Ludmila Narrando 2 meses Depois... Eu olhava pra ela, parada ali, os olhos cheios de raiva e dor, e não consegui evitar o sorriso que se formou nos meus lábios. Eu sabia que a tinha vencido. O jogo estava jogado e, como sempre, eu ganhei. Fui mais rápida, mais inteligente. Mais tudo. — Você tem que aceitar que ele é meu e você perdeu – eu disse, a voz cheia de veneno. – Olha pra mim, olha pra você… não tem nem comparação. Eu sou a mulher que ele sempre quis. Eu sou novinha, tô inteira, você é uma velha acabada. Ela não respondeu, apenas me olhou, tentando se segurar, mas eu podia ver a dor nos olhos dela. Não tinha mais jeito, não agora. Eu já tinha ganhado. Ele era meu, e isso ela teria que engolir. Humilhei ela de todas as formas que pude. Cada palavra que saía da minha boca era uma

