PESADELO NARRANDO
Bailão já tá marcado nesse final de semana, já passei o pagamento das atrações que vão vir e tô acertando os últimos detalhes do carregamento que é pra chegar até sexta, tamo todos animados, pois agora sim eu vou ser dono disso tudo e os meninos vai assumir os posto que é deles por direito.
Hoje a folga do filho da p**a do Júlio acaba, mandei o morte ir cobrar dele mais cedo e o infeliz pediu pra esperar que a filha dele tava vindo para o rio de janeiro com dinheiro, e que ia subir o morro pra me pagar, esse povo acha que eu sou algum o****o, primeiro que eu não quero gente estranha no meu morro, ou ele paga ou ele morre, aqui não é bagunça pra descer e subir quem quiser, esse povo vai aprender que comigo não se brinca.
Morte - já vai dar 22:00 tu vai lá cobrar? - ele pergunta assim que eu me levanto da mesa, hoje passei o dia conferindo a contabilidade, e até agora tá tudo certo, olho pro morte e confirmo
Pesadelo - cadê o dg? - pergunto
Morte - foi pegar umas paradas no asfalto pra Débora e a Larissa - concordo, mas assim que vamos sair ele da as caras
DG - já iam se divertir sem mim né? - ele pergunta e nego
Pesadelo - tu some e quer pagar de maluco, bora pra lá logo - falo sério e a gente sobe nas motos dando um racha nas vielas, até chegar na casa dos noiado, já chego metendo o pé, mas a porta não cai a samella e o Júlio estão na sala e nós olha assustado
Morte - quanto tempo - ele fala com uma risada sinistra e eles arregalam os olhos
Júlio - morte.. A.. A Ana tá chegando , ela tá vindo com o dinheiro - ele fala e eu nego
Pesadelo - vocês é tão merda que deixam a filha de vocês pagar essas porcarias, eu teria vergonha no lugar de vocês - falo e eles ficam me encarando - chama a Aline pra da uma cobrança na vagabunda aqui - falo pro morte e assim ele faz. Eu não encosto em mulher, minha mãe e o meu pai desde cedo me ensinou que não se deve encostar em nenhuma mulher, por mais errada que a mulher esteja eu devo deixar outra mulher fazer a cobrança, então sempre levei isso ao pé da letra, pra eles não ter reclamação de mim.
Depois que a gente terminou de bater neles, uma moça que deve ter no máximo 20 anos abre a porta e caralhø que mulher linda, seus olhos verdes, um corpo lindo, cabelos pretos e pele branca, tenho a impressão que já vi ela por aqui, mas quase não tenho lembrança, seu estilo é de patricinha, pørra que mulher linda. Nenhuma mulher depois da weslainy me chamou tanta a atenção como essa morena e olha que eu não sou de gostar de mulher morena, prefiro ruiva ou loira. Mantenho meu olhar frio sobre ela, até a sua mãe me oferecer ela como pagamento, minha mãe vai me matar, mas pô não vou deixar ela ir pra mão de outro traficante não pô, na moral enquanto eu não ficar com essa morena, ninguém toma ela de mim, depois que eu ficar e abusar, eu libero ela pra fazer o que quiser, por que o lance é só um, pega e não se apega saio dos meus pensamentos quando ela me pergunta o valor da dívida, eu menti, eles devem 50 mil, aumentei mais 150 mil pra não ter perigo dela meter o louco querendo ir embora daqui, a gente começa uma leve discussão e dá pra perceber que a morena é porreta, tem medo da morte não esse meio metro de gente.
Analu - pois pode preparar sua arma, por que eu prefiro morrer do que me sujeitar a me deitar com um homem como você? - ela fala e eu tô me segurando pra não perder a paciência
pesadelo - morte leva ela pra casa - falo e ele me olha assustado, por que ninguém entra na minha casa a não ser minha família
morte - na sua casa? - ele pergunta assustado
pesadelo - é na minha casa - falo e ela da uma risada
Analu - eu não vou - ela fala e da um passo para trás quando o morte se aproxima
pesadelo - como quiser - destravo a arma e dou um tiro de raspão no braço do Júlio e ela se assusta gritando - dessa vez eu errei o próximo é certeiro - falo e destravo novamente.
Analu - para eu vou - ela fala desesperada - deixa eles - guardo a arma e olho pro DG
pesadelo - busca o carro DG e leva as coisas da madame - falo e ele sai calado, olho os pais dela ali, que não dá uma palavra se quer. - agradeçam por ela estar indo, a partir de hoje vocês estão expulso do meu morro, aqui vocês não compram mais. - falo e eles concordam em silêncio - bora garota - falo saindo mais escuto ela falando com eles
Analu - eu espero não me arrepender dessa escolha que fiz por vocês, tenham a decência pelo menos de falar com os meus avós - ela fala e sai sem da a oportunidade deles responder nada, subo na moto e ela sobe na garupa, a mesma não se segura em mim, marrenta pra caralhø essa pørra. Quando chego em casa ela desce e eu já vejo as coisas dela ali na área
pesadelo - tu vai trabalhar na boca e aqui, até quitar, e não tenta nenhuma gracinha que eu não tô com paciência pra tu - falo e ela me olha debochada
Analu - eu quero saber tudo que eu vou ganhar pra te pagar, se tu tá achando que vai me passar a perna tá muito enganado, eu quitando aqui tô metendo o pé - ela fala cheia de marra
pesadelo - metendo o pé o caralhø garota, daqui tu só sai quando eu quiser - me aproximo dela - tu foi vendida pra mim, então você me pertence - falo com nossos corpos colados um no outro
Analu - não sou propriedade nem sua nem de ninguém - ela fala e da dois passos pra trás mas eu puxo ela pra mim, não sei o que ela tem que mexe comigo, algo me diz que foi um erro comprar ela, mas eu não consegui deixar ela ir
pesadelo - é propriedade minha, até a conta ser quitada - falo frio e ela me empurra, seus olhos estão cheios de água, mas não derrama nada
Analu - você é desprezível
pesadelo - vai pro quarto - dou a ordem e ela fica parada - VAI PRA PORRÄ DO TEU QUARTO ANA LUIZA - ela se assusta e sai, essa filha da putä não vai entrar na minha mente, mina mandada do caralhø.