O quarto parecia um templo profano. Lençóis de cetim n***o, velas espalhadas em castiçais dourados, rosas vermelhas espalhadas como sangue fresco sobre a cama. Não havia inocência ali, nem ilusão de romance — era cenário montado para consumar um contrato.
Sophia entrou com passos contidos, ainda vestindo o vestido de noiva. O corpo inteiro tremia de tensão, mas o que queimava nos olhos de Lorenzo não permitia fraqueza. Ele fechou a porta atrás dela com estalo seco, trancando não apenas o quarto, mas a vida que ela deixava para trás.
— Tire o véu. — A voz dele não era um pedido.
As mãos dela obedeceram antes que a mente processasse. O tecido caiu no chão, delicado, inútil.
Lorenzo caminhou devagar, como predador que saboreia a distância. Tirou a gravata, abriu o botão do paletó e se aproximou até que o calor do corpo dele envolvesse o dela. Uma das mãos ergueu o queixo de Sophia, forçando-a a encará-lo.
— Agora, é minha esposa. — Os olhos queimavam, escuros e cheios de certeza. — E esta é a nossa primeira noite.
Ela tentou recuar, mas as costas encontraram a cama. Lorenzo avançou, segurando-a pela cintura e colando os corpos. O terno áspero contra a pele nua dela era contraste brutal.
— Você acha que pode me obrigar — ela disse, a voz trêmula, mas o olhar duro. — Pode assinar papéis, pode encher a igreja de testemunhas, mas não pode comprar o que eu sinto.
Lorenzo inclinou a cabeça, estudando-a como predador que analisa se a presa ainda vai correr.
— Não preciso comprar o que já é meu. — O polegar roçou o lábio inferior dela, lento, possessivo. — Só preciso ensinar o corpo a não mentir.
— Nunca vou me entregar de verdade.
Ele sorriu de canto, sorriso que era mais ameaça que doçura.
— Veremos, principessa.
A boca dele tomou a dela em beijo sem aviso, quente, úmido, invasivo. Sophia resistiu, fechando os lábios, até que os dentes dele pressionaram de leve o inferior. O gemido que escapou foi traidor. Ele sorriu contra a boca dela, satisfeito.
As mãos deslizaram para trás das coxas dela, puxando-a até que as pernas se abriram. O corpo dele se encaixou no meio, ereto, firme, já pulsando através do tecido da calça.
— Sente? — ele murmurou, roçando a ereção contra a calcinha fina. — Seu corpo já sabe quem manda.
— Não… — tentou negar, mas a respiração falhou.
Lorenzo desceu os beijos pelo pescoço, sugando e mordendo até marcar a pele. A língua percorreu o colo, depois o contorno dos s***s por cima do sutiã. Com um puxão brusco, rompeu o fecho, libertando os s***s firmes.
A boca dele capturou um mamilo, chupando com força, depois lambendo devagar como castigo e recompensa. Sophia arqueou as costas sem querer, o gemido escapando alto demais.
— Assim… — ele murmurou contra a pele. — Deixe-me ouvir.
Os dedos deslizaram para dentro da calcinha, encontrando a umidade que ela jurava não sentir. Ele riu baixo, satisfeito, e começou a massagear o c******s em círculos firmes.
— Seu corpo nunca mente.
Ela tentou segurar o punho dele, mas ele prendeu os pulsos dela contra o colchão com uma mão, continuando a brincar com a outra. Cada movimento fazia os quadris dela tremerem, a respiração falhar, a boca soltar súplicas que ela odiava ouvir de si mesma.
— Você vai gozar só com meus dedos, principessa. — A voz dele era grave, quente, arranhando os ouvidos. — Antes mesmo de eu estar dentro de você.
Dois dedos deslizaram para dentro, abrindo espaço, explorando, enquanto o polegar trabalhava o ponto mais sensível. Ela tentou fechar as pernas, mas o corpo obedecia ao ritmo que ele impunha. Em pouco tempo, estava gemendo alto, contraindo em torno dele, o*****o arrancado à força e prazer.
Ele a observava com olhos escuros e famintos.
— Linda. — Retirou os dedos, levando-os à boca, lambendo o gosto dela devagar. — Agora quero mais.
Ela ainda arfava quando ele a soltou, deixando os pulsos livres. Sophia pensou que teria um segundo para respirar. Engano.
Lorenzo deitou-se ao lado dela, puxando-a de repente para cima, invertendo posições. Agora ela estava sobre ele, sentada contra a ereção dura que pressionava a calcinha encharcada.
— Quero ver até onde vai sua coragem. — A voz dele era calma demais. — Movimente-se.
— Não vou… — tentou protestar, mas o quadril dela já obedecia ao atrito.
Ele a deixou esfregar contra si por alguns instantes, apenas observando. Então, numa inversão brusca, a deitou de novo, prendendo-a sob o peso firme. O contraste entre permitir e tomar de volta quase a enlouqueceu.
— É assim que será sempre. — Ele mordiscou o maxilar dela, duro. — Um segundo de liberdade… e depois, de novo, nas minhas mãos.
Sem pressa, puxou a calcinha de renda para o lado. O olhar escuro brilhou ao encontrar a umidade já formada ali.
— Seu corpo me espera antes de a sua mente admitir. — A voz era quase um rosnado satisfeito.
Ele ajoelhou-se entre as pernas dela, afastando-as com firmeza. Sophia tentou fechar, mas a língua dele já deslizava devagar pelo interior das coxas, subindo até encontrar o centro latejante.
O primeiro toque foi devastador — a língua pressionando o c******s em movimentos circulares, depois descendo para provar cada dobra. Sophia arqueou as costas, o gemido escapando antes que conseguisse segurar.
— Lorenzo… — a voz saiu em súplica.
Ele a devorava como um banquete preparado só para ele. Alternava chupadas fortes com lambidas longas, explorando, punindo, recompensando. Penetrou um dedo, depois outro, em movimentos ritmados com a boca, preenchendo enquanto a língua massageava o ponto mais sensível.
Antes que ela estivesse pronta, o o*****o veio. Rápido demais, intenso demais. Sophia gritou, agarrando os lençóis como se pudesse se salvar de um naufrágio. Ele não parou, prolongou cada onda até que ela estivesse tremendo, implorando por fôlego.
Quando finalmente ergueu o rosto, o rosto, assim como os lábios, brilhavam com o gosto dela. Ele passou a língua devagar sobre os lábios, olhando-a nos olhos.
— Doce. E só meu.
Em seguida, levou os dedos aos lábios dela, fazendo-a provar a si mesma. Era estranho, mas excitante. Ele sorriu e ela m*l teve tempo de recuperar o ar. Ele pegou a mão dela e a levou até a própria ereção, rígida, pulsante.
— Agora, principessa, quero sentir sua boca.
Ela hesitou, mas o olhar dele não deixava espaço para recusa. Engolindo o orgulho junto com o medo, ajoelhou-se diante dele. A mão firme na nuca a guiava. Ela abriu a calça de Lorenzo, em seguida, puxou o zíper para baixo, deixando o p*u enorme sair. Nunca tinha visto a ereção de um homem. Arregalou os olhos, sem saber como agir.
Lorenzo sorriu ao ver a insegurança dela. Segurou seus cabelos com firmeza, e a guiou para seu p*u.
— Abre — ordenou.
Ela abriu a boca e ele sorriu.
— Agora lambe.
Sophia começou devagar, lambendo a cabeça, provando o sal metálico. Depois, envolveu-o com os lábios, descendo centímetro por centímetro, sentindo a grossura alongar sua boca. O gemido baixo que escapou dele vibrou fundo, como trovão contido.
— Assim… — Lorenzo segurava o ritmo, empurrando-a de leve, fazendo-a engolir mais dele a cada movimento. — Boa garota.
Ela sugava, alternando velocidade, apertando com os lábios, usando a língua para massagear a parte mais sensível. Os quadris dele reagiam, tensos, pedindo mais. Ele estocou o p*u em sua boca, em movimentos de entra e sai. Ela não sabia que aquilo podia ser tão excitante.
— Se toca.
Ela se interrompeu e tirou o p*u de sua boca.
— O quê? — perguntou, confusa.
— Toca essa b****a molhada enquanto eu fodo sua boca.
Ele não deu tempo de ela responder. Puxou sua cabeça de volta para seu p*u e a fez engoli-lo de novo.
— Se toca — repetiu, enquanto a estocava.
Com os olhos fechados e o p*u de Lorenzo em sua boca, Sophia se tocou pela primeira vez. Tentou repetir os movimentos que ele havia feito com a língua e, rapidamente, sentiu o clímax se aproximar apesar do absurdo da situação. O corpo tensionou, ela aumentou o movimento na b****a, enquanto o p*u de Lorenzo entrava e saía de sua boca.
— Goza com meu p*u na boca. Agora, Sophia — ele ordenou e ela gozou, gemendo contra o p*u duro dele.
Lorenzo não permitiu que ela parasse de c****r. Estocou mais em sua boca, com mais violência, enquanto ela gozava. Quando ele estava perto demais do limite, Lorenzo a puxou pelo cabelo, afastando-a. O olhar era faminto, o peito subindo em respirações pesadas.
— Não vou gozar na sua boca. — A voz era rouca, dominadora. — Quero gozar dentro de você.
Ele a virou de volta para a cama, despindo-se por completo. O corpo musculoso, marcado por cicatrizes discretas, parecia esculpido para o pecado.
Subiu sobre ela, posicionando o p*u duro na entrada já úmida e preparada. Brincou com a ponta, roçando de leve, fazendo-a se contorcer.
— Está pronta para ser minha de verdade? — perguntou.
Ela piscou devagar, sem saber o que dizer. Ele a penetrou devagar, abrindo caminho, centímetro por centímetro, até estar inteiro dentro dela. O gemido de dor e prazer se misturou na garganta dela.
O corpo gritava em dor, e a mente gritava em revolta. Não, não, não.
Mas havia outra voz, traiçoeira, sussurrando: é isso, é exatamente o que você esperava, mas não tinha coragem de admitir.
Sophia queria chorar, queria odiar, mas os músculos se contraíam em torno dele, como se o quisessem ali. O prazer se infiltrava como veneno doce, corroendo qualquer certeza.
— Maldita seja… — ela pensou, mordendo os lábios para não gritar o nome dele.
Lorenzo percebeu. Os olhos brilharam, satisfeitos.
— Já sente, não sente? — murmurou contra o ouvido dela, penetrando mais fundo. — O corpo nunca mente, principessa.
A boca dele tomou a dela em beijo sem aviso, quente, úmido, invasivo. O gemido que escapou foi traidor. Ele sorriu contra a boca dela, satisfeito.
Lorenzo parou por um momento, para que a dor se dissipasse e ela sentisse como era ser completamente tomada. Quando ele a sentiu relaxar, começou a se mover, com estocadas lentas no início, depois mais rápido, mais profundo, batendo contra ela com força calculada.
O quarto encheu-se de sons de pele contra pele, gemidos altos, respirações ofegantes.
— Por favor… — a súplica escapou sem que ela soubesse se pedia para ele parar ou continuar.
— Você é minha — ele disse as palavras entre as estocadas. — Minha. E sempre será.
Sophia não conseguiu responder. O corpo a traía, contraindo em volta dele, pedindo mais. Os movimentos dele se aceleraram. Sophia arqueou as costas e o prazer explodiu outra vez, forte demais, arrancando um grito.
Ele continuou, implacável, estocando ritmicamente até que a respiração falhou, o corpo tensionou, e ele gozou dentro dela, em um jato quente, profundo e possessivo, marcando território.
O quarto ficou em silêncio, exceto pelos suspiros pesados dos dois. Lorenzo rolou para o lado, mas não se afastou. Puxou-a contra o peito, com a mão firme na cintura como grilhão, mas carinhoso.
— Agora sim, principessa. — A voz dele era rouca, satisfeita. — Casamento consumado. Você é minha. Não há volta.
Sophia fechou os olhos, o corpo ainda em choque entre prazer e medo.
E no fundo, uma verdade cortante se instalava: ela nunca mais seria a mesma.