ela começa a gemer e rebolar no meu p*u.  A psicóloga que está recebendo o oral também não para de gemer.  Passei mais um pouco de cuspe no cuzinho dela, que agora está pronto para me receber, me posiciono e vou deslizando.  Sinto ele piscar, querendo receber o  meu p*u.  Eu amo uma b****a, mas nada melhor que comer um cuzinho apertadinho. Mais algumas estocadas até chegar ao ápice do meu prazer — Rebola essa b***a para mim que vou te encher de p***a!  Ela fez o que eu mandei e em poucos segundos estou jorrando meu sêmen em seu buraco.  Naturalmente meu p*u começa a dar sinais de que vai amolecer. Gozar duas vezes seguidas não é para qualquer um. Ambos estamos satisfeitos, depois de nos recompor. Nos vestimos e a enfermeira saiu e mandou um dos guardas entrar. — O paciente está  liberado e boa sorte lá fora.– ela piscou pra mim. Voltei pra minha cela, só pra esperar a minha liberação. Não demorou muito para que eu fosse chamado a sala do diretor. — Cuida da minha favela até eu voltar, a luta é grande, mas não é perpétua.– o Talibã meu deu abraço. — Em breve tu vai tá na pista, vou planejar um esquema pra isso.– fizemos um toque. Fui levado pra sala do diretor, assinei todos os bagulhos lá e logo eu já estava na pista. Quando passei pelos portões, um furacão morena grudou no meu pescoço. — Eu achei que você nunca fosse sair.– minha mãe vinha logo atrás se acabando de chorar. — Rayane deixa eu abraçar nossa mãe, vem cá coroa.– minha mãe me apertou tanto, que eu achei que eu fosse quebrar. — Eu orei tanto por esse momento meu filho, Deus é fiel.– a pior parte de entrar pra essa vida, é ver o sofrimento da minha mãe. — Teu filho tá na pista coroa, o pai tá mais sagaz do que nunca.– ela riu negando. — Ver se toma jeito menino, eu não tenho mais idade pra vim pra porta de cadeia mais não. — E nem eu, foi muita humilhação cara.– minha irmã tava lindona, quando eu fui preso ela só tinha treze   anos, e agora tá com dezoito, tá gata pra c*****o. — O pai não caí mais não, relaxa.– minha mãe entortou a boca.— E ela mãe, tá dando trabalho?– minha irmã revirou os olhos. — Nem te conto, essa menina não quer nada com a vida, espero que agora que você saiu dê um jeito nessa menina. — Pode deixar mãe, se não entrar na linha, vai perder os bagulhos todos comigo.– minha mãe foi me contando sobre algumas amizades que a Rayane vem andando e que dessas amigas só uma que salva. — Aí mãe, a Alícia bem é tão minha amiga assim.– ela reclamou do banco de trás. — Por isso que ela é única que presta, porque o resto é tudo perdida no mundo.– minha mãe olhou pelo retrovisor.— Tua irmã não é mais virgem.– jogou assim na lata, me virei na hora pra trás olhar minha irmã.— Se perdeu com um dos caras da boca, nem sei quem é o cara.– eu estava a ponto de explodir. — Vai contar tudo pra ele mesmo, mãe?– minha mãe ficou calada.— Então conta que a senhora tá namorando um novinho de lá da favela. — p***a, acho que eu estava melhor sem saber p***a nenhuma.– neguei com a cabeça boladão.— Eu tenho uma irmã p*****a e uma mãe que é a velha da lancha, só espero que nenhum dos machos de vocês tenha entrado lá em casa.– levei um tapa brabo da minha mãe que chegou a doer. — Mais respeito, ainda sou sua mãe.– ela voltou a prestar atenção na pista.— O Nando nem é tão novinho assim e outra ele não é bandido, é trabalhador. — Esse Nando é o que trabalha com celular ? — É ele mesmo irmão, o cara vai todo dia lá em casa pegar a mamãe.– não quero nem imaginar o que fazem. Elas foram me deixando a par de tudo, ao menos minha mãe tinha arrumado um cara que é tranquilo. Já a minha irmã, tá com um namoradinho aí e quis me contar quem é. Mas eu vou descobrir, ela pensa que me engana. O cara no mínimo deve ser casado, por isso que ela não quis me dizer quem é. — Vai direto pra casa, ou vai passar na boca antes? – minha mãe perguntou. — Vou pra casa, mais tarde a pista é minha...

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