capítulo 4

651 Words
Terrorista narrando E aí rapaziada, satisfação me chamo Bruno mas todos me conhecem como Terrorista, sou o dono do morro do alemão, assumi quando o antigo dono foi morto em uma tentativa de pacificação, comecei como fogueteiro e por mérito meu fui subindo até chegar onde eu estou hoje, desde menorzinho eu tinha visão, quando era criança via meu pai batendo na minha coroa e queria tirar ela daquela situação, minha mãe sempre deu seu trampo e aquele velho asqueroso chegava em casa louco de droga e agredia ela a troco de nada. Pedi ao antigo dono uma chance de entrar pro movimento, com 14 anos eu cometi meu primeiro homicídio tive o prazer de mandar o maldito do meu pai pro quinto dos inferno, fiz aquilo dando risada e naquele momenro eu tive a certeza que já não tinha mais volta pra mim. Tenho 28 anos, sou branco mas bronzeado com 1,87 de altura, corpo malhado com algumas tatuagens. Tenho uma fiel chamada Carol, que já tá do meu lado a uma cota, a verdade é que só tô com ela por conta do seu pai, que é um dos nomes de peso dentro do comando, nosso lance de passa de negócios, até porque mesmo assumindo ela eu sou bicho solto tenho minhas fodas pelo morro, sem falar as patricinhas que vem do asfalto em dia de baile pra sentar pra bandido. Aqui pelo morro eu ajudo todos aqueles que precisam, mas se vacilar vai ser cobrado, não tenho dó de ninguém, afinal de contas ninguém tem dó de mim, poucas pessoas conhecem o lado bom que ainda existe dentro de mim, no caso só minha coroa e meu braço direito WS, pro restante eu sou apenas o temido terrorista. Além da Carol eu tenho umas p**a pelo morro, mas a uns 5 anos atrás eu tinha minha 01 a Júlia, a loirinha, a coisa mais linda logo quando assumi o morro eu conheci ela em um baile e logo coloquei no meu nome, onde passava aqui no morro ela chamava atenção, de todas que eu pegava ela era a minha preferida, mas logo depois de assumir a Carol, ela me deu um gelo, disse que não era certo aquilo, e eu até entendo a guria, afinal de contas ela se dizia apaixonada por mim, e p***a eu gostava dela também, não digo amar, porque pra mim essa p***a de amor não existe, mas o que ela não entendia era que aquilo era o que eu poderia proporcionar. Quando assumi a Carol foi inteiramente por vantagem em um acordo com o pai dela, mas como não sou b***a tirei minhas casquinha, afinal de contas ela é gostosa pra c*****o, pouco tempo depois que assumi ela descobrimos que ela estava grávida e p***a fiquei feliz pra c*****o, sempre sonhei em ter um pivete ou uma princesinha, mas com 4 meses ela perdeu o bebê, ela optou por esperar pra engravidar de novo, e eu deixei esse desejo guardado dentro de mim. No dia que anunciei no baile que seria pai, vi minha loirinha no meio da multidão, ela tava linda pra c*****o, lembro até hoje como fiquei vidrado nela aquele dia, quando anunciei que seria pai vi seus olhos com lágrimas e logo depois ela saiu com a mina do Ws, entendi o lado dela, ela sempre se disse apaixonada por mim e naquele momento eu falava que seria pai do filho de outra, mas tudo ficou estranho demais quando ela simplesmente sumiu do morro foi então que descibiri que ela tinha ido embora do morro. Segundo o Ws ela foi embora morar com uma tia em outro estado, e isso foi a única coisa que a sua amiga contou, porque segundo ela a Júlia não queria que ninguém soubesse da sua vida, eu entendo ela de verdade, mas é f**a pensar que minha preferida foi embora sem nem se despedir.
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