— Eu disse que você pode ir. Makar! Mostre a saída para o convidado! E certifique-se de que ele feche a porta quando sair! Na minha idade, qualquer corrente de ar é extremamente perigosa... Bem, sente-se, querida, tenho algo para você, há novidades...
— Notícias?
Foi um milagre eu não ter derrubado a porta na minha frente quando saí. Nunca fui humilhado assim antes.
Entrei em minha própria casa como um redemoinho selvagem. A minha visão escureceu. Só tive tempo de caminhar até o bar e pegar um pouco de vodca. Tomei alguns goles longos e senti queimar a minha garganta, para afogar qualquer amargura antes que a raiva me cegue completamente e afogue o meu senso de controle. Sim, sempre fui impetuoso e intolerante.
Ousado é a palavra certa. Não foi por causa do meu lindo rosto que me apelidaram de Yary. Eles me levaram em conta. Mas até agora consegui me controlar. Somente no ringue permiti que a minha força interior assumisse o controle total do meu corpo. Somente olhando nos olhos do inimigo eu poderia ser eu mesmo. No entanto, agora as correntes estavam se soltando dos encaixes. Para o infer*no! Eu não quero ser diferente. Agora não. Aqui não. Não quando olhos de aço continuam diante de mim e a voz cansada de Korneev soa na minha cabeça: —... Você ainda está aqui? Você pode sair... Me tratou como um pirr*alho. — Vou pegar e matar o bastar*do!
Quando você desce ao pântano, você não consegue ver o mundo. Mas eu realmente quero isso por um momento. Ficar cego. A garrafa bateu com força nos móveis e choveram fragmentos... Esmaguei tudo que pude alcançar com os meus punhos e cotovelos de pedra. Eu soltei ondas de raiva, sem dizer uma palavra, olhando apenas para frente...
—Eu vou matar!
— Yaroslav! O que você está fazendo?
— Bast*ardo.
— Yaroslav, não! Quando chegar a hora, ele pagara por tudo!
— Yaroslav, pare com isso, você vai destruir tudo aqui! Calma, ouviu? Você está completamente louco? O que Danil vai dizer quando voltar? Um pedaço de espelho arranhou a minha bochecha e eu me virei, respirando pesadamente, já sabendo quem verei pelas minhas costas.
Angelica, ofegante, correu mais perto, mas congelou, esbarrando no meu rugido silencioso, mas perigoso, que explodiu do meu peito:
— Você está falando comigo? A esposa do meu avô. Trinta e cinco anos mais novo que ele.
Quando ela apareceu na nossa casa, eu tinha dezessete anos e ela vinte e oito. Alta, forte, peituda e pronta para qualquer coisa, jovem mulher. Apenas uma semana se passou e eu já a seguia como um cachorrinho acorrentado, babando e me masturbando nos cantos, até que um dia ela veio sozinha.
Ela não se tornou a minha primeira mulher, mas foi a primeira que me permitiu muito... Já sendo mais velha, entendi porque a tínhamos. Surpreendentemente, o meu avô conseguiu dar o seu sobrenome até mesmo a uma pros*tituta, apenas para me evitar problemas e rumores desnecessários. Mesmo assim, minha energia explodia com uma força irreprimível e Angelica sabia como extingui-la. Resolvi arriscar agora...
— Lukas, querido, querido, acalme-se! Ela correu para frente, me abraçando.
— Farei qualquer coisa por você, ouviu? Ela olhou nos meus olhos cheios de raiva, apertando o meu peito pesado e caindo de joelhos.
— Faz muito tempo que não estou com você. Quero saber que tipo de pessoa você se tornou. Que homem você se tornou!
Ela o encontrou com a mão e acariciou avidamente o meu p*au.
— Quero você! Ela disse.
Eu também achava que precisava, pensei assim por muito tempo. Cerca de oito anos atrás, eu pensava assim. Mas, depois eu comecei a ficar entediada.
— Não! Eu tentei afasta- lá.
— Deixe! Por favor, Lukas! Sim! Você precisa de mim! Você mesmo não entende do que é capaz...
Eu ainda não a queria, mas precisava parar, e ela sabia como ajudar. Como domar a fera e resistir à minha pressão. Afinal, tudo não vai acabar rápido, e ela não vai receber o carinho que quer, e a sua língua já lambia uma tira da minha pele nua, e os seus dedos desabotoavam o meu cinto. Fo*da-se tudo!
Puxei a minha camiseta pela gola, jogando ela no chão. Eu baixei a respiração, permitindo que ela escapasse irregularmente da minha garganta. Eu não esperei, tirei a calça jeans dos quadris e tirei o pên*is inchado da cueca. Passei a palma molhada sobre o meu p*au, como sempre gostava de fazer antes de fo*der alguém. Com a outra mão eu agarrei Angelica pelos cabelos loiros e a puxei na minha direção.
— Você precisa disso? Então engula mais fundo, guardiã, senão você irá para o infer*no!
— Lukas...
Ela mesma pegou. Ela envolveu os lábios em volta dela e gemeu alto e avidamente, sem se envergonhar do silêncio da casa, ajustando-se ao meu tamanho, como se eu não tivesse enfiado o meu p*au não na sua boca quente, mas entre as suas pernas. Ela moveu a cabeça, empurrando-se sobre mim com a
garganta. Mais rápido, ainda mais rápido... Que mer*da! Fechei os olhos e inclinei o queixo. Rosnei em protesto enquanto ela soltava o meu pa*u para respirar.
— Agora, querido! Agora vou te fazer bem! A língua dela circundou o meu p*au ereto. Angelica passou a língua pela minha virilha ao longo das veias tensas e começou a desabotoar a blusa. Pegando a cabeça inchada com os lábios, ela tirou os sei*os grandes do sutiã e começou a se acariciar, erguendo o olhar de forma convidativa.
Que put*a... Esse jogo era muito familiar para mim e definitivamente levou a uma sequência. Estávamos sozinhos em casa, mas isso não mudou muito, ela sabia no que estava se metendo. Incapaz de esperar, forcei o meu p*au dentro da sua boca, empurrando com raiva.
— Vamos, chupe! Ou você esqueceu como é?! Então vou procurar outra!
— Não, não esqueci como é. Ajoelhada no meio da sala, Angela trabalhou habilmente com a língua e os lábios, finalmente arrancando de mim um gemido doloroso, não de prazer, mas sim de alívio.
— E você ficou maior, Lukas, em todos os sentidos. Sempre soube que não havia ninguém melhor que você!
— Cale-se.
— Por favor, querido... Os seus lábios lamberam o meu pên*is novamente. — Eu quero... eu quero gozar.
— Você quer?
Angelica acenou com a cabeça obedientemente, mas não me soltou, agarrou a minha coxa com uma mão gananciosa, implorando com os olhos. — Apenas olhe para mim! Ela suspirou com um apelo.
— Faz tanto tempo que não tenho um homem...