117- QUENTE

1311 Words

CAPÍTULO 117 BIBI NARRANDO A gente entrou no quarto e a porta nem tinha fechado direito quando ele já me puxou e me agarrou. Foi tudo muito rápido. Seu corpo encostou no meu, a porta fechou com um baque e a gente ficou no escuro, só com a luz da rua passando pela janela. Ele me beijou como se estivesse com sede e eu fosse a única água do mundo. Foi desesperado, profundo, cheio de um negócio guardado. — Eu esperei tanto por isso, Bibi... — ele sussurrou, com a voz rouca, entre um beijo e outro. — Tanto tempo. As mãos dele corriam pelo meu corpo, puxando meu vestido, puxando meu cabelo, me puxando pra mais perto dele, como se não fosse possível a gente já estar grudado o suficiente. Aí, do nada, ele parou o beijo. Ficou com a testa colada na minha, ofegante, e perguntou no meu ouvido,

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