CORVO Cássia era uma filha da p**a. Tinha subido até o meu camarote atrás de mim e ainda tinha a coragem de me chamar de amor. A f**a com ela era boa, eu não ia mentir. Mas era só isso. Mais uma marmita que eu comia de vez em quando e que, por algum motivo, achava que tinha direito de se considerar fiel a mim. Eu estava pouco me fodendo para isso. Foi quando Ayla passou por nós. Ela esbarrou em mim de propósito ou por acaso, eu não sabia dizer. Só sabia que a cara dela estava fechada. Ela estava p**a, e não fazia questão nenhuma de esconder. Meu olhar acompanhou cada passo dela. Antes que Cássia pudesse abrir a boca novamente, puxei-a pelo braço e a coloquei dentro do quartinho ao lado do camarote. Fechei a porta atrás de mim. — Tá achando que você é quem, p*****a? O sorrisinh

