bc

O efeito King

book_age18+
306
FOLLOW
1.3K
READ
sex
others
pregnant
secrets
like
intro-logo
Blurb

Felicity detesta o seu trabalho, mas trabalha no shopping para sustentar a sua família. Sua vida se torna menos tediante quando um homem obscuro e misterioso aparece para virar tudo de cabeça para baixo.

Mesmo que ele tenha muitos segredos e problemas, Felicity não desiste do seu amor. Vários acontecimentos irão mudar a sua vida e ela tem que lutar para não se quebrar junto com ele.

chap-preview
Free preview
Capítulo um - Um dia incomum
A vida seria mais fácil se eu fosse super modelo, médica, engenheira, bancária, advogada ou empresária, mas não! Tenho de trabalhar num e******o shopping, com colegas de trabalho estúpidos e clientes ainda mais estúpidos. É tudo tão e******o! Eu tenho de passar o tempo todo aqui ajudando os clientes, estes que eu faço um enorme esforço para aturar. Apenas o faço para poder sustentar a minha família. Todas as manhãs levanto por causa deles, tentando dar uma vida melhor para eles. Por isso, esse emprego é muito importante para mim e não posso perdê-lo, a não ser por um melhor que, para ser sincera, as hipóteses são uma num milhão. Meus passos estão incrivelmente rápidos neste momento. Acordei dez minutos mais tarde do que o costume, alterando assim o tempo que costumo chegar ao trabalho. Não tive tempo sequer para arrumar o meu cabelo como deve ser. Isso nunca aconteceu comigo antes, pois eu sempre chego à horas. Sempre faço as coisas como deve ser. Eu dou o meu melhor para chegar a tempo para o trabalho andando sem olhar para trás e sem parar. Quando estou prestes a entrar no shopping Jyaver, escorrego, bato com a testa na porta e caio. Isso é sério? O meu dia vai ser assim? O que é que se passa? Até parece que alguém alterou a ordem do universo. Eu levanto e esfrego a minha testa para aliviar a dor. Espero que não esteja roxo. Entro e vou imediatamente vestir o meu uniforme de trabalho. Espero que ninguém tenha visto a minha figura triste. Seria horrível para mim. Vou para a loja, caminhando na secção das mulheres e encontro Roberta. Ela é a única pessoa com quem eu converso aqui. Pode-se dizer que é minha única amiga. Ela entende o meu ser. As outras pessoas não conseguem lidar comigo como Roberta o faz, elas dizem que eu sou estranha. Já me chamaram muitos nomes: Sociopata, psicopata, muitos, acredite! Ela ajuda duas senhoras a escolher as roupas, depois vem até mim, balançando seu cabelo preto. — Felicity, você está atrasada! — Eu sei, Roberta. Eu não sei como isso aconteceu, mas não volta a acontecer! — É por causa do teu pai ou das tuas irmãs? — Não. Está tudo bem, não se preocupe! — Ótimo. Então ao trabalho! — Ela caminha em direção ao caixa. Eu continuo aqui parada como se fosse nova nisto. Trabalho aqui há três longos anos, sei tudo que devo fazer. Uma mulher ruiva parecendo desesperada, anda às voltas com os vestidos nas mãos. Eu a observo atenciosamente. Saia lápis, blusa apertada e Louboutin. Reviro os olhos. Detesto estas mulheres! Não sei porquê, mas detesto. Eu finjo um sorriso quando ela olha para mim e me aproximo dela. — Bom dia, senhora, posso ajudá-la em alguma coisa? — Eu preciso de ajuda. Eu quero comprar um vestido para o meu noivado, mas eu estou indecisa, entre este... — Ela mostra um vestido azul celeste apertado com renda na bainha na sua mão esquerda. — ...e este. — Mostra outro vestido, vermelho sangue, apertado, sem alças lindo de morrer. — A senhora já experimentou? — Claro que sim. — Qual deles mais gostou? — É difícil escolher! — Eu acho que o vermelho seria ótimo. — Mas o azul é tão lindo. — Então, se gosta muito do azul, que seja esse. — O vermelho também é lindo! — Eu estou perdendo a minha paciência. Por favor! Escolher não é tão difícil como as pessoas dizem. O ser humano exagera tanto! — Que tal se comprasse os dois. Depois vai descobrir qual deles seria mais apropriado para si. — Eu tento controlar a minha voz. Eu só quero que ela desapareça. — É uma ótima ideia. Muito obrigada, minha linda. — Uau! É a primeira vez que uma cliente me agradece. — Eu fico feliz por ter ajudado. — Digo. Ela leva os vestidos para o caixa. Continuo caminhando e paro na secção dos homens. Prefiro atender homens do que mulheres. As mulheres são tão irritantes, que me tiram do sério. Eu sei que também sou uma, mas sou completamente diferente, sou muito mais simples! Durante a minha pausa para o almoço, às uma da tarde, eu e Roberta saímos para almoçar. Devoramos sanduíche e Coca-Cola enquanto conversamos. Roberta é tão conversadora que me deixa sem fôlego às vezes. Não sei se isso se deve ao fato de ela ser mexicana ou se é a sua forma de ser. Falámos durante algum tempo sobre sua família e seu namorado, mas quando ela me pergunta sobre Ronald, meu estômago se contrai. O dia que esse nome não sair da sua boca eu lhe compro um presente. — Sabe, Felicity, você realmente precisa dizer ao Ronald tudo o que você sente, senão você vai perdê-lo. Olha só: ele é lindo, moreno, alto, lindo, olhos castanhos claros lindos, super lindo e deslumbrante. — Essa garota é louca! Mas me faz rir muito. Sempre que estou triste basta ligar para ela que a tristeza passa num instante. — Roberta, você sabe que disse que ele era lindo mais de três vezes? Além disso, ele pode não ter interesse nenhum em mim. — Digo. Ela bebe sua Coca-Cola e olha para mim fixamente como se estivesse zangada. — É isso que te priva de estar com ele. Sua auto-estima é mais baixa que o marido da minha sogra. Você tem de ir atrás dele. Quem não arrisca não petisca! — Ela tem razão, e eu realmente quero petiscar. Mas eu não tenho coragem para fazê-lo. É só chegar perto dele que meu corpo fica congelado e minha mente fica paranóica. — Coragem também me falta. — Eu posso te dar uma ajudinha com isso. — Ela diz e olho para ela confusa. — Você se comporta como uma i****a quando está perto dele, não é? — Faço que sim com a cabeça. — Então liga para ele e convide ele para jantar! — Olho para ela incrédula. Ligar? Jantar? Convidar? Eu? Ronald? Telefone? Agora? — Roberta, você está louca? — Eu jamais teria coragem de convidar Ronald para jantar. E se ele disser que não? O que é que eu faço? — Não, meu bem, é você que está louca por deixar um homem daqueles passar! Você quer que ele encontre outra? Que namore com outra? — Eu não quero deixar ele passar! Não quero que ele fique com outra! O que é que eu faço? — Você parece surda. Eu disse liga para ele! Agora! Decido ligar para Ronald. Eu estou muito apaixonada por ele e não posso deixar que alguém tire ele de mim. Quero muito que ele me peça em namoro, mas se ele não faz, é porque não sente o mesmo. Mas nós quase nos beijamos há três dias e isso talvez prove que ele sente o mesmo por mim ou talvez tenha sido a emoção do momento. Disco o seu número e ligo. — Alô, Felicity, tudo bem? — Eu sorrio e brinco com o meu cabelo que nem uma i****a. — Oi, Ronald, eu estou ótima e você? — De repente, já nem me lembro porquê liguei para ele. — Eu também estou bem. Olha, você vai no jantar que a minha mãe vai organizar no sábado? — Dizer que não para ele é impossível! — Sim! Claro que vou. — Ótimo. Você está trabalhando? — Não. Estou na minha pausa! — Tenho vontade de gritar "quer jantar comigo está noite?", mas não o faço. Sou tão fraca! — Eu preciso desligar, tenho uma coisa para fazer. — Detesto quando tem alguma coisa para fazer. Ou será que é para me despachar? — Claro. Depois nos vemos! — Tchau. — Ele desliga. — Porquê você não fez o que eu disse? — Roberta pergunta. Encolho os ombros. — Eu não sei. — Olha quando ele aparecer com outra mulher, não diga que eu não avisei! Talvez no jantar de sua mãe, eu diga qualquer coisa. Tudo seria mais fácil se ele mostrasse sinais de que também gosta de mim, sinais óbvios para que eu possa perceber e seguir em frente, mas não! Eu tenho de sofrer todos os dias, pensando no que ele sente e pensa sobre mim. E tenho medo que ele não queira estar comigo, que queira ser apenas meu amigo, porque eu quero ser mais que uma amiga para ele e acho que isso tem de estar claro. Prometo a mim mesma que não vou deixar essa semana terminar sem falar com Ronald. Vou deixar o medo para trás e vou dizer tudo o que eu sinto por ele de uma vez! Às cinco da tarde, eu saio do shopping e corro para casa. Estou exausta! Era capaz de dormir até ao ano que vem, mas preciso de manter o meu emprego e também preciso falar com Ronald. Quando chego, encontro o meu pai sentado no sofá comendo uma sanduíche. O meu pai é um homem de cinquenta e sete anos mais estranho do mundo, não apenas pelo fato de achar que ainda tem vinte, mas por outros motivos que não sei explicar. — Oi, pai! — Eu sento ao seu lado e beijo a sua bochecha. — Oi, minha felicidade! — Ele beija a minha testa. — Como correu o dia? — Foi normal. O senhor está bem? — Felicity, eu estou muito bem. Me sinto como um adolescente! — Está bem. — Levanto. — Eu vou fazer o jantar. — White já está fazendo! — Ele grita quando estou prestes a entrar na cozinha. Eu entro na cozinha e vejo White cozinhando. Isso é estranho porque ela não gosta de cozinhar. Sua desculpa é que tem de estudar para uma prova da universidade ou que está com cólicas. Ela às vezes é mesmo irritante! Passa o tempo dizendo que é mais inteligente que eu porque está na universidade e eu nunca tive a oportunidade de entrar, mas eu a amo muito. À ela e à Kira. White tem dezenove anos, Kira tem oito anos e eu tenho vinte e cinco. Todas nós somos loiras e temos olhos azuis. Bem, excepto White que tem olhos verdes herdados do nosso pai. Já eu e Kira, somos idênticas à nossa mãe, pelo menos é isso que todos dizem. Ela morreu há três anos de câncer cerebral. Nos últimos anos, foi difícil nos recompormos, mas conseguimos ultrapassar. — White, o que é que você está cozinhando? — Ela corta os vegetais. — Apenas me deixe cozinhar, Felicity! — Ela olha para mim por um segundo. — Tudo bem. Onde está Kira? — Ela faz cara feia para mim. — Não faço ideia. — Responde. Eu reviro os olhos e vou para o quarto de Kira. Kira pinta os seus desenhos minuciosamente, como se fossem para ser vistos num museu de artes. Ela é muito talentosa. Eu beijo o seu cabelo, e ela pára o que estava fazendo. — Oi, princesa! — Oi, Felicity, eu estou a pintar um desenho para o aniversário de White. O que você acha? — Ela mostra o desenho para mim. — Está lindo! Ela vai adorar! — Vai mesmo? — Sim! Eu vou para o meu quarto, qualquer coisa, grita! — Está bem. — Ela continua com o seu trabalho. Vou para o meu quarto, tiro a roupa e tomo banho. Hoje não vi Ronald. O homem por quem estou apaixonada. Eu tento sempre dizer o que sinto, mas acho que ele pode não querer ser meu namorado. Não sei se ele pensa o que os outros pensam e se quer ser o meu namorado. Ninguém querer, dizem que sou estranha. Eu não sei como chegam a essa conclusão. Hoje liguei para ele, mas não consegui convidá-lo para jantar. Termino o banho e visto. O meu cansaço é tanto que eu fico na cama deitada, ignorando completamente o meu estômago esfomeado. Só quero estar com a cama até que a manhã nos separe. Só que não tenho sono. São duas da manhã. Eu não consigo dormir porquê os malditos vizinhos estão dando uma festa e o barulho é imenso. Eu não consigo dormir. Esse é um dos motivos para eu odiar os vizinhos. Bem, todos não. Não odeio Ronald, pelo contrário, amo ele. Eu levanto e ando pelo quarto. Não sei se é desde criança, mas faço sempre isso para acalmar o stress. Ando de um canto para o outro. Preciso dormir! Preciso dormir! Preciso dormir! Preciso dormir! Preciso dormir! Eu tenho trabalho amanhã, preciso Dormir! Um dia, eu vou me vingar desses estúpidos! A minha vingança será a pior da história. Eles não perdem por esperar! Não perdem mesmo. Já são sete da manhã. Estou pronta para trabalhar. Estamos todos cansados e com sono. Excepto meu pai, dormiu que nem um bebé, sinceramente não sei como consegue. Nem sei o que estou comendo, apenas estou. Quando termino, vou para o trabalho. Hoje serei a primeira a chegar graças aos Dan! Eles estão na minha lista mais obscura. Eu saio de casa e me encontro com Ronald. Quase que caio, mas ele me agarra. Seria tão bom se eu tivesse verdadeiros talentos, como Kira, que desenha bastante bem, White que dança salsa, jazz, balé e contemporânea, ou sei lá, qualquer talento. Mas não! Os meus maiores talentos são passar vergonha e ser i****a. Tanto que se vergonha matasse, eu já tinha ido há muito tempo. Nós nos olhamos e Ronald sorri. — Você está bem, Felicity? — pergunta. — Sim, muito obrigada por me apanhar. É que não dormi esta noite e estou um pouquinho exausta, mas estou bem. — Ótimo! Eu já arranjei o carro do seu pai, está pronto para ser usado novamente. Está na garagem. — Ele me entrega as chaves do carro e eu recebo. — Muito obrigada, Ronald. Finalmente vou deixar de andar de ónibus! — Nós rimos. — Então, amanhã a gente se vê no jantar da minha mãe. — Claro! — Ele me dá um beijo da bochecha e vai embora. Estou com muito sono, mas feliz. Muito feliz. Ele me beijou! Eu entro na garagem e encontro o carro do meu pai. Um Audi Fox de 1985 vermelho. Ele parece novinho em folha. Eu entro e conduzo em direção à auto estrada. Felizmente Ronald arranjou o carro do meu pai, não aguentava mais ter de apanhar um ónibus ou ir à pé. Estou muito cansada. Ontem não consegui dormir nem por um bocado, nem consegui pregar o olho. Eu estou com tanto sono que não sei para onde vou. Pareço uma bêbada sem rumo, se é que eles realmente têm rumo. Meu corpo está tão cansado, minha cabeça tão pesada, que eu acho que vou levar uma multa por bater contra um lugar qualquer. Continuo dirigindo até que sinto que bato nalguma coisa, e o carro pára me fazendo bater a cabeça no volante, mas o Airbag se aciona e me impede de uma pancada horrível. Eu saio do carro assustada e tonta e vejo um homem alto, muito alto parado a olhar para o seu Mercedes Benz classe C limo cinza, que continua intato. Do meu carro não posso dizer o mesmo. Está destruído. Meu sono se foi. Olho para o carro, que há poucos minutos estava novinho, e quero chorar. Porquê isso está acontecendo comigo? Hoje realmente não é o meu dia. O estranho olha para mim e sorri como se fosse uma brincadeira. Fico irritada. Isso não é uma brincadeira! O homem anda em minha direção, como se estivesse desfilando. Que forma tão sexy de andar! Eu fico boquiaberta com a sua beleza. Lindos olhos azuis, alto, musculoso, parece tão perfeito fisicamente. Será que estou sonhando? Se estou, que ele me agarre agora e me leve para o fim do mundo. Meu Deus! O que é que eu estou dizendo? Felicity acorda! Você é tão i****a e fácil! — Em que é que Você estava pensando quando chocou comigo? — Fala calmamente. Meu Deus! Que voz! Fiquei arrepiada. — Eu? E você? Senhor riquinho! — Senhor riquinho? O que é que me deu? Senhor riquinho! Sou tão i****a e digo coisas tão idiotas, que quem for procurar o sinónimo de i****a no dicionário vai encontrar meu nome sublinhado. Olho para ele de cima para baixo. Roupas caras, carro caro, até ele mesmo parece caro. Muito caro. — A culpa foi sua, sua tresloucada! — Eu não sei o que significa tresloucada, mas retribuo o insulto. — Você também é um tresloucado! — Tomo nota mental para procurar essa palavra no dicionário. — Não! Isso é um engano. Olha o que você fez ao meu carro novinho em folha! Meu lindo Mercedes Benz! — É alguma brincadeira? O carro está impecável. — O seu carro está em perfeitas condições, apenas o meu está arruinado! — Meu pai vai dar cabo de mim. — Quem conduz bêbada numa hora dessas? Que mundo impressionante! — Eu não estou bêbada! Estou 100% sóbria! — Claro! Faça o número quatro agora! — Eu não sou capaz. Ainda estou com sono. — Eu não tenho que provar nada para um desconhecido! — O meu carro tem arranhões, não devo me preocupar? — Os ricos são outro nível mesmo. Se o carro do meu pai estivesse como o dele, eu agradeceria muito. — Isso é sério? — O meu tom aumenta. Se fosse uma mulher já estava no chão pedindo desculpas e pagaria o concerto do carro do meu pai. — Você não entende nada! Deve ser burra que nem uma porta! — Ele olha para mim. — Afinal de contas é loira! — Agora estou furiosa! Ele não disse isso! Não disse mesmo! Minha raiva é tanta! Fecho os olhos e conto até 40, estou estressada, mas não ando às voltas, apenas bato na minha perna levemente, vezes e vezes sem conta. Em seguida abro os olhos e dou um tapa na sua cara, que faz a minha mão doer. Ele tem cara de ferro? Ele olha para mim com raiva e se aproxima. Estou com medo. Será que vai me bater? Não devia ter feito o que fiz. Fecho os olhos novamente. Ele agarra a minha mão e beija com bastante carinho. Se muitas pessoas ricas reagem assim quando recebem um tapa, vou fazê-lo a todas as clientes idiotas ricas que eu atender. Olho para ele estupidamente confusa. Minha bolsa cai no chão, mas nem ligo. — Eu gosto de mulheres como você! — Ele pisca um olho para mim. Minha vida! Onde foi o meu coração? Não sinto ele batendo. — Qual é o seu nome? — Sua voz, seu olhar, seu toque, sua respiração, acho que vou desmaiar. Deve ser bipolar! Ou psicopata! Eu me recomponho e olho para seus olhos alucinantes. Isso deve ser apenas por um momento, afinal, eu sou completamente apaixonada pelo Ronald. Não é mesmo? — Sério? Gostas de mulheres burras? — Minha raiva está de volta! — E porquê que você quer saber o meu nome? Talvez eu seja tão burra que nem saiba! — Seu i****a! Lindo, gostoso, mas i****a. — Tenho a certeza de que você sabe! Eu gostei de você reparou? — Ele me olha profundamente. Eu não estou acostumada a ser o centro das atenções. Principalmente para homens como esse. Vou cair no chão daqui a pouco. Não sei se será por causa dele ou por causa do sono. — E eu não gosto de você! — Ele sorri. Meu Deus! Que sorriso! Ele está piorando a situação. — Eu vou te dar um conselho! Cuidado para não ficar obcecada por mim, eu sou irresistível! — Eu rio. Mas no fundo estou séria, quer dizer, quem não ficaria apaixonada por esse lindo homem? Ele está na minha lista dos homens mais lindos do mundo, depois de Chris Hemsworth e Stephen Amell. — Você é muito engraçado! Que pena que não vou ver a sua cara nunca mais. — Finjo uma cara triste. Mas ver esse rosto faz qualquer uma ganhar o dia. Ele abaixa, apanha minha bolsa e me entrega. Seu sorriso é tão lindo e perfeito que também me põe a sorrir. — Adeus, linda! — Ele anda até o seu carrão, entra e vai embora. O seu carro desaparece aos poucos e quando me dou conta, estou aqui parada a sorrir que nem uma i****a. Ele foi e o meu carro está aqui. Santo Deus! O que foi que aconteceu? Aquele louco foi embora sem me ajudar! E agora? Como é que eu fico? O carro está aos pedaços, e ele simplesmente foi embora? Eu preciso trabalhar! O que é que eu vou fazer? Não posso ficar aqui, mas também não posso abandonar o carro na estrada. Mas que dia!

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

A Vingança da Esposa Desprezada

read
4.8K
bc

De natal um vizinho

read
14.0K
bc

Amor Proibido

read
5.5K
bc

O Lobo Quebrado

read
129.2K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

Sanguinem

read
4.3K
bc

Meu jogador

read
3.3K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook