CAPÍTULO CINCO

993 Words
COZINHA DA MANSÃO DOS BITTENCOURT Samantha tentava a todo custo manter-se calma, mas não conseguia para de pensar em Benjamin sozinho no quarto. E se ele saísse de la? Pensava ela. — Samantha, essa aqui é a cozinha. Na verdade você atuará como uma ajudante geral. Hoje especialmente todos os trabalhos estarão voltados para os preparativos do jantar que a senhorita Virgínia dará para o mais alto nível da sociedade. Nada pode dar errado. — Sim, senhor. Sim senhor. Só me dizer o que devo fazer. — Não precisa me chamar de senhor, Samantha. Sou tão empregado quanto você. Me chame de Adamastor, sim? — Tudo bem, Adamastor. Havia alguns empregados fazendo suas tarefas, abrindo e fechando fornos, ligando liquitificadores. Quase um caos na cozinha. — Gertrudes, preparou o lanche do senhor José Felipe? Uma senhora de cabelos grisalhos olhou para Adamastor e deu de ombros. — Estava ocupada fazendo o suflé. Não lembrei. — Como não lembrou, sua desaforada*? — Desaforada*, eu? Você fica andando pela casa como se fosse uma gazela, e eu que devo me preocupar com o lanche que o senhor José Felipe pediu a você? Samantha conteve um leve riso em cima daquela discussão. — Oh, Deus, qualquer dia eu vou infartar. — Não irá, pois vaso r**m nao quebra! — Gertrudes colocou uma forma no forno e ajustou o temporizador — E já pode pedir pra essa novata aí fazer o lanche e levar pro senhor José Felipe. Tá todo mundo sobrecarregado aqui! Nada pessoal com você, moça! — Tudo bem, Gertrudes, eu entendo. Em seguida Samantha pensou: Eu vou ter que levar o lanche no quarto do senhor José Felipe? E se ele ficar me perguntado aquele monte de coisas de novo? — Faria isso, Samantha? Só preparar um misto quente e um copo de suco de laranja sem açucar. Ela sorriu de maneira sem graça,mas não poderia negar um pedido logo no primeiro dia de trabalho. — C-claro, p-posso sim! — gaguejava — Pois bem! Tente não demorar. Acho que te mostrei onde fica o quarto dele, não? — Sim, mostrou, Adamastor. DEixa comigo! Adamastrou virou-se para Gertrudes. — E quanto a você, sua mau-humorada, faça o melhor suflê da sua vida, ouviu? Gertrudes mostrou a língua. — Deixa eu fazer o meu serviço e verá! — Olha, Gertrudes, você me respeite!— Adamasor bufou — Agora medeixem ir ao jardim ver como estão as arrumações do lado de fora, antes que eu afogue essa velha rabugenta! QUARTO DE JOSÉ FELIPE. ELE ESTÁ DISTRAIDO LENDO RESUMOS DEBRUÇADO EM SUA ESCRIVANINHA. Samantha surgiu na porta com um imenso constrangimento no rosto, torcendo para que seu patrão não voltasse ao assunto do IML — e consequentemente, à morte dos pais. Ela desejava evitar que Adamastor soubesse que seus pais haviam morrido em um assassinato misterioso. Qaunto menos soubessem da sua vida ali, melhor seria. — Com licença, senhor. Trouxe seu lanche como pediu. Enquanto aproximava-se, Samantha não notou que um botão do seu uniforme se abriu perto do colo, e o s***ã* ficara aparente. José Felipe desviou o olhar dos papeis a sua frente e mirou a moça toda tímida, olhando para baixo se aproximando, sem encará-lo. Parecia muito envergonhada. Ele reparou o semblante dela, e estava mais certo do que nunca que era a mesma menina que quase atropelara no dia anteiror. José Felipe so não entendia por que ela mentia. — Entre. Pode colocar aqui do lado! — Ele empurrou alguns livros parao canto, deixando parte da escrivaninha livre. Samantha fez o que eo patrão pedido. Pelo canto dos olhos notou José Felipe observá-la de modo esquisito. José Felipe havia notado o colo amostra de Samantha, e foi então que passou a repará-la de maneira diferente. Ele desceu com o olhar pelas pernas da moça e seu instinto masculino fez despertar algum tipo de atração ou fetiche. De fato a situação era um prato cheio para fantasias sexuais*. Uma empregada, jovem e aparentemente bonita. Tímida e pura, diferente das meninas da faculdade que ele costumava iludir para t*****r. — Mais alguma coisa, senhor? — Samantha ficou parada ao lado de José Felipe, sem olha-lo nos olhos, tal como no incidente do quase atropelamento. José Felipe acabava de ativar seu modo conqistador. Os estudos e os lanhes eram coisas completamente desinteressantes diante da menina p***e, arredia e indefesa que permanecia em pé diante dele. — Espere um pouco — José Felipe levantou-se e foi até Samantha. Ela permaneceu imóvel, sem entender o que seu patrão faria. José Felipe levou as mãos em direção ao colo de Samatha e vagarosamente abotoou o botão do uniforme, aproveitando para reparar o s***ã* preto de Samantha. Em seguida, ele deslizou com o a mão pelo braço de Samantha, fazendo-a ficar em alerta. Sou da roça, mas não sou b***a, pensava. — Já disseram que você é muito bonnita, menina? Samantha tentou engolir em seco e ser sutil na respsota, já imaginando onde aquilo poderia chegar. — Não sei qual a importância disso, senhor. Se me permite, vou voltar a cozinha para terminar meu trabalho. E quando Samantha ia abrir os passos apra praticamente fugir daquela situação feito uma presa, José Felipe a puxou pela braço e a envolveu toda rente ao seu tórax musculoso. Era praticamente impossivel para Samantha medir forças com seu patrão, que a prendia feito um predador feroz. — Que cheiro bom você tem — José Felipe respirou a pele do pescoço de samantha profundamente. — Me larga senhor. Eu não sei o que está pensando. Me larga! E por feflexo, Samantha golpeou o patrão com um joelhada bem na parte íntima e saiu correndo porta afora. José Felipe ficou agachado se controcendo de dor, sem entender. A maoria das empregadas que passaram pela casa até aquele momento cederam aos seus encantos. Ele levou todas as que se sentiu interessado, para cama. Não havia mulher que ele não tivesse conseguido tal feito. Por que Samantha agira diferente?
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