Já faz 5 anos.

1171 Words
Adrian Depois que aquela garota foi embora eu fiquei me perguntando qual era o seu nome, o que fazia da vida. Eu fiquei interessado em saber mais sobre ela. Algo nela me deixa louco de te*são. Talvez sejam os lindo olhos, ou seu jeito de falar. Mas o fato de ter sido o primeiro homem a fo*der aquela boce*tinha gostosa, despertou em mim um desejo absurdo e até animal por ela. Sinto que preciso encontrá-la, sinto que preciso sentir aquela boceti*nha apertada contra o meu p*au todos os dias. Eu fico imaginando as coisas que ela ainda nao experimentou. E como eu poderia ensiná-la. Ser seu professor do se*xo. Tantas posições, tantas possibilidades. Desde aquele dia eu tenho sonhado com ela. Em chupar os seus se*ios fartos, com os mam*ilos rosados. Mordendo aquela boca carnuda. Nossa..como ela é perfeita. Fazia anos que eu não me sentia assim. Desde que a minha noiva faleceu em um acidente terrível de carro a 5 anos atrás. Tudo ficou cinza para mim. Eu nunca mais conseguir sentir atração por mais ninguém. E mesmo que sentisse algo por alguém. O meu p*au não subia mais. Consultei muitos médicos, muitos psicólogos e psicanalistas. Mas ninguém conseguiu me ajudar. Ninguém conseguiu me dizer o que estava acontecendo comigo. Meus pais ficaram preocupados, porque eu não saia, eu não conhecia garotas novas. Foi muita coisa para um rapaz de 25 anos.E nos últimos 5 anos eu apenas aceitei a minha realidade. Aos poucos fui retomando a vida. Até saí com algumas mulheres, mas meu pa*u não subia. Não completamente, nem punh*eta eu conseguia bater. Da para imaginar? Um homem 5 anos sem bat*er um*a? Pois é, foi assim que eu vivi. Até ver ela. Aquela jovem mulher, na balada de vestido rosa. Eu estava com um amigo, o meu melhor amigo, ele sabe de tudo o que aconteceu comigo inclusive desse probleminha. E no momento em que eu vi aquela deusa de cabelo curto,eu tive a maior ere*ção da minha vida. Instantaneamente fui falar com ela. E quando ela me disse que não estava afim de compromisso eu apenas concordei. Porque se tivesse dito algo que estragasse isso. Provavelmente eu nunca mais fosse vê-la. E talvez nunca mais pudesse tran*sar de novo na vida. Eu a levei ao meu apartamento e fiz tudo o que eu pude. Eu estava nervoso. Ela perguntou porque eu não bebia. Eu não podia dizer que era por contas dos antidepressivos que eu tomo. Eu poderia assusta-la. Então eu menti. Disse que minha intolerância a álcool era baixa. Eu a beijei, e chupei todo o seu corpo. Com tanta felicidade e tanto tes*ão. Ela tem um gosto tão docinho que eu me deixei levar. Fiquei muito contente quando finalmente invadi aquela bucet*inha gostosa.Com o meu p*au duro feito pedra. Ela estava tão enxarcada, e tava tão inchada. E nossa...como ela é gostosa. Quando acordei naquela manhã fiquei observando o seu corpo, seu rosto delicado, seus labios carnudos. Desde aquele dia eu acordo pela manhã de p*au duro. E fico imensamente grato por isso. Bat*er a glor*iosa pela primeira vez em cinco anos, foi tão gratificante que jorrou po*rra por todo o banheiro. E quando mais eu pensava nela, mais ele endurecia. Eu passei uma semana inteira me mas*tur*mando pensando nela. Eu deveria estar me preparando para dar aula. Eu sou o novo professor de literatura brasileira, da faculdade aqui perto de casa. A minha vida tem sido muito medíocre. Eu tenho estudado, me formei e me tornei professor, e agora as 30 anos, consegui o emprego de professor universitário em uma universidade de prestígio. ********* O dia começou lindo demais. Fui acordado pelo canto dos pássaros e pela minha enorme ere*ção. E como eu precisava me aliviar. Ba*ti u*ma pensando nela. Como eu queria sentir a sua boquinha no meu pa*u. Sentir os seus lábios. A sua língua, só de pensar em quase go*zo. Depois de me arrumar. Peguei as minhas coisas, e guardei no baú da minha moto. Pilotei até o campus. Passei na secretária para pegar os meus horários e finalmente entrei na sala de aula depois que o sino tocou. -Bom dia turma! Me chamo Adrian Mendonça, e sou o novo professor de literatura brasileira.-Falei escrevendo o meu nome no quadro com giz. Os alunos estavam se ajeitando, guardando os celulares, pegando os notebooks, e os livros. Mas havia uma menina lendo. E eu disse: "-Com licença senhorita, pode guardar o livro?"- falei mas ela parecia não ter me escutado. -Senhorita? Guarde o livro!- falei mais alto, mas ainda sim nada. Ela nem se mexeu. Ela estava tão consentrada. Que eu resolvi ir até a sua carteira. Com licença senhorita, a minha aula está tão tediosa assim? - retirei o livro do seu rosto, encarei o.livro por um segundo, e depois desviei o olhar para o seu rosto. -Pu*ta me*rda! -ela falou olhando em meus olhos. Era ela a única mulher que me fez homem em 5 anos. Eu fiquei tão surpreso e confuso. Ela realmente estava ali? Ou eu já tinha começado a alucinar. Mas pela sua reação e sua expressão nos olhos eu percebi que realmente era ela. Qual é o seu nome? -Perguntei, finalmente sanando aquela dúvida c***l. -Elizabeth Silva senhor...-Ela respondeu, e que nome majestoso. Elizabeth, a mulher por quem eu fiquei obcecado. Eu estava tão feliz e e******o. -Quero falar com você no final da aula senhorita Elizabeth! -falei dei as costas e virei. Colocando o livro na frente da minha calça para esconder o volume que a minha er*eção estava fazendo. Me sentei e comecei a dar aula sentando, na esperança de que ninguém percebesse que o professor tinha ficado de p*au duro por causa de uma aluna. Eu me concentrei o máximo que pude na aula para fazer sangue voltar para a cabeça de cima. A aula foi bem longa para mim, eu tentei evitar olhar para ela, mas foi impossível. Os pensamentos eram perturbadores. Até que finalmente a aula acabou mas quando procurei por ela, ela já tinha ido embora. Eu fiquei procurando por ela o resto do dia. Mas para a minha sorte consegui encontra-la andando pelos corredores. -Elizabeth! -chamei -Am....oi...professor é...Mendiola?-Ela disse constrangida. -Mendonça.Mas acho que somos íntimos o suficiente para me chamar de Adrian. -Professor Mendonça.Como eu posso te ajudar?- ela parecia não lembrar de mim. -Eu pedi para falar com você no final da aula, mas você fugiu. Posso saber o porque você fez isso?-Perguntei em tom de suplica. -Podemos conversar depois?-ela perguntou -Olha Elizabeth, nós precisamos conversar. E você sabe o motivo. Nossas vidas estão em jogo aqui. Porfavor Elizabeth. -agarrei no braço dela, eu estava desesperado. -O que você quer que eu faça?- ela perguntou puxando o seu braço de volta, falando baixinho. -Vá até o meu apartamento depois da aula. Precisamos resolver isso. Você sabe onde eu moro. Tome o meu número.-Entreguei o meu cartão. E supliquei. -Tudo bem... eu... -Porfavor Elizabeth. Estarei te esperando.-Interrompi , antes que ela pudesse dizer que não ia me encontrar.
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