Capítulo 12

2187 Words
Sem ao menos perceber, Isaak foi retirado da água e colocado sobre o pano xadrez, no pequeno espaço que estava sem os lanches, eles estavam tão absortos no corpo e nos beijos um do outro que apenas o desejo guiava, Henry tinha o lábio inferior um pequeno corte com a mordida do mais novo, o pescoço do mais novo estava com marcas bem visíveis apesar da pele n***a, seus cachos se encontravam numa bagunça gostosa que fazia Henry delirar ao ter as pequenas molinhas entre os dedos, as pernas abertas de Isaak fazia com que o mais velho se encaixasse perfeitamente no meio delas, fazendo seus pênis se tocarem e eles gemerem alucinados. — f**a-se, eu quero você. — Henry diz, completamente rendido pelo mais novo, Isaak gosta disso, do que pode fazer com o mais velho. — Eu também quero você. — Ele diz, os dois se encaram. — Tem certeza disso? — Ele leva sua mão até a face do outro, o mais velho fecha seus olhos com essa pequena ação que para ele foi como uma constatação de que o mais novo queria aquilo tanto quanto ele, ainda mais com o desejo brilhando em suas írises azuis. — Eu não sei o que aconteceu, mas eu te quero, te quero muito nesse momento, e provavelmente para sempre. — Era um alívio para Isaak deixar aquilo escapar por seus lábios. Ele sentia seu coração a ponto de explodir, era isso que ele queria, chegou finalmente à constatação, ele queria Henry para ele. — Seu corpo. — A mão do mais velho foi da sua cintura até acima do seu peito, as roupas molhadas eram um incomodo agora, pois elas impediam que os corpos se tocassem. — Eu sentir saudades, pela primeira vez eu sentir saudades depois de ter apenas uma única vez, tem noção que me prendeu aquela noite, noite essa que você apagou de suas memórias. — Sua voz está rouca pelo t***o. — O que faço com você? — Ele encara os olhos de Isaak que se encontra ansiosos. Ele tira a camisa do noivo com um pouco de dificuldade por estar molhada, em seguida retira a sua própria. — Faça eu me lembrar, ame meu corpo, me mostre o prazer que posso sentir nas suas mãos. — Isaak tenta, levando suas mãos ao peito bem definido do futuro marido. Henry sorri satisfeito e se levanta, retirando seus shorts e cueca, o mais novo encara o corpo desnudo, sente seu p*u ainda mais duro contra sua cueca molhada não apenas de água, outra coisa se junta a bagunça, seu pré-cozo que já sai em abundância apenas com os beijos quentes que deram e o corpo maravilhoso de seu futuro marido bem a sua frente, desnudo, ao seu bel prazer. Henry se ajoelha em frente ao noivo, abre seus joelhos com seus olhos presos nos de Isaak, ele se aproxima, ainda ajoelhado entre as pernas do mais novo e retira os shorts junto da sunga, libertando enfim o p*u duro do mais novo. Rossi sorrir de canto e diz baixinho contra a coxa esquerda do noivo, que foi levantada o deixando exposto. — Eu te beijei bem aqui, naquela noite. — Ele beija o local, sua língua saindo em seguida para provar da pele molhada, Isaak solta um gemido baixo e rouco enquanto o outro ainda distribui mais e mais beijos ao longo da parte interna da coxa, o deixando arrepiado e a ponto de implorar para que o mais velho o penetre logo, seu cu piscava em busca de algo que o preenchesse. — Por favor. — Ele implora, sem se importar com sua posição, mesmo que suas bochechas estejam vermelhas e ele esteja morrendo de vergonha por estar tão aberto e a mostra dos olhos do outro. — Por favor o que? — Henry abandona a cocha e beija a cintura fina do noivo, espalhando beijos abaixo do umbigo, de um lado a outro, enquanto o corpo se ergue em busca de mais contato. — Ah, esse cheiro, esse cheiro ficaram na minha cabeça, em meses e eu não fui capaz de esquecer, será que algum dia vou ser capaz de fazê-lo? — Ele fecha os olhos, se deleitando com o cheiro maravilhoso da pele de seu amante, Isaak se engasga com um gemido na garganta, o som sai estranho mais não menos fascinante aos ouvidos de Henry. — Por favor, Henry, por favor, eu preciso de você dentro de mim. — A voz sai entrecortada, implorando, lágrimas caem dos olhos de Isaak e Henry as pega com a língua, dando um pequeno selinho contra os lábios do noivo. — Chame meu nome, sempre chame pelo meu nome assim, Isaak. — Henry. Por favor, Henry. — Com um sorriso que dizia perigo, Henry desce, levando o pênis completamente para dentro da boca, o saboreando, babando e passando a língua pelas veias salientes, o levando fundo o bastante contra sua garganta. Isaak geme, grita, fecha os olhos e aperta os cabelos alheios para ter algo a o segurar, o trazer de volta a realidade ao ser levado a terra dos prazeres com uma língua mágica e uma boca quentinha, o mais velho se deleita com isso, levando seu dedo ao cu do noivo, ele circula o buraquinho que pisca, massageando o local, o gesto faz o menor abrir os olhos, mas não se afasta do toque, se deixando aproveitar daquilo, ainda mais quando a boca sai do p*u e se junta ao dedo, no trabalho de deixar tudo molhado para facilitar a entrada do p*u do mais velho. Ele o alarga com desenvoltura, até que dois dedos entrem e saem sem dificuldade, a princípio foi doloroso, mas Isaak volta a gemer com aquilo o preenchendo e o fazendo ver estrelas. — Você é sempre tão receptivo comigo, meu amor, seja assim apenas para mim. — Henry declara, completamente apaixonado. — Henry. — Isaak sente seu peito queimar com aquilo, queimar de paixão, de amor. Ele está completamente rendido ao seu futuro marido. Ele deseja tanto isso agora, chamar Henry de marido. SE APAIXONE POR MIM, SE APAIXONE POR MIM ASSIM COMO EU ME APAIXONEI POR VOCÊ. POR FAVOR. ME AME. Seus pensamentos gritam enquanto ele se desfaz num g**o avassalador, tendo a língua do noivo em seu cu e a boca em seu p*u. Sua respiração está difícil, seus olhos m*l se mantêm abertos quando ele sente o corpo maior cobrir o seu, dedos frios afastam seus cachos que grudam em sua testa tanto pelo suor quanto pela água do rio. Seus olhos se abrem, logo para mergulhar no preto que o chama, que o envolve. — Eu gosto de você. — Isaak diz, completamente fascinado, encantado pelo homem a sua frente. Ele sorri, um sorriso gentil e amoroso. — Eu também gosto de você Isaak. Gosto desde a primeira noite que nos vimos. Isaak circula a cintura do noivo com suas pernas e o pênis é alinhado ao seu buraco, entrando aos poucos, sem dificuldade, os dois estão conectados, se amando. Gemidos baixos sendo engolidos pela boca um do outro, Henry não deixa que nada escape, tomando tudo que seu noivo tem a lhe dar. Tomando seu corpo a movimentos hora lento, hora mais rápidos e certeiros em pontos específicos que faz o corpo menor tremer contra o maior. Desejo misturado com amor que os levam a beira do precipício, uma pequena linha a ser estourada, a ser ultrapassada, e eles ultrapassam, sem olhar para trás eles apenas seguem firme, juntos. O corpo menor treme, chegando ao ápice, os olhos fechados, a boca entreaberta, lábios vermelhos e inchados pelos beijos, e Henry memoriza aquela cena. Ele a quer ver pelo resto de sua vida. — Magnifico, lindo. — Ele geme, gozando dentro do corpo de Isaak, voltando a tomar os lábios do outro contra os seus num gemido satisfeito das duas partes. Passado alguns minutos os dois estão mais calmos e voltam a realidade, Henry retira sua cabeça do pescoço do menor, se jogando ao seu lado para depois trazer o corpo menor para seu peito, a mão de Isaak faz um carinho no peito do maior, aproveitando aquele contato íntimo e muito gostoso, eles tinham construído algo, e isso era muito bom. — Isso é bom. — Henry diz. — Você está se sentindo bem? — Isaak levanta a cabeça e encara o noivo. — Sim, estou bem. — Seus olhos se fecham por alguns segundos antes de voltar a olhar para o futuro marido. Henry sente uma ponta de preocupação pelos olhos do outro que parece ter medo. — Como vai ser agora? — Henry encara o céu cheios de nuvens, está um dia ensolarado e muito bonito. Mas sentir o corpo quente do outro contra o seu é ainda melhor. Ele toma uma respiração, sentindo os olhos do noivo sobre seu rosto, então ele sorrir e volta a encarar os olhos azuis. — Eu pensei que iria ter que me casar com algum desconhecido, ter minha vida ligada a alguém que nunca vi apenas para agradar meu pai e o manter feliz, me perguntei várias vezes se era isso o certo a fazer, se valia a pena me casar com alguém, me ligar essa pessoa por um contrato pelo resto da minha vida apenas porque meu pai estava pedindo. Muitas vezes me achei um louco, mas então cheguei a conclusão que nunca teria realmente a pessoa que eu queria comigo, antes mesmo de me apaixonar, eu já te queria, e isso me deixava em dúvida sobre qual caminho escolher, então escolhi o mais fácil, mais era o mais doloroso, porque se o destino quisesse me fazer sofrer ele te colocaria na minha vida novamente e eu estaria preso a um outro por um contrato, mas olha que engraçado, ele me colocou preso a esse alguém, mas esse alguém era exatamente a pessoa que eu queria, esse contrato nunca foi tão irresistível contra agora, eu desejo mais que tudo ligar minha vida a sua pelo resto dela. Eu quero cada segundo dela vivendo ao seu lado. Se eu te queria antes, e passei a ter um pequeno odeio por causa de nossas brigas iniciais, depois que elas foram sendo deixadas de lado, eu vi um Isaak novo, gentil, com um sorriso doce e um bom papo, que passou a amar cavalos tanto quanto eu, que ama essa fazenda e é gentil com as pessoas a minha volta, ainda mais com meu pai. Então o contrato será apenas para firmar algo que já estava fadado a acontecer, eu iria querer você fosse esse contrato ou não. Aquela declaração deixou o coração de Isaak a ponto de explodir, ele nunca sentiu aquilo antes, esse aperto gostoso no peito, essa chama que parece que nunca acaba. Ele finalmente sorrir para seu noivo. — Será um prazer ter nossas vidas ligadas, mesmo que seja por um contrato, eu passei a realmente gostar de você. Henry sorrir. — Então, casa-se comigo. Isaak sorrir. — Sim, eu me caso com você. Henry toma os lábios do noivo contra o seu, num beijo feliz e cheio de risadas, eles voltam a vestir a sunga e mergulham na água, aproveitando aquele novo momento e i********e descoberta entre eles, eles se amam, se divertem, e comem juntos, numa tarde inesquecível e descobrimentos um sobre o outro, era possível ficarem tão próximos em tão pouco tempo? E mais ainda, se amarem tanto quanto se amam com poucas horas de convivência? Algo que começou com um contrato, era agora transformado em sentimentos verdadeiros que iam além de um papel que eles iriam ter que assinar. Com um pedido silencioso, Isaak rezou para que aquele relacionamento desse certo, que eles tivessem uma vida feliz, longe de toda a maldade que esse mundo pode ter. — Nossos pais vão amar isso. — Henry diz enquanto ainda estão mergulhados na água, ele segura o corpo menor contra o seu, deixando um beijo cheio de carinho na bochecha do outro. Isaak rir. — Afinal eles contavam com isso, que pelo menos nos déssemos bem, veja, nos apaixonamos, o plano deu mais que certo. — Eles vão soltar fogos. — Aposto que vão. Acho que nem mesmo eles esperam por isso, então acho que vai haver um choque inicial. Henry trás a mão de Isaak, a que contém o anel de noivado, que ele nunca mais retirou, apesar de no início ter odiado, parece que o anel fazia parte dele, deixando um beijo sobre a joia, o mais velho tem um enorme sorriso nos lábios, ele realmente se transformou num bobo apaixonado. — Isaak, meu noivo. Isso soa bem. — Isaak beija os lábios alheio. — Henry, meu futuro marido. — Ele circula a cintura do outro com suas pernas. — Isso soa bem. Existe uma infinidade de amores, e eles acharam logo aquele que era arrebatador, de tirar o folego, de fazer tremer o corpo com o mínimo contato, o tipo de amor que era para sempre, mesmo que não ficassem juntos, um amor que não machucava, muito menos doía, um tipo de amor verdadeiro.
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