Capítulo 03

1013 Words
Nando narrando ⏳ Uma semana passou… Os b.o não parar não, mas o meu foco sempre o mesmo meu morro e cuidar da minha filha! Nada além disso. Zói: Patrão, o baile vai rolar? – fez passinho. Nando: Vai não, nem baile nem festa essa semana. Tizil: O p@u no cu quer festa, e a gente quase em uma guerra. Nando: O cara é s*******o mermo né? Viaja ele. Fui para salinha, fazer a contabilidade de sempre papo de sair doído.Bateram na porta e em seguida já abriu. Gabby: Vim te ver, já que você sumiu – passou a mão no meu pescoço e sentou no meu colo. Nando: O papo tá bom, mas tô cheio de problema pô. Gabby: Nem um s**o? Nossa você tá mudado. Nando: Mudei nada, eu que tenho que te procurar! Não você simplesmente chegar aqui e entrar na sala. Gabby: Ai amor, não precisa disso não – me abraçou. Nando: Namoral, tô sem tempo mermo. Gabby revirou os olhos, mas não saiu do meu colo ficou mechendo na minha corrente e falando para c*****o. Nando: Pode sair pô, tenho coisa para resolver – tirei ela do meu colo – vou precisar de nada não. Gabby: Você tá estranho, você não era assim não! Agora só anda ocupado para mim – fechei já o caderno na força do ódio – o por causa da sua filha? Nando: Você sabe que odeio que falem da minha filha – peguei ela pelo braço – sai daqui agora. Ela arregalou os olhos em cima de mim, surpreso com a minha reação. Por um segundo pareceu até que ia fazer escândalo mas ficou quieta saindo da sala. Respirei fundo e voltei para cadeira, peguei o rádio que tava na mesa. Nando: Tizil, como tá as coisas aí? Tizil (no rádio): Movimento tá de boa patrão, ninguém vai colocar as caras não. Nando: Na visão sempre. Tizil (no rádio): É nós patrão, todos na visão aqui. Desliguei o rádio e peguei o celular, entrei na conversar com o meu fornecedor e confirmei tudo o dia que vai chegar a d***a, e as armas. ⏰ Guardei o celular no bolso, e levantei da cadeira indo para a porta. Zói: Vai sair chefe? – me olhou ajeitando a arma. Nando: Buscar a Kiki pô, já já eu chego aí. Zói assentiu a hora, entrei no carro e liguei logo em seguida eu dei partida. No caminho fui olhando os becos. Kiara: Oi pai, você veio – falou me abraçando. Nando: Falei que ia vim, naquele dia foi esquecimento do pai pô – peguei a mochila dela – valeu aí pró – fiz um legal com a mão. Sai com o carro devagar, e novamente olhando tudo ao meu redor para ver como tava o morro. Dois seguranças atrás me esperando de longe, não gostava de da pala não e não era necessário. Cheguei em casa, coloquei o carro na garagem e já fui abrindo a porta para a Kiki sair. Dona Duda já tava preparando tudo lá em casa, ja cheguei mandando a Kiki tomar banho. Duda: Sua mãe vai chegar esse final de semana querido? Nando: Liguei para coroa ela não me comunicou nada, será que vai vim mesmo. Duda: Ela já vai te ajudar com a Kiki, você não gosta de pedir ajudar meu menino, mas tem que aprender. Nando: Não esse Dona Duda, eu só não quero tirar minha mãe da vida dela. Duda: Você acha que se você pedir sua mãe não vem? E a maior vontade dela morar com vocês só que ela acha a mesma coisa, que vai atrapalhar sua vida ou incomodar – falou me olhando e voltou a atenção para panela. Nando: A senhora sabe que a minha mãe é meu tudo, jamais pensaria dessa forma. Duda: Nem ela dúvida disso filho. Kiara: PAAAI – me gritou – pega minha toalha por favor. Nando: Que criança folgada – falei indo buscar a toalha – tá no hotel, só pode. Kiara: Você poderia me levar para pousada? Aquela que a gente foi é tão boa. Nando: Posso ver um dia para te levar, acho que a sua vai vim morar com a gente. Kiara: Sério pai? – falou toda empolgada – você jura pai. Nando: Não posso jurar, eu achei que acho Kiki! Não dei certeza não. Kiara: Se ela vim, vou dormir com ela todos os dias. Nando: Calma tá bom, você já vai s********r sua vó? Kiara: Sim pai, eu quero que a vovó venha dormir e morar com a gente. Nando: Calma primeiro vou conversar com ela. Kiara: Promete de dedinho – me mostrou o dedo para eu apertar também. Ela abriu um sorriso enorme satisfeita. Fui almoçar com a Kiki, quando acabei fiquei conversando um pouco com ela, mas o trabalho me chamava e eu precisava ir esperar o carregamento de drogas. Peguei minha moto e fui para boca, os vapor já estavam trocando de turno e esperando. Pouco tempo depois os faróis iluminou a entrada da boca, e eu saí para ver o que já tinha chegado, eu tinha que conferir tudo e depois botar pra dentro. Motorista: Foi m*l, o trânsito tava h******l chefe – fez toque comigo. Nando: Fica de boa – fiz toque com ele – abre aí pô. Dois vapores vieram andando até a encomenda, só de olhar já dava pra ver levar atitude e saber que tava tudo certo porque eles não são. Motorista: Tudo certo aí? Nando: Vou conferir tudo aqui, já já te passo a visão pô. Fiz sinal para os vapores e eles me olharam. Nando: Tudo para dentro pô, descarregar tudo aí mesmo. Zói: Depois do ataque os caras sumiram. Nando: Sumiram nada, os caras tão tudo de tocaia esperando um vacilo para a gente ver – acendi um cigarro – terminar tudo aí. Soltei a fumaça devagar olhando a vista, pensando em como minha vida mudou para c*****o. Eu era um moleque imaturo tá ligado, quando a Kiki nasceu mudou tudo pô, e eu sou grato sempre por Deus mudar minha visão.
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