— Você realmente não sabe brincar, não é, Violeta? — murmurou, dando mais um passo, a água escorrendo pelo corpo. Ela mordeu o lábio inferior, lutando contra o impulso de atravessar aquela porta de uma vez. A tensão entre os dois era brutal, eletrizante, e tudo nela gritava por ele. Mas Violeta ainda não se moveu. Apenas continuou ali, tocando-se discretamente, perdida entre o medo e a fome, entre o desej0 de provocá-lo mais… e a certeza de que, ele quem a provocava agora. — Não assim, garota rebelde — ele murmurou com a voz baixa e rouca, o olhar cravado nela como se a possuísse só com os olhos. — Abra um pouco mais as pernas… e toque-se com calma. Faça movimentos suaves, circulares… no seu ponto mais sensível. Violeta obedeceu como se aquelas palavras fossem um feitiço. Seus dedos de

