— Você merece ser muito bem tratada hoje, Wictoria! — acaricio seu rosto, dentro do carro, a caminho do salão de festas. — Se comportou muito bem! Mas é melhor parar de franzir as sobrancelhas.
— Por que não esperou sua noiva? — sua voz é um pouco mais alta que um sussurro.
— Você chegou primeiro, e é mais bonita que ela. Seu pai passou o endereço da sua festa para o motorista, assim vai poder se despedir dos seus amigos.
— Me despedir? — ela arregala os olhos e mantém a voz baixa, mas ela sai um pouco aguda.
— Não vai poder ficar saindo com jovens irresponsáveis.
— Como pode dizer que são irresponsáveis? Você nem os conhece! — sua voz está agora numa altura normal.
— Não quer ser bem tratada hoje? — franzo o cenho.
— Você quer tomar conta da minha vida! Não pode dizer com quem eu ando, ou não…
— Esqueceu dos seus votos? — eu a interrompo, aproximando o meu rosto do dela, ameaçadoramente. — Vai recitá-los para mim todos os dias, até eu ter certeza de que você os memorizou, palavra por palavra! Não me desafie pois, não me importo de infligir dor, e não me importo a quem seja! Mais alguma pergunta?
— Meu sobrenome agora é Dmitryev? — ela volta a sussurrar.
— Dmitryeva. Mulheres têm a letra a no final. Mas isso depende do sobrenome. Posso te ensinar.
— Não vou poder continuar estudando? — ela suspira, parecendo mais afirmar que perguntar.
— Eu contrato os professores, se você quiser estudar. Depois você só precisa ir até a escola, ou faculdade, para fazer as provas, e pegar o seu diploma. — ela abaixa a cabeça, e eu coloco o indicador em seu queixo, fazendo com que me olhe novamente. — O que foi agora?
— Eu serei uma prisioneira… — seu olhar é um misto de raiva e mágoa.
— Poderá fazer passeios com as outras esposas da organização, sempre que merecer, e me pedir com antecedência.
— Como assim, merecer?
— Cumpra os seus votos, e você ficará bem.
— Mas…
— Você está começando a me irritar! — eu a interrompo, a olhando severamente. — É a sua festa de casamento. Não queira aparecer com o seu rosto vermelho e marcado! — encosto a mão aberta na lateral de seu rosto, e ela engole seco. — Agora que você entendeu, faça uma expressão mais alegre. Não de dê motivo de ira, como prometeu em seus votos!
O carro para, assim que termino de falar. Ordeno que espere eu abrir a porta do carro para ela e, assim que abro, lhe ofereço a minha mão para ajudá-la, mas advirto que seu semblante ainda não está de acordo com uma noiva feliz.
— Vou poder ver minha mãe, depois de hoje? — ela sussurra, começando a sair do carro.
— Claro que sim. É sua mãe!
Sussurro a resposta, então eu a vejo fechar os olhos e sorrir, com uma expressão de alívio. E que sorriso lindo, tem Wictoria! Mas eu não posso, e nem vou, me encantar com o seu sorriso. Nunca irei transformá-la numa esposa mimada! Ela terá sempre que me obedecer, para ter o que eu julgar bom e aceitável para ela. A partir de hoje, tudo nela pertence a mim! Ela aprenderá isso cedo ou tarde! E vai depender somente dela, se será da forma fácil ou difícil! Particularmente, eu não me importo que seja o modo difícil, mas confesso que seria muito bom, se ela aprender do jeito fácil!
— GORKY!
Alguém grita, quando Wictoria acaba de sair completamente do carro, e as outras pessoas em volta, começam a entoar a palavra, cada vez mais rápido. Ela assusta levemente, com o primeiro grito, mas seu sorriso não se desfaz.
Eu seguro seu rosto entre as mãos, e beijo seu sorriso gentilmente, então eu deslizo a minha língua sobre os seus lábios com suavidade, os provando, conseguindo acesso à sua boca, que se abre para mim. Sinto sua língua começar a explorar a minha boca, assim como a minha explora a dela. Retiro uma das mãos de seu rosto, a deslizo por sua cintura, a abraçando, trazendo seu corpo para mais perto do meu, e curvo seu corpo, intensificando o beijo, como em uma cena de cinema, arrancando suspiros, e gemidos, de Wictoria, enquanto nossa plateia, aplaude e assovia.
Olho para o meu padrinho, que está em minha frente, e ele me dá um sinal sutil, para que eu comece o protocolo de Prova de Virilidade. Não é só consumar o casamento! Tem algumas etapas antes. Assim, ergo minha esposa em meus braços.
— O que está fazendo? — ela pergunta se agarrando ao meu pescoço.
— Estou levando a minha linda esposa, para a sua festa de casamento, de forma gentil e cavalheiresca. — sorrio para ela, enquanto subo os poucos degraus, sob aplausos. — Está com medo que eu a derrube?
— Eu só não estava esperando que fizesse isso… — sejo seu olhar de dúvida, depois ela complementa. — senhor…
— Pode me tratar pelo nome, Wictoria. — ela assente. — Há mais algumas coisas, que devo te instruir para fazer. Obedeça, e continuarei te tratando bem. — paro perto da mesa destinada a nós, e a coloco no chão. — Vou até deixar que me faça um pedido!
— Qualquer pedido? — vejo esperança em seu olhar.
— Vai cumprir os seus votos para merecê-lo! — falo estreitando os olhos, deixando claro, que isso não é uma opção.
— Quero frequentar a faculdade! — ela fala rápido.
— Deixou um namoradinho lá? — pergunto ríspido, fechando o punho em seu pulso.
— Juro que eu não tenho ninguém, Maskim! — ela responde olhando nos meus olhos.
— Vou pensar. — respondo, ainda segurando o seu pulso, mas afrouxo o aperto. — Sorria e sente-se.
Beijo suavemente sua testa, e a vejo se sentar sorrindo. Não é o mesmo sorriso genuíno de alguns minutos atrás, mas já é um bom começo.
Permaneço em pé, pois percebo meu padrinho, vindo em minha direção. Ele me diz de algumas tradições em casamentos italianos que, provavelmente, os pais e amigos de Wictoria, agora todos presentes no salão, possam querer, como a primeira dança dos noivos, a maneira de cortar o bolo… pequenas coisas que não faríamos.
Enquanto estamos discutindo o que é viável, ou não, percebo que Aurora se aproximou para falar com a filha, provavelmente, pensando que eu não a ouviria, elas conversam um pouco mais alto que um sussurro.
— Confesso que fiquei preocupada, quando soube quem era o seu noivo! Mas consegui perceber a paixão entre vocês, quando se beijaram! O seu sorriso ao sair do carro, acalmou o meu coração, filha!
Olho discretamente para elas, que estão sentadas, se abraçando. Percebo o sorriso de minha sogra, enquanto ouvimos a resposta de Wictoria.
— Eu disse que só precisava da sua presença, mãe. Obrigada por me atender e entender!
Me viro para o meu padrinho, e o vejo sorrir. Com certeza, ele as ouviu também.
— Faremos a primeira dança. Acredito que todos vão gostar de nos ver dançando.
Sorrio também, ele concorda e se afasta. Pego uma dose de whisky, de uma das bandejas que passam perto de mim, e me sento, quando noto que mãe e filha mudaram de assunto. Esbarro sutilmente no braço de minha linda esposa, e aproximo o meu rosto do dela, quando ela se vira para mim.
— Me desculpe… — falo, dando a ela, o meu sorriso mais encantador. — foi sem querer.
— GORKY! — alguém grita, quando ela abre a boca para responder, puxando mais um coro, entre os convidados.
— Com licença, madame Attenezi! — falo desviando o olhar para a minha sogra. — Mas não podemos ignorar o pedido dos convidados.
Seguro o rosto de Wictoria, e a beijo intensamente. No meio do beijo, sinto sua mão, acariciando meu rosto, e eu continuo a beijando, até que os gritos se transformem em ovações, assim como nas outras vezes.
— Gorky significa beijo? — ela me pergunta, depois de ver que sua mãe está com seu pai, em outra mesa.
— Significa amargo, ou azedo, mas é o pedido de um beijo entre os recém-casados. — explico, mas ela franze as sobrancelhas, parecendo não entender. — A tradição diz que, o beijo, adoça o relacionamento.
— Então, quanto mais beijos, mais doce será a vida do casal? — ela pergunta.
— É o que diz a crença dos mais velhos, que inventaram essa tradição: quanto mais beijos apaixonados, durante a celebração, mais doce será a união.
— Você quer dizer que, se eu te beijar bastante hoje, você vai ser mais doce comigo?
— Está dizendo, que eu não estou sendo doce com você?
— É claro que n…
Ergo uma sobrancelha para ela, que se cala e abaixa a cabeça. Coloco o indicador embaixo de seu queixo, e a faço olhar para mim de novo.
— Uma primeira dança, seria um gesto doce? — pergunto, pois sei que, uma das atividades dela na academia, é dança.
— Acredito que sim. Eu amo dançar! — ela sorri levemente.
— Sabe dançar valsa? — pergunto, apesar de saber a resposta.
— Sei! — seus olhos brilham de expectativa, enquanto me levanto, sem desviar o meu olhar do seu.
— Me daria essa honra, madame Dmitryeva? — ela sorri ao pegar a minha mão, e se levanta. — Posso inovar com alguns passos? — pergunto, guiando-a para o meio do salão. Claro que ela nem imagina, que assisti alguns vídeos de suas apresentações.
— E se eu não souber o que fazer?
— Eu te digo o que fazer, antes de te conduzir. Se souber ser conduzida, vai se sair muito bem.
No meio do salão, eu a giro nos posicionando, e os convidados se afastam, enquanto meu padrinho fala para a tocar uma valsa.
Começo a conduzir minha esposa, nos passos tradicionais da dança, então, eu a giro e a deixo de costas para mim, dizendo a ela, que continue nos mesmos passos. Ela é fácil de ser conduzida e obedece muito bem aos comandos, parecendo adivinhar meu próximo passo. Digo a ela que continue no ritmo, sem sair do lugar, em passos curtos. Eu coloco um joelho no chão e, segurando uma de suas mãos, faço a parte da troca de joelhos no chão, a circulando, com o passo tradicional da dança cossaks, tradicional da Rússia. Finalizo me levantando e, a tomando pela cintura, a coloco de lado para mim, inclinando seu corpo, para beijar intensamente sua boca.
— Temos que ir! — falo com a voz rouca, sentindo meu p.au se eriçando em minha calça, em meio à ovação dos presentes.
— Mas… — ela me olha confusa. — e a festa?
— Podemos voltar depois, se você quiser. — respondo, a olhando ardentemente. — Eu, pelo menos, vou voltar.
Pego sua mão, e meneio a cabeça para o meu padrinho, sinalizando que estou a caminho da consumação do casamento. Wictoria tenta argumentar, que nem se despediu de seus pais, e vejo um indício de medo e dúvida, em seu olhar, que eu ignoro, e a levo para o carro, carregando-a em meus braços, percebendo que ela vai parar no meio do caminho.
Chegamos no hotel, que eu já havia reservado, e começo a levá-la para a suíte, sob os seus protestos.
— Vou dizer apenas uma vez, Wictoria. Pare!
— Mas o meu casamento…
— Você está casada comigo! Este é o seu casamento! Eu disse que a trataria bem hoje, não me faça descumprir a minha promessa!
— Por favor! Não faça isso, Maskim… — ela sussurra, enquanto começo a desabotoar o seu vestido.
— Está começando a me irritar, Wictoria!
Puxo os tecidos de uma vez, lançando diversos botões pelo ar. Ela dá um gritinho baixo, com o susto. Sinto seu corpo tremer levemente, enquanto retiro o seu vestido e a anágua de armação. Olho para o seu rosto, seu olhar está baixo, mas ela não está chorando, e mantém os braços em posição de defesa, sobre os s***s, com os punhos fechados, próximos ao seu queixo.
Eu a carrego para a cama e, nem mesmo assim, ela retira os braços da posição. Viro sua cabeça para o lado, e começo a beijar seu pescoço. Consigo abrir caminho, então sigo beijando o seu colo, sua barriga, seu baixo ventre; desloco sua calcinha para o lado, abro um pouco os seus grandes lábios, e mergulho a língua em seu clí.toris. Eu a ouço sugar o ar. Continuo investindo contra seu clí.toris, até que seus dedos mergulham em meus cabelos, suas pernas se abrem totalmente, e seus gemidos inundam o quarto, enquanto seu corpo se contorce, se rendendo ao prazer que estou lhe proporcionando. Retiro sua calcinha, agora que ela não me oferece mais resistência, evitando parar o contato de minha língua, por muito tempo.
Não demora muito, para que seu corpo comece a convulsionar o seu org.asmo, e seus dedos se fecharem, puxando meus cabelos, enquanto ela puxa minha cabeça, como se houvesse espaço para que eu chegue mais perto.
Me certifico de que, uma toalha branca foi colocada, em posição estratégica, e que seu quadril, está em cima dela, então deslizo o meu corpo por cima do seu, posicionando a glande em sua bu.ceta encharcada. Me apoio em um dos meus cotovelos, próximo à sua cabeça e, com a mão livre, continuo massageando seu clí.toris, observando seu rosto, enquanto seu orgas.mo começa a cessar, e deslizo a glande para dentro dela, até encontrar a sua barreira.
— Relaxa, querida.
Sussurro em seu ouvido, ao sentir seu corpo se tensionar levemente. Assim que ela relaxa, pressiono o suficiente, para romper a sua barreira.
— Para, por favor! — ela empurra o meu peito, e sua voz soa chorosa. — Está doendo!
— Vou aliviar a dor, está bem?
Começo a me retirar de dentro dela devagar, enquanto beijo a sua boca. Seu corpo está, mais uma vez, enri.jecido. Beijo seu colo, e brinco com seus m*****s, passando os dentes, por cima do tecido de seu sutiã, com suavidade. Vou beijando e lambendo o seu corpo, até chegar, mais uma vez, com a em seu clí.toris. Mas ela está com dor, então, encosto meu queixo em seu pe.ríneo, para o massagear, enquanto passo minha língua, por baixo de seu clí.toris.
Sinto a textura do filete de sangue, entrando em minha barba, o que vai com provar que minha viri.lidade não foi bruta, pois eu a tratei com carinho, fazendo com que sua dor diminua, e esse é o jeito que eu encontrei de provar à cúpula da Regnum, que sou amável com minha esposa, desde a nossa consumação.
Wictoria go.za mais uma vez, e eu volto a me deitar em cima dela.
— Relaxa, para não se machucar. — sussurro, olhando em seus olhos. — Não vai doer de novo.
Ela assente, mas seus olhos demonstram apreensão. Eu a pene.tro devagar, a deixando se acostumar com o volume dentro dela, a cada centímetro que avanço. Sinto seu corpo relaxando aos poucos, e ela começa a gemer. Beijo sua boca, tomando cuidado para não encostar a ponta de meu queixo, e sujar seu rosto. Massageio seu clí.toris novamente, até go.zarmos juntos.
Eu a ajeito na cama, aviso que minha madrinha, virá falar com ela e, por isso, tenho que sair. Então, pego a toalha debaixo dela, e beijo a sua testa. Visto um roupão felpudo, e vou para a suíte, no final do corredor, onde a cúpula me aguarda. Os doze homens ali dentro, olham para o meu rosto, me avaliando, enquanto meu padrinho se aproxima e pega a toalha em minha mão. Ele a abre, e mostra para os demais.
Me ajoelho, assim que meu padrinho telefona para a sua esposa, Elea, para que ela vá até o quarto, para conversar com Wictoria. Provando, mais uma vez, minha viri.lidade, permaneço de joelhos, com o corpo reto, olhando para a frente, aguardando o final da avaliação de minha madrinha, sem esmorecer! Não importa quanto tempo leve!