Capitulo VI- Matteo

1962 Words
Acordar depois fazer exercícios tomar banho, café, negócios, almoço, e mais negócios, a noite negócios. Sempre a mesa com negócios, e a não ser com Gabrielle para trocar risadas e assuntos sérios, nunca havia nada realmente, que eu gostava a não ser dinheiro. Com Fiorella apenas obrigações, a cama rangia com o meu corpo sobre o dela que apenas gemia uma vez ou outra a cada estocada que eu dava pensando em como seria morando juntos, será que faríamos sexo todos os dias? Era prazeroso a certo ponto mas um suplicio ao mesmo tempo. — A minha mãe acha que esta muito em cima casar-se em dois meses. — Apenas concordei em silêncio, se não fosse pelo dinheiro e a importância da sua família para a máfia, eu não teria pressa, mas minha mãe pensa ao contrario, continuei entrando nela, enquanto ela parada na cama embaixo de mim não movia-se. — Temos que nos casar depressa, já se passou seis meses desde a promessa da união das nossas famílias. — Apenas concordou, segurei seu rosto beijei enquanto chegava ao máximo, mordi seu lábio inferior despejando dentro dela, mostrou-se fria. Gozei dentro dela, que continuou parada na cama, quando me recuperei levantei nu da cama, fui para o banheiro, tirei a camisinha cheia amarrei descartei na lixeira, ela veio nua tomou banho, vestiu-se a minha frente. — Não tem como meu vestido ficar pronto em dois meses Matteo. — Olhei para ela nua pratica exercícios, tem o corpo perfeito. — Nosso casamento não tem nada haver com vestidos, Fiorella, compra um estilista coloca pra fazer esse vestido dia e noite, minha família precisa do apoio da sua e sem nosso casamento não tem como garantir isso. — Nenhum estilista vai querer assinar um vestido e entregar em dois meses, você tem que falar com sua mãe sobre isso, já que o nosso casamento é importante pra toda Itália. — Lhe olhei pelo reflexo do espelho, tentei arrumar meus cabelos, depois do beijo que troquei com aquela garota, depois de imaginar um homem tocando nela enlouqueci por completo, poderia ter adquirido muito dinheiro com ela naquela noite, estava tão bonita, eu temi que alguém lhe tomasse — Vou tentar convencê-la, mas não importa o que você vai vestir importante é você estar lá, dizer sim, e pronto, pode fazer o que quiser depois. Ao terminar de vestir-se saiu do meu quarto sem dizer algo. Tomei banho, vesti-me quando desci as escadas a minha mãe e meu pai conversavam no andar de baixo, olhei para a mulher de cabelos castanhos longos compridos, olhos escuros, a mesa que sorria com um copo de suco de laranja nas mãos. Fiorella se dá tão bem com a minha mãe porque ela mesma não se explica que não poderia casar-se em dois meses. Jantamos juntos, m*l terminei o celular tocava na mesa. Olhei para a tela. — Podemos coloca-la para dançar, muitos a quer no palco. — Suspirei, e apenas ao imaginar o búlgaro presente no bar já surgia uma dor de cabeça. — Ela esta aí para servir mesas. — Respondi, ao me levantar fui até meu pai, minha mãe, beijei suas testas. — Você vai me esperar ou... — Perguntei a Fiorella que comia uma torrada. — Ah não vai dar Matteo, meu voo sai esta madrugada. — Meus pais lamentaram ao ouvi-la — Na hora me avise, te levarei ao aeroporto. — Sorriu fraco quando disse, sai para o trabalho. Cheguei a boate, em busca de quem preciso ver, olhei no bar ela não estava, nas mesas servindo também não estava. — Procurando alguém chefe? — Olhei para a pista, suspirei, finalmente para Alice atrás de mim. Que olhou para cima, vi a garota andar de um lado para o outro com uma bandeja nas mãos, eu ainda não tinha noção do que estava acontecendo comigo, mas nada iria longe independentemente do que estivesse sentindo. Subi as escadas para entender o que se passava. — Não, desculpe eu não posso, eu sou apenas garçonete senhor, vou chamar uma das garotas que vai ficar ... — Me aproximei dela, o homem que segurava seu braço já embriagado recuou ao me ver chegar. — Boa noite! — Os cumprimentei, ela afastou-se de meu peito ao sentir que me aproximei. — Boa noite Matteo, eu quero que esta jovem me acompanhe ao quarto. — O encarei, em silêncio vendo-o perder a voz a minha frente. Ela saiu fugindo de mim na primeira oportunidade, como mais cedo. Lhe vi desaparecer em meio a multidão, sorri fraco vendo-a fugir em vão. — Se você não resolver este problema de uma vez, vai acabar ficando de quatro por esta mulher. — Senti a mão de Gabrielle em meu ombro, nos cumprimentamos. — Tenho problemas maiores, Fiorella não tem condições de arrumar um vestido de noiva em dois meses, apareceu esta tarde de surpresa na nossa casa, estou sentindo que eles estão recuando desse casamento. — Fez um O com a boca, por fim suspirou. — Mas tem tantos vestidos de noivas em lojas, vá compre um e lhe dê de presente. — Caminhamos para o quarto, ele chamou alguém para nós atender, lhe olhei, sorriu fraco ao me ver a espera. — Você não vai liberta-la fácil, vai? — Balancei a cabeça num possível sim e não. Sorriu me olhando. — Dá para se divertir até o casamento. — Franzi o rosto, seria muito tempo com uma mulher. Me olhou ironizando. — Quero apenas saber como é, nada demais, seu jeito me intriga não posso negar. — Nós olhamos quando ela entrou com uma bandeja nas mãos, com a garrafa de whisky, serviu-nos em silêncio, não entendia o porque ela me atraia, seus olhos me intrigavam, a verdade é que não me importava tanto o fato dela ser virgem, se já houve um primeiro, se não houve. Serviu-nos saindo em seguida. — Vai demorar muito para joga-la aos clientes? Tem muitos pedindo Não podemos negar que ela é bonita e tem um belo corpo, não posso ficar o tempo todo enrolando, negando, a qualquer momento vou encontra-la aos pedaços em algum lugar, ela os excita com sua dança, seus movimentos e até sem fazer nada também. — Bebi o whisky. Suspirei, este era o ponto da conversa que me intrigava. — Me divertirei um pouco, eu mereço um bônus, em breve vou estar casado, quando eu me cansar dispenso. — Ficou em silêncio, bebemos nossa bebida, era mais uma noite movimentada, até que uma confusão lá embaixo nos chamou atenção. — Tenho que ir trabalhar. — Gabrielle avisou ao escutar o barulho, permaneci sentado. Ele saiu me deixando sozinho e cinco minutos depois ainda havia barulho no andar de baixo. Passei pela porta, dois homens brigavam por causa de Ana que não escondia ter interesse em servir os dois. O que me atraia mais naquele momento, não era a super atenção a Anna, enquanto os dois homens socavam suas caras querendo provar sua força, virilidade como dois homens das cavernas, Anita dançava sozinha no pole dance levando a sua perna acima da cabeça, de olhos fechados com alguns homens abaixo lhe observando, tentando toca-la. Ela se entregava por completa a dança como se fosse uma pena em movimento, os homens abaixo dela, apenas babavam em sua performance, até que um deles subiu no balcão em que ela dançava forçou-lhe um beijo segurando seu queixo, ela reagiu em negação, mas o mesmo beijou sua boca, ela acertou seu rosto quando certamente fora mordido, o vi encolhe-se com a joelhada que levou entre as pernas, gemi ao ver. Mas enlouqueci por dentro , um sentimento desconhecido surgiu quando ela foi tocada por ele em resposta, que a agarrou com força, como um animal das cavernas, tentando pegar em seus s***s, cheguei a eles, subi no palco, arranquei o animal de cima dela, o joguei no chão. Poucos viram este meu lado, agressivo, desta vez a confusão veio para onde nós estávamos, soquei com raiva e ódio, a cara do infeliz que tentou lhe forçar naquele palco. Senti o sangue do seu rosto pingar no meu a cada soco, a cada golpe, até que as mãos tentaram me arrancar de cima dele. Olhei em volta, todos estavam assustado, o infeliz desmaiado no chão, ela não estava em lugar algum. Sumiu, sai desnorteado a sua procura o que tem nesta mulher? Me perguntei, não tinha ideia, entrei no quarto, procurei em todos os lugares ela não estava em nenhum deles, procurei de todas as formas colocar meus pensamentos em ordens, não tinha controle algum do que sentia e do que fazer, voltei a boate temendo que ela fugisse, mandei todos os homens lhe procurar por ali, até que lhe encontraram na cobertura. — Se você se aproximar, eu pulo. — Me ameaçou com a voz chorosa, não apenas eu, mas todos os homens recuaram. — Anita desce daí garota, esta maluca. — Deu de ombros, o vento bagunçava seus cabelos, gesticulei para quem estivesse falando, que continuasse. — Eu não tenho nada a perder. Não me importo de pular. — Olhou o horizonte, a maioria dos homens desceram, precisam cuidar do bar, as garotas também desceram. — Pelo menos não me ferrarei sozinha, você vai perder tudo que eu lhe devo, eu não tenho mais ninguém mesmo não me importo em morrer. — É uma pena, porque eu tenho fotos da suas amigas, são três não são? Acho que o que você faz numa noite elas fazem três vezes juntas, são três, parecem ser ricas, de alta classe. — Me olhou assustada, engolindo o choro em seco. — As minhas amigas não tem nada haver com isso. — Ri lhe desafiando com as mãos no bolso. — Perder meu dinheiro eu não vou, acha que eu vou? — Negou me olhando. — O que você quer de mim? Uma hora me cobra, me joga para ser prostituta, na outra parece que é meu dono me beija, bate, mata, decide logo quem vai pagar a minha divida, eu me entrego. — Eu deveria deixar ele te machucar? — Olhei em seus olhos, ela abaixou o semblante por fim negou, peguei em sua mão, lhe puxei para mim, ao sentir o seu corpo ao meu tentou afasta-se. — Eu quero saber como é. — Falei em sua orelha, me olhou com seus olhos negros curiosos — O que você quer saber? Eu não posso te dá o que você quer. — Segurei seu queixo, lhe fazendo me olhar, em um ano namorando com Fiorella o máximo de beijo que trocamos foram seis vezes, e na maioria das vezes foram selinhos, pitocas rápidas, nenhum deles me fez sentir a metade do que eu senti pela manhã, sem contar o desejo que eu sinto ao ver a sua boca, apenas ver, aproximei minha boca da sua quente, macia, pequena, chupei seu lábio rosado a vi fechar os olhos, eu fechei os meus, senti a sua boca ser aberta para a minha, estalamos um no lábio do outro com o toque, e pela segunda vez nossas línguas estava envolvidas uma na outra, chupei sua língua de maneira terna, segurando o lado da sua face, suas n*****s apoiada em meu quadril, ainda de costas para mim, o vento vindo até nós, mas ainda assim havia calor. Quente, envolvente, molhado, e sem folego lhe deixei a minha frente, até que abriu os olhos me olhou, suspirando forte, mordi seu lábio inferior com desejo. — Eu me entrego a você por inteira, se me dê minha liberdade! — Neguei, lhe olhando eu o desejo, mas seu tio me devia muito, e uma grande parte em mim não queria que ela partisse. — Eu me entrego agora se quiser, mas deixe livre na manhã seguinte.
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