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CASAMENTO POR CONTRATO COM O CEO

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Tayná Melo uma jovem de 20 anos que tem sua vida revirada ao averso quando vê seu pai sendo preso, sempre foi muito apegada a ele desde que foi abandonada pela mãe ainda criança.

Ela decide que vai provar a inocência do seu pai a todo custo, sem se importar com as consequências das suas decisões, quais caminhos tenha que seguir ou dores que tenha que suportar.

Rafael Moretti, advogado criminalista, solteiro e um libertino assumido, fugindo de relacionamentos sérios e tendo como principal objetivo gozar a vida. Até que seu pai decide que ele tem que assumir os negócios da família, da um rumo em sua vida e ele se ver pressionado a tomar uma decisão, Rafael tem duas escolhas, segue o que seu pai exigiu ou perde toda sua herança.

Os caminhos de Tayná e Rafael se cruzam em um acidente de carro, eles se odeiam no momento em que se olham pela primeira vez.

Ambos voltam a se encontrar dias depois e descobrem que fazem parte do mesmo círculo de amizade, fazendo com que um conheça a história do outro, Rafael vê em Tayná uma forma dele conseguir cumprir o que foi imposto pelo pai, Tayná vê em Rafael um jeito de tirar seu pai da cadeia.

Tudo começa com um jogo de interesses até que um se apaixona e faz tudo mudar.

Uma história que contém, segredos, felicidades, dores, mágoas e muitas decepções. Será possível deixar tudo que a magoou para trás?

Ele é debochado;

Ela é ignorante;

Ela quer salva seu pai;

Ele quer uma família por contrato;

Eles se odeiam;

Eles não levam desaforo para casa;

Ela se vê perdida em meio as decepções;

Ele tenta se encontrar em meio aos erros;

Poderá duas pessoas tão iguais, viver uma grande história de amor?

Venha descobrir conosco em Casamento por contrato com o CEO

Obs: História pode conter alguns gatilhos devido a personalidade dos personagens.

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CAPÍTULO 1
PRÓLOGO — Estou grávida! Preciso falar com meu marido. — Não quer esperá-lo chegar em casa? Não recomendo ir falar com ele agora — avisa. — Por que não posso ir falar com ele? — pergunto irritada. A mulher respira profundamente. — Ele está com ela. No momento em que as palavras saem da sua boca, meu coração acelera e mais uma vez sinto como se ele quebrasse em mil pedaços.   CAPÍTULO 1 Tayná Melo — Não somos ricos para contratar um advogado, tia, mas sei que as coisas vão dar certo e vou conseguir alguém competente para defender o meu pai — falo irritada. — Tayná, filha, por favor, seu pai já pediu para você não se meter nisso, ele já confessou o roubo — minha tia fala, mas não aceito isso. — Eu não acredito, meu pai sempre me ensinou o certo. Sei que mesmo passando por uma situação financeira difícil ele jamais roubaria seja o que for — falo inconformada. Minha tia me olha, suspira e vejo que está cansada. Ela sabe que não vai conseguir colocar na cabeça que meu pai é um criminoso. Papai jamais faria uma coisa dessa e sei que ele foi coagido a confessar o roubo. — Tudo bem, Tayná, você é muito teimosa. Escuta o que estou falando, essa sua teimosia ainda vai te colocar em grandes problemas. Seu pai já pediu para você esquecer essa história de que ele é inocente, mas você continua insistindo. Só te peço uma coisa, não faça uma loucura procurando um advogado — ela fala e sai da sala me deixando sozinha com meus pensamentos. Meu pai foi preso após ser acusado de roubo, ele era o diretor financeiro de uma empresa e foi descoberto um desfalque no caixa. Meu pai assinou alguns contratos que estavam, infelizmente, alterados e ele não percebeu, como consequência pegou nove anos de prisão, mesmo sendo real primário. No começo, meu pai tentou provar sua inocência, mas do dia para a noite optou por confessar. Porém, meu pai estava tão nervoso ao confessar que eu sabia que não tinha como ele ter feito aquele desfalque milionário. Para onde foi esse dinheiro, sendo que passamos por um grande problema financeiro? Papai sempre me deu o básico e me ensinou a nunca pegar nada de ninguém. Sem contar que ele nunca foi viciado em nada, cigarro, jogos, etc... Então, cadê os milhões que dizem ter sido roubado por ele? Não tem lógica alguma essa informação. Mas acredito que vou conseguir um bom advogado e vou tirar meu pai dessa. Seja como for, vou conseguir um advogado. *** Dias depois... Hoje não vou ao hospital, pois preciso ir ao fórum para tentar arranjar mais um advogado para o meu pai, já que o último desistiu do caso. Ele alegou que meu pai era culpado. Impossível! Meu pai jamais faria isso, sei disso. Não tenho dinheiro para pagar um advogado particular e os públicos acabam desistindo, acredito que pelo fato da empresa Holter ser muito poderosa e ninguém vai querer entrar em um embate com eles. Mas, sei que vou encontrar alguém e vou tirar meu pai dessa. — Parabéns, minha filha! — Minha tia me abraça feliz por eu esta recém-habilitada. Algo que não foi fácil, mas consegui. Fiz bastante bico em um posto de gasolina próximo, fora as coxinhas que vendi na faculdade para pagar a minha habilitação. Minha tia vive da aposentadoria e me ajuda a pagar parte do meu estudo, porém, já avisei a ela que quando eu for admitida no hospital como enfermeira fixa, vou devolver cada centavo que ela gastou comigo. Não por orgulho, mas porque sei que ela precisa. — Obrigada, tia. Não vou ao hospital hoje, preciso ir ao fórum para resolver a situação do papai. Minha tia, como sempre, me olha irritada. Ela não quer que eu me preocupe com isso, diz que sou teimosa e preciso seguir em frente. O problema é que não consigo. Quando me formar, o que ocorrerá em alguns dias, e conseguir uma vaga fixa no hospital, vou contratar um advogado e meu pai vai ter a situação resolvida. — Tayná, não faça loucura — ela pede. Sorrio, tentando tranquilizá-la. — Jamais — respondo firme. — Agora, como se sente habilitada? Pensa que o nosso Monza vai aguentar você andando por aí toda linda, plena, bela e maravilhosa? Sorrio em resposta. Minha tia sempre fala que amor-próprio é tudo e concordo totalmente com ela. — Vou lá com o Monza sapão do papai e tenho certeza de que vou arrasar. — Saio rebolando para tomar um banho e ir ao fórum na cidade. Graças a Deus, recebi ontem meu salário do estágio que faço e por isso enchi o tanque do carro. Tomo banho e quando termino de me secar coloco um vestido social preto e sandália. Estou sempre muito bem arrumada e maquiada. Meus olhos são azuis e meu cabelo é liso e preto. Sou uma morena divina como minha tia tanto fala. Acredito que os olhos eu puxei da minha mãe. Ela foi embora quando eu tinha apenas cinco anos, mas me lembro da cena como se fosse hoje. “— Sônia, como pode querer ir embora? — papai perguntou alterado. — Sabe que nunca quis ter filho, mas você queria e eu te dei. Agora chega, Marcos, não sou capaz de ser a mãe que ela precisa, então vou embora. Sou nova ainda e quero curtir a minha vida, não ficar presa nisso para sempre — ela falou sem nem hesitar. Eu era apenas uma criança de cinco anos, mas ver sua mãe parada em frente a uma porta com algumas malas ao seu lado, brigando com seu pai, enquanto você está escondida em um canto, presenciando tudo, é bem complicado. — Tayná ama você — ele falou. — Eu não a amo. Tayná foi planejada por você, não por mim — ela rebateu. Mamãe pegou as malas e abriu a porta, nessa hora corri até ela. — Mamãe, não vai embora, prometo ser boazinha. — Grudei nas pernas da minha mãe e chorei pedindo que ela ficasse. Sabia que mamãe estava brava porque briguei com uma amiguinha na escola que me chamou de chorona e pobre, o que não gostei e acabei puxando o cabelo dela. — Tayná, me solta! Seu pai vai ficar com você, a mamãe vai viajar e já volta. — Ela me afastou das suas pernas e me olhou nos olhos. — Eu vou viajar e você vai ficar com seu pai. Sei que ele vai ser bom para você. — Não quero só o papai, todo mundo tem uma mamãe — falei com lágrimas nos olhos. Ela olhou para o meu pai que veio ao meu encontro, me segurou em seus braços e sorriu para mim. — Filha, não se preocupe, papai vai cuidar de você. Em segundos, escutei o barulho da porta se fechar, sinal de que minha mãe tinha ido embora para não voltar mais.” Dali em diante, meu pai lutou para cuidar de mim, com a ajuda da minha tia. Era ele quem ia nas reuniões da escola e festinhas. Em tudo quem sempre participou foi meu pai que se desdobrava para me dar atenção e trabalhar. Para mim, papai é incrível, meu herói. Lembro ainda que durante dias perguntei ao meu pai por ela, mas não obtinha qualquer resposta. Até que, com o passar do tempo, percebi que não valia a pena esperar por ela e parei de perguntar onde ela estava. Sofri muito bullying na escola por ser a única criança sem mãe, normalmente as crianças não tinham pai presente. Mas eu não sou todo mundo, né? Então fui a privilegiada em não ter a presença da mãe. Sei que meus olhos são parecidos com os dela, pois meu pai é loiro de olhos pretos, ou seja, não tem como ser dele. Termino de me trocar e saio de casa em direção ao Monza sapão do meu pai fica estacionado na rua já que não temos garagem. Moramos em uma casa alugada, na periferia da cidade. Ela tem dois cômodos e é bem aconchegante, mas devido estar localizada em um beco, não espaço para se ter uma garagem. O valor do aluguel de casa com garagem em São Paulo é um absurdo, então me contento com o carrinho lindo do meu pai estacionado na rua mesmo. — Tayná agora vai se sentir a rica do pedaço, pois já estou sabendo que é a mais nova habilitada — Brandon fala quando me vê. Brandon é meu amigo de infância, sempre esteve ao meu lado e me ajudou muito a passar na prova da faculdade, onde ganhei bolsa integral. — Com certeza vou estar incrível com essa belezura. — Aponto para o carro. Brandon me abraça e sorri. — Fico feliz por você. Logo vamos estar nas pistas os dois. — Ele faz um sinal de alta velocidade com a mão enquanto caio na gargalhada. — Você é incrível! — Não mais que você. Agora me diga, aonde vai? — No fórum. Brandon sorri de lado, pois também acha loucura eu defender tanto meu pai quando ele confessou ser culpado. — Não me olha assim, você também não acredita que ele fez aquilo e sabe que estou atrasada. Ele levanta as mãos em rendição. — Desculpa, realmente não acredito que ele seja culpado, mas ele confessou e pediu para você não tentar tirá-lo de lá. — Eu sei, mas sou filha dele e não vou deixar meu pai inocente atrás das grades. Agora estou indo e mais tarde nos veremos. — Dou um abraço apertado nele, em seguida entro no carro do meu pai e saio. O Monza sapão não está nas melhores condições, mas dá para o gasto. Acredito que vou ser efetivada no hospital e logo estarei em uma condição bem melhor do que estou hoje, então vou comprar um carro e morar em uma casa melhor. Estou a caminho do fórum com o som ligado, mas prestando atenção em tudo, porque acabei de tirar a habilitação e não posso tomar multa. Escuto o celular tocar, mas não atendo, acredito ser minha amiga Lilian ou a Stefany para saber se vou ao estágio hoje. Atenção ao volante é tudo. Estou tranquila, dirigindo, quando o carro da frente reduz rapidamente a velocidade e por eu estar em uma distância curta não consigo frear a tempo, batendo na traseira do veículo. Sinto o impacto e me assusto. — Droga! — falo ao sair do veículo e ver a frente do meu carro quebrada. A lanterna que não estava boa terminou de quebrar e no impacto o pneu furou. — Não sabe dirigir, não? — alguém fala. Logo um homem com braços fortes, cabelo preto, olhos azuis, vestido com roupa social se aproxima. Observo que ele fala ao telefone e pede para a pessoa esperar. Que homem lindo! O cara é encantador. Por alguns minutos, fico paralisada, esquecendo até que bati em um carro. — Está cega, garota? Você bateu esse seu carro velho no meu — fala alterado. Saio do transe em que me encontrava e a raiva me sobe. — Espera aí, seu i****a! Quem estava falando na p***a de um telefone enquanto dirigia? Quem reduziu a velocidade do veículo sem olhar os que estavam atrás? Foi você e não eu — grito com ele. — Depois eu te ligo. — Ele desliga a ligação. — Você deve saber que quem bate atrás está sempre errado. Garanto que nem habilitação você tem — acusa. Sorrio sem vontade — Quem você pensa que é? — pergunto me aproximando, tocando no peito dele com o dedo em riste. — Eu tenho habilitação sim, já você que não deve ter. Eu não falo ao telefone enquanto dirijo como você faz. — Você bateu no meu carro, garota maluca, e não eu na sua lata velha que deveria ser interditada para não andar em vias públicas. Principalmente, tendo uma louca no volante — ele grita. Agora, ele arrumou briga. — Quem você pensa ser para chamar meu carro de lata velha? Só porque você anda naquele carro ali. — Aponto em direção ao carro. — Não te faz o dono do mundo. Eu quero saber como você vai pagar meu prejuízo, porque você praticamente acabou com meu carro — falo alterada. — Eu acabei com seu carro? — pergunta alterado, ficando bem próximo a mim. — Você é que não sabe dirigir, bateu na traseira do meu veículo e ainda se sente na razão. Quem deveria cobrar prejuízo aqui era eu e não você. Ficamos um tempo nos encarando e nenhum dos dois desvia o olhar. — Precisa de ajuda, senhor? — alguém fala. Olhamos, ao mesmo tempo, na direção do som e vejo um policial se aproximar. Agora sei que estou encrencada, pois, sou recém-habilitada e percebo que paramos em uma via pública para brigar. — Essa louca bateu no meu carro — o mauricinho de merda fala. — Eu bati porque você estava falando no telefone — rebato. — Preciso do documento da senhora — o policial fala. — Por que precisa do meu documento e não do dele? — pergunto. — Porque a senhora bateu no carro dele e de acordo a lei do trânsito quem bate atrás está errado. Precisa manter distância suficiente e pelo que vejo a senhora não estava. — o policial fala. — Ele estava falando ao telefone, você não escutou? — pergunto. — Alterada... — o i****a fala. — Cala boca, estou nessa situação por sua causa. Custa falar que errou ao falar no telefone? Olha meu carro, imagina como vou consertar aquilo? — Aponto para o meu veículo. — Já você pode até comprar um carro novo. Olha o que você fez com o meu carro, seu riquinho de merda! — grito. Ele me olha e percebo que está nervoso. — Se você não pode comprar a p***a de um carro decente isso não é problema meu, mas você sabe que quem bate atrás está errado. Você, sua garota maluca, se estivesse prestando atenção, teria visto quando dei a seta, porque ia parar no canteiro — fala nervoso. — Acredito que vocês dois estão alterados — o policial fala. Rosnamos um para o outro. — Exijo que você pague o conserto do meu carro, já que ele praticamente se destruiu enquanto o seu continua inteiro — falo. Meu carro está com o para-choque praticamente destruído, já o carro importado desse i****a só teve um arranhão. — Não vou pagar p***a nenhuma já que você bateu no meu carro. Olha o que você fez com o meu bebê, agora ele está machucado. — Machucado? Olha a situação do meu carro, seu doido? — Preciso que vocês tirem seus carros do meio da rua — o policial fala. — A CET pode passar e vai multar os dois. Sugiro que resolvam tranquilamente, ou vai os dois para a delegacia. Levo um susto. — Meu Deus, acabei de tirar a habilitação e não posso ser multada — falo. — Está explicado o motivo de ter batido no meu carro — o i****a resmunga. — Infelizmente, temos que dirigir por nós e pelos irresponsáveis que dirigem falando ao telefone. — Encaro o homem que bufa. Corro até meu carro, o coloco para o lado, vejo o i****a fazer o mesmo com o dele e liberamos a via. — Acredito que vocês podem resolver isso, ou preciso conduzir vocês a delegacia? — o policial pergunta se aproximando. — Não precisa, senhor policial, vou chamar um guincho para levar meu carro embora, cansei de discutir com essa maluca que estava totalmente errada — o i****a fala. — E a senhora? — policial pergunta — Não precisa, vou dar um jeito para ir embora — respondo. O policial concorda e se retira. Fico irritada olhando para o estado do meu carro. — Mas que droga! — Abro o porta-malas do carro e pego um estepe, enquanto o i****a fala ao telefone. — i****a! — falo alto e recebo um olhar mortal dele. — Uma louca recém-habilitada bateu atrás no meu carro e ainda se acha certa — ele grita no telefone para que eu escute. — Se o i****a não tivesse reduzido a velocidade bruscamente isso não teria acontecido — retruco. Pego o macaco no porta-malas e vou trocar o pneu, mas, infelizmente, não consigo levantar o carro. Tento várias vezes, mas nada. Acredito que esse macaco esteja quebrado, só pode. — Droga! — grito de raiva. Olho para o lado e vejo o mauricinho parado de braços cruzados, me olhado e sorrindo do meu desespero. — O que está olhando? — pergunto irritada. — Você não sabe trocar um pneu e ainda sai em via pública — fala sorrindo ironicamente. — Escuta aqui, seu i****a, você provocou a p***a desse acidente, o mínimo que poderia fazer era trocar esse pneu aqui já que o prejuízo do meu carro você não vai pagar. O i****a dá risada e continua no mesmo lugar. — Quer saber, vou embora assim mesmo. — Jogo o macaco no porta-malas e em seguida pego o estepe para guardar. Paro quando sinto mãos fortes e quentes tocarem a minha mão e pegar o estepe. Fico toda arrepiada Olho para o lado e vejo o i****a que bateu no meu carro. Ele me olha com intensidade, o que me deixa sem graça. — Eu vou trocar, mas não por você merecer ou estar certa, mas por você provocar outro acidente. É uma louca dirigindo com os pneus inteiros, imagina com um murcho. Fico brava, mas resolvo me calar já que realmente preciso que ele troque o pneu. O i****a não leva mais que dez minutos para trocar o pneu e logo está tudo resolvido. Bom, nem tudo, já que minha lanterna quebrou e meu para-choque está arrebentado. — Não vai me falar um obrigado? — pergunta quando entro no meu veículo. Sorrio olhando em seus lindos olhos azuis. — Isso é sua obrigação, já que me fez bater o carro na sua traseira. Até nunca mais, i****a! — falo e saio com o veículo do local. Passo o caminho todo pensando naquele i****a e o quanto ele era bonito e forte. Mas tento expulsar esses pensamentos, pois o que ele tem de bonito tem de i****a. Só peço a Deus para que nunca mais o encontre com de novo, porque se isso acontecer serei capaz de cometer um assassinato. Aquele i****a quebrou o meu carro... É isso que ele é, um i****a.

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