116- BIBI

1202 Words

CAPÍTULO 116 BIBI NARRANDO O cheiro da comida era bom, mas o jeito que o Gabriel me olhava… porrä, aquilo sim me tirava o ar. Eu tentei disfarçar, focar no prato, mas toda vez que eu levantava o olhar, ele tava ali — firme, me encarando, com aquele sorriso de canto que parecia saber exatamente o efeito que tinha em mim. — Come, mulher. — ele disse, rindo. — Tu tá mais vermelha que o vinho. — Cala a boca, Gabriel. — falei, rindo também, pegando o garfo. — É que tu não para de me encarar, por isso. — E tu quer que eu olhe pra onde? — ele retrucou, debochado. — Pro prato? Tá doida? Revirei os olhos, mas o sorriso escapou. Ele adorava me provocar, e eu fingia que odiava, mas no fundo… eu gostava. A gente começou a comer, e o clima tava leve. Ele me servia, me enchia o copo, fazia piada e

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