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A 500 anos luz

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Nathalia é apenas uma adulta comum com a vida agitada, porém tudo isso muda, quando em uma noite luzes brilhantes no céu a levam para um novo universo, agora sua nova vida tendo que se adaptar aos perigos e costumes do novo planeta a 500 anos luz de casa.

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Capítulo 01
                              Nathalia Acordei com o barulho insuportável do despertador, o desliguei com um suspiro logo em seguida me sentando na cama. Me estiquei tocando os pés, ouvindo o estralo de minha coluna travada. Levantei-me e segui até o banheiro, tirando meu pijama fino no caminho. Tomo um banho morno e revigorante, me visto com a primeira roupa que encontro, que consiste em uma blusa do Guns In Roses e um jeans preto, nos pés coloco meu coturno que vai até a canela e saio cambaleando para o quarto de minha mãe, passo o creme de rosto e em seguida o desodorante em creme. Dou uma leve penteada no cabelo e uma ajeitada em seus fios rebeldes. Saio do quarto cumprimentando minha gata no caminho, encho sua vasilha antes de descer as escadas, encontro meu tio, minha vó, minha irmã e minha mãe na sala tomando seus respectivos cafés, pego minha xicara preta, com escritas em dourado “Informática” e coloco o famoso café com leite nela e deixo no micro-ondas por exatos 1:30 minutos, enquanto vou ajeitando minha mochila, colocando minha marmita na bolsinha. -Bom dia, né mocinha! -Exclamou minha mãe. -Bom dia gente. -Digo continuando a arrumar a mochila. -Atrasada? -Meu tio pergunta. -Uhum. – Confirmo abrindo o micro-ondas pegando meu leite. Queimo a língua, por conta dos minutos que não calculei direito o tempo certo, xingo baixo recebendo um olhar reprovativo de minha mãe. -Eu levo você. -Meu tio diz e eu concordo com a cabeça. -Vamos então? -Pergunto após tomar o leite. -Não vai comer nada? -Questionou minha mãe. -Não vai rolar, compro algo no caminho, relaxa. Pisco para ela e eu e meu tio seguimos para o carro. Quase infarto em vários momentos com a velocidade que ele dirige e com a proximidade que o mesmo chega dos outros carros, em todo momento até chegar à rua próximo à estação, além do cinto de segurança vou segurando naquela famosa alavanca conhecida como p**a que pariu e é claro com o lembrete de nunca mais pegar carona com ele. Me despeço assim que o mesmo me deixa em uma rua antes, saio do carro branco com o símbolo da prefeitura e sigo para a estação de trem em passos rápidos, passo pela catraca praticamente atropelando a mesma, pois ouvi o barulho de meu trem encostando na plataforma. Desci as escadas correndo quase atropelei uma velha, mas consegui pegar o tão famigerado trem que ia sentido a estação Júlio Prestes. Amaldiçoei mentalmente o trem por estar lotado e me encostei na última porta do vagão, tirando a pesada mochila das costas e a coloco entre as pernas. Desembaraço o fone branco com preguiça. Coloco Cirice para tocarem volume alto enquanto encaro o nada. Alguns olhares masculinos me incomodam, mas apenas ignoro. Paro um ambulante que vendia chocolate e compro duas barras para ir amansando meu estomago no caminho. Quando o trem para na estação de Osasco e a maioria das pessoas começam a sair, me apreço para pegar um dos bancos disponíveis. Me sento no banco vermelho frechando os olhos em seguida, ouvindo minha playlist de músicas variadas. Cinco estações exatamente até a minha, encaro o relógio quando o trem chega em Imperatriz Leopoldina, 8:40, constato que provavelmente chegarei 3 minutos atrasada e volto a fechar os olhos. Quando o a voz robótica finalmente comunica: -Próxima estação Barra Funda, desembarque pelo lado esquerdo do trem. Next station Barra Funda, get off on the left side of the train. Sai do trem com rapidez, indo em direção a escada rolante, passando por aquela rotineira demora, por conta da lotação de uma vez só indo em direção a escada. Subo pelo lado esquerdo, onde normalmente é o lado dos apressadinhos que não querem deixar a escada os levar ou que estão atrasados como eu. Me estresso com algumas pessoas que andam lentamente, pois estão respondendo o maldito celular e quando finalmente a escada chega ao seu fim, corto as pessoas em meu caminho seguindo vorazmente até a catraca, a atropelo mais uma vez, enquanto ando, pego no bolsinho de fora da mochila meu crachá e finalmente coloquei as duas alças nas costas. Prendo a respiração passando pela parte de fora da estação, por conta do cheiro dos moradores de rua, ao passar por ali amaldiçoei o governo por não ajudar em p***a nenhuma para salvar esses coitados e dar-lhes uma situação melhor. Atravesso a avenida em seguida passo por de baixo viaduto, pego o panfleto que havia um rapaz entregando-os e o jogo no bolso da blusa de frio que eu usava. Já na rua do trabalho passo em um trailer preto e compro um energético e um pão de queijo caprichadíssimo. Sigo para o trabalho, espero exatos dois minutos na frente do portãozinho, mas logo perco a paciência e aperto o botão do interfone onde imediatamente eles liberam a minha entrada. Dou um oi para Carina que estava na recepção, passo meu crachá na catraca e vou para o elevador, ele demora uns dois minutos para chegar, adentrando mesmo sinalizo o quarto andar. Chegando no mesmo passo o crachá na porta de entrada, cumprimento as moças da limpeza com um sorriso no rosto e me aproximo de minha mesa. -Hello boss. -Digo assim que me aproximo de meu chefe. -Bom dia! – Carlos acenou para mim. Cumprimentei os meninos, Ricardo, JP, Euclides e Eduardo. Confesso que no processo de dizer bom dia a Eduardo evitei revirar os olhos, mas eu realmente tive vontade. Encaro Euclides com um olhar divertido. -Cadê o Jorge? -Ele olha para mim e ri. -Adivinha... -Diz rindo. -Avisou o Carlos que está de atestado, pegou mais cinco dias. -De novo? -Riu de nervoso. -Meu pai, fazer o que né a gente já avisou é o máximo que podemos fazer. Dei os ombros e peguei meu notebook saindo do laboratório para a mesa. Deixo-o ali e volto a bendita salinha para buscar o carregador e outros computadores de backup que eu tinha para fazer, pego também o ssd de boot. Ajeito tudo em minha mesa, colocando tudo no seu devido lugar. Abro meu energético finalmente e começo a comer enquanto ligo os equipamentos para começar meu trabalho. Abro o aplicativo da empresa e arrumo meu ponto, antes de realmente começar a trabalhar, iniciei o trabalho logo em seguida.                                Khalyu A madrugada em Luyten já começou caótica e como sou o futuro líder de meu povo e um dos guerreiros mais experientes em campo pulei de minha redoma de descanso assim que ouvi a voz de meu irmão e conselheiro. A fêmea que ante poucos minutos dormia ao meu lado resmunga reivindicando minha presença, porém apenas corro para colocar as vestes e armadura, como sempre estavam fáceis, eu estava sempre pronto. Sai dos aposentos como um furacão e Kharha me explicou a situação, novamente os Crosld haviam invadido nosso território tentando vender fêmeas, fêmeas essas que viemos resgatando ao longo da luz. Eu já estava pronto para arrancar a cabeça de qualquer macho que tenha comprado uma fêmea sequer daquele contrabando imundo, assim como também estava pronto para dizimar aqueles seres inferiores de uma vez. Cheguei próximo as docas o mais rápido que pude e logo de cara vi alguns de meus homens rosnando e a criatura minúscula acinzentada com suas mãos esguias para cima. -Khalyu. -A voz desesperada e distorcida saiu de sua caixa de fala. -Por favor! Não iremos mais para seu território... -Ergui uma mão para que parasse de falar. -Eu avisei Lish... -Minha voz saiu como um rosnado forte, eu estava realmente irritado com a audácia desse ser imundo. -Que não haveria próxima vez. Liberei minhas garras que até esse momento estavam tentadas a rasgar a garganta desse ser insignificante. Impulsionei as pernas e fiz o que faço de melhor, destrocei a criatura e cacei cada um deles em meu território, enquanto dei afirmação para que minha frota aérea destroçasse qualquer uma das naves Crosld que estivessem na orbita de nosso planeta, mas sem machucar qualquer fêmea. Libertei todas, dando as a escolha de ficar ou de voltar a sua casa, mesmo com os protestos de meu irmão. Valorizamos muito as fêmeas, pois uma doença praticamente as dizimou e contra a vontade dos antigos nosso planeta teve que se adaptar as relações interespécie, mesmo com nosso gene de laços permanentes, que aparentemente também se adaptou, pois muitos já conseguiram nesses resgates que fazemos encontrar sua prometida. -Por que irmão está tão desesperado para manter essas fêmeas em Luyten? -Minha voz sai áspera, estou banhado da cabeça aos pés e eu tremo ao ver o medo estampado em todas que resgatamos. -Uma delas é minha. -Resmungou fazendo uma expressão dolorida. Mostro os dentes em um sorriso que só uso com ele. -Com medo de uma fêmea, irmão? -Gargalho e ele mostra os dentes em sinal de ameaça. -Qual delas é? -Aquela Naga de calda rose e dourada. -Diz. Meus olhos pousam na bela criatura metade cobra que estava sentada em sua própria calda fumando Zennith pela cor da fumaça. Vi marcas de Arn roxas em sua barriga, ou seja, o primeiro macho que acasalasse com ela a faria dependente de si, também havia joias douradas por todo seu corpo, o que a destacava ainda mais. Vi dor no olhar de meu irmão, ao encarar a barriga de sua companheira. Apertei seu ombro o empurrando logo em seguida. -Vá falar com ela. -Saiu como uma ordem e realmente era. -Antes que outro macho a roube de você. -Ele rosnou em resposta e saiu andando. Ri de sua atitude e fui em direção ao palácio. Já estava amanhecendo e a luz roxa ia se dissipando, dando lugar as luzes douradas de lux, nossa estrela maior. Caminhando pela vila, senti olhares curiosos e preocupados, porém eu os entendia, não é todos os dias que você vê seu futuro rei andando pelas ruas coberto por sangue. Assim que adentrei meu lar, fui recebido pelos olhares dos criados e o olhar orgulhoso de meu pai. Acenei e me curvei para o rei, que me dispensou em resposta para que eu me lavasse e assim o fiz. Minha amante já não estava mais no quarto quando voltei, ainda bem.                                Nathalia Ao final do expediente o pessoal resolveu ir a um barzinho e jogar uma sinuca. Todos concordamos, mas como sempre ouve aquela enrolação para sair, sempre decidindo quem ia no carro de quem e quem iria de Uber. Fomos eu, Eduardo e Euclides no carro de Carlos. Um Civic preto muito belo. Chegamos no bar, entregamos as fichas, quem ficou com cerveja ganhou uma bela caneca, eu optei pelo famoso chopp de vinho que era magnifico. O restante da equipe estava lá, a maior parte que ficava de home office. Já montei minha equipe com augusto assim que cheguei. Todos muito animados, bebendo e comendo conforme as porções da casa chegavam. Eu e Au ganhamos a primeira contra JP e James. Ri de Eduardo por não acertar uma bola sequer e torci para que Cezar tivesse sorte, pois com Eduardo como parceiro ficaria meio difícil. Risada vai, risada vem e com isso as horas passam e logo recebo uma ligação de minha mãe. Me despeço do pessoal, pago minha conta e peço um Uber que aceita rápido. No meio do caminho reparo que coloquei o endereço para o começo da rua e não o meu endereço. Bato na cabeça por conta da minha falta de atenção, porém não faz m*l andar uns poucos metros. Mandei mensagem pedindo para que minha irmã me esperasse em frente ao portão, ela concordou com um: “O que eu não faço por você?”. O motorista era simpático então a viagem foi rápida. Ele me deixou na rua, eu o agradeci e segui caminho até em casa. Mesmo um pouco distante conseguia ver minha irmãzinha de longe encostada no portão a minha espera. Porém uma sensação estranha foi se apossando de mim, conforme eu me aproximava, então olhei para trás, nada. Mas quando a luz me atingiu e eu ouvi o grito de minha irmã eu percebi que tinha que ter olhado para cima. -CORRA! -Gritei para ela que entrou, enquanto meu corpo flutuava para onde eu sequer sabia. E essa foi a última coisa que vi.

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