— Tô vendo, vai quebrar meu banheiro todo, isso sim. — Disse, enquanto a ajudava a tirar aquela roupa curta pra c*****o. A p***a da peça de cima m*l cobria os s***s; se batesse um vento mais forte, mostrava tudo, parecia doida.
Fui tirando as roupas dela meio nervoso, com medo do que ia encontrar, mas tendo que me controlar, mano. p**a que pariu. Deixei ela apenas de calcinha e fiquei extasiado. Em toda a minha vida, nunca vi um corpo tão lindo assim. Nem das "cavalonas" cheias de plásticos e lipos, nunca, e sem exagero. O corpo dela é desenhado, uma b***a grande mas sem ser exagerada, aquele peito médio, barriga chapada, umbigo fundo e umas coxas lindas e fortes, boas para dar aquele tapa que estala. p**a que pariu, ela é o paraíso!
Liguei o chuveiro e coloquei ela debaixo da água gelada mesmo.
— Merdaaaaa, tá gelada! — Reclamou, se remexendo.
— Só assim para essa cachaça ir embora. — Disse, saindo para pegar uma escova nova e pasta de dente na pia.
Quando voltei para o box, a desgraçada, diaba e enviada do inferno tinha tirado a calcinha. Ficou ali se lavando e me olhando. Eu não vou me segurar, mano! Nunca precisei me controlar na vida, o que é que essa maldita está fazendo comigo?
Fui até ela e entreguei a escova. Ela escovou os dentes me olhando diretamente nos olhos. Meu p*u já estava doendo dentro da bermuda; o que me salvava era a p***a da camisa que disfarçava. Que guerra é essa, parceiro? Nunca fiquei tão nervoso e sem saber o que fazer.
Ela veio me devolver a escova e me puxou pela camisa para me beijar. Pela primeira vez na vida senti vontade de beijar a boca de uma mulher. Eu não beijo boca de ninguém, nunca beijei. E por mais que quisesse, jamais faria isso, até porque ela beijou a boca do arrombado do playboy lá e, para mim, ela está suja. Desviei o olhar, mas ela segurou o meu rosto com as duas mãos.
— Me beija, por favor. Me beija. — Suplicou, quase implorando.
— Não. Você está suja, com cheiro de outro homem. Nunca que eu te beijaria. — Disse, seco.
— Deixa de ser machista. Ontem você estava com cheiro de outra mulher. — Rebateu, sem me soltar.
— f**a-se. Não tentei te beijar depois disso. — Falei, me afastando e fechando o registro. Ela permaneceu quieta e eu agradeci mentalmente.
Peguei a toalha e fui enxugando cada parte do seu corpo, admirando o quanto ela é linda e gostosa. Quando cheguei na sua i********e, não me aguentei: passei as minhas mãos naquela b****a rosada, lisinha e perfeita. Olhei nos olhos dela e a safada me devolvia o olhar com uma cara de diaba.
— E aqui? Alguém mexeu? — Perguntei, passando as mãos com calma e chegando bem perto, sentindo aquele cheiro delicioso que eu estava doido para cair de boca.
— Naaao... — Respondeu, quase gemendo e apoiando a cabeça nos azulejos.
— Boa garota. Se um dia alguém mexer aqui, eu te mato. Entendeu? — Disse, me levantando, mas mantendo as mãos ali, explorando cada centímetro dela.
— Por quê? Ela é sua? — Perguntou, gemendo entre os dentes.
— Sempre foi, desde o dia em que cruzou o meu caminho. E eu não costumo dividir nada. Isso aqui é meu, tá entendendo? — Falei, autoritário, com uma mão entre as suas pernas e a outra apertando o seu pescoço de leve.
— Para de brincar comigo, não faço esse tipo de jogo. — Disse, com a voz embargada de prazer.
Não respondi. Saí do banheiro, fui ao closet pegar uma camisa limpa para essa maldita. Voltei, vesti a peça nela, que ainda estava encostada na parede com as bochechas coradas. Peguei-a pelas mãos, coloquei na cama, cobri e voltei para o banheiro.
— Vem dormir comigo. — Pediu, me olhando com aqueles olhos.
— Tu não tá podendo exigir nada, sua diaba. Vai dormir! — Falei, curto e grosso.
Joguei uma água no corpo rapidamente, me enxuguei, coloquei uma cueca, escovei os dentes e fui para a cama. Ela já estava quase dormindo, mas ao me sentir chegar, se aproximou e jogou aquele r**o gostoso contra mim. Ainda sem calcinha, isso é teste para cardíaco, parceiro. Agarrei ela com força, sentindo a sua i********e roçando no meu p*u. Queria f***r ela de todas as maneiras, mas é impossível: primeiro, ela está bêbada e não sou moleque de fazer algo que ela não vá lembrar amanhã; segundo, estou com ódio, ia acabar machucando ela firme. Então, melhor ir dormir com o p*u latejando mesmo. Todo castigo para bandido é pouco. Apertei ela contra mim com força, quase fundindo os nossos corpos, e dormi puto da vida.