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Meu meio irmão

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Blurb

Ellen, é uma jovem que acaba de perder sua mãe, sozinha ela decidi procurar por seu pai, um empresário do qual ela não vê a anos. Mais acaba se deparando com Ruiz, seu meio irmão bad boy e mulherengo, que se apaixona pela ingenuidade da jovem, mais esta disposto a seguir os planos da sua mãe e não facilitar a vida de Ellen. A jovem acaba se entregando ao desejo por Ruiz, e fantasia em suas escritas seus fetiches mais obscuros. Perdida entre o amor fofo e acolhedor de Call, e os desejos sombrios pelo seu meio irmão que esta disposto a realizar seus fetiches, Ellen se vê perdida e afundando nas mentiras de seu pai. Enquanto lida com sua madrasta infiel que não há quer na cidade. O desejo e a paixão é o combustível capaz de levar duas pessoas a encararem o impossível pra ficar juntas, por outro lado os segredos e traições são difíceis de serem superados.

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Sem esperanças
Blue Mountains, Austrália julho de 2009 Estava sentada no sofá velho da sala onde era possível sentir as madeiras, apenas de camisola e coberta, o vento soprava frio fazendo as cortinas balançarem. Copo de café na mão, e um coração apertado no peito, escrevendo os relatos da minha dor em forma de poema com o notebook no colo, uma escritora amadora que fazia de suas dores motivação para as fantasias que criava em forma de sonetos. Na madrugada de três dias atrás a única pessoa que tinha na vida se foi, vítima de um tumor na cabeça e após meses de tratamento, minha mãe, Magda Breen deu seus últimos suspiros sobre a cama fria do hospital, segurando minhas mãos. Ela partiu com um sorriso no rosto de quem sentia alívio pelo fim de seu sofrimento. Uma partida dolorosa para mim. Ellen Breen, que aos meus dezenove anos, ficava sozinha, com a nossa casa empenhorada em dívidas, uma camionete velha, e sem parente algum, sem ninguém para contar. Meu pai, Jholin White, fica a duas horas de viagem daqui, em Sydney, dono de uma das empresas de grande influência na cidade, vida totalmente estabilizada, e uma nova esposa. Fui o resultado de apenas uma semana intensa de amor dele com minha mãe, e após isso ele partiu, me visitava todas as semanas até os meus sete anos, depois disso foi eu e minha mãe, uma pela outra. O vi uma ou duas vezes. Nunca quis forçar aproximação, sempre me senti abandonada por ele, cartão de aniversário, ou Natal não torna um pai presente. Mais agora, sozinha e prestes a ficar sem um teto sobre minha cabeça, a única esperança frente aos meus olhos é viajar até sua estúpida mansão beira mar, e chorar pela misericórdia de ao menos o dinheiro para pagar o aluguel de um apartamento em quanto irei em busca de emprego. Me vesti com um casaco que já não mais me servia, a maioridade havia me trazido bustos avantajados, o que não permitia que eu mantivesse o casaco totalmente abotoado, com uma calça jeans surrada, de tecido já gasto e botas nos pés para aliviar o frio que fazia, ajuntei as poucas coisas que tinha e coloquei no interior da camionete pegando estrada em direção a Sydney, deixando todo o pouco que tínhamos para trás. Dirigia atenta a estrada com a pouca experiência, e os olhos lacrimejando, ao som de Jazz, o ritmo que minha mãe mais adorava, dedicou sua vida a arte da dança, se maravilhava ouvindo os maiores cantores de Jazz, e não conseguia conter o seu corpo de não balançar, a lembrança que me trazia um aperto no peito de saudade. Quase duas horas na estrada e lá estava eu em Sydney, o sol começava a se por, trazendo um vento ainda mais frio. Com um pouco de paciência, e a ajuda do Google encontrei a mansão de meu pai, que era realmente de frente pra praia, a garagem ficava já sobre a areia, ela era imensa com grandes paredes totalmente de vidro, um térreo no segundo andar fantástico, toda de branco com um ar sofisticado. Parei a camionete embaixo de uma árvore, e desci com medo do que encontraria. Caminhei insegura. Apertei a campainha, chamei e ninguém aparecia, era possível ouvir o som pesado de rock que tocava no interior da casa, o que me fez questionar se realmente estava no local certo. Até que se aproximou uma mulher com pouca roupa, um vestido vermelho que desenhava seu quadril largo, cabelos longos loiros, e uma maquiagem perfeita: -você veio para a festa? - ela me perguntou dando risada, com um cigarro entre os dedos em tom de deboche por eu estar m*l vestida. - que festa?- respondi insegura, cabisbaixa. - a do Ruiz... - estou procurando Jholin White. Devo estar no lugar errado, não conheço nenhum Ruiz. - constrangida comecei a descer as escadas com um sentimento apavorante de vergonha por ter sido tratada daquela forma. - você não está no lugar errado. Essa é a mansão dele e Ruiz é o filho dele. - ela me falou, enquanto aparecia um jovem, moreno alto e musculoso, bem vestido, e de olhos verdes, perguntando oque estava havendo, não sabia como reagir, tinha que haver algum engano, não poderia ter um meio irmão, segui cabisbaixa, ainda mais nervosa. - entre garota, vamos. – O jovem disse seguindo, o acompanhei para dentro da mansão. Ela era ainda mais sofisticada por dentro, lustres enormes que devem custar uma fortuna, estante repleta de álbuns de foto de meu pai, com provavelmente sua esposa e uma criança de aparentemente seis anos, o cheiro de cigarro tomava conta da casa vindo dos fundo, a música alta, e as risadas de mulheres me faziam sentir que estava em uma boate. Seguimos até a parte dos fundos da mansão. Havia um furô, onde estava três garotas de biquíni e o que parecia ser o Ruiz, um bad boy, alto de músculos definidos, tatuagens pelo peitoral e olhos castanhos que exalavam sensualidade, o homem capaz de despertar o desejo mais bem escondido dentro de uma mulher, a de vestido vermelho que encontrei na entrada seguiu até a frente dele passando a mão por seu corpo e lhe dando um beijo na boca, enquanto ele permanecia me olhando nos fundos dos olhos, com um olhar sombrio. - olha, posso voltar outra hora, só estou atrás do meu pai... - quem é você? - ele falou se levantando e saindo do furo, o que me fez ficar ainda mais nervosa, sua voz era firme e intimidadora. - Henry, sou Ellen Breen, filha do Jholin, minha mãe faleceu a três dias, e preciso da ajuda dele. O cara que havia me trazido até ali, já com roupa de banho caminhava em direção ao furô falando: - até que ela é gostosa, quem sabe não podemos ajudar não é mesmo Ruiz. - e começou a dar risada enquanto Ruiz o olhou com os olhos de irá. - cala boca Caleb isso aqui não é da sua conta c*****o. - ele gritou como se não tivesse gostado de saber de que eu era filha do Jholin, o que aumento minha vontade de voltar a Blue Mountains. - O Jholin não está aqui, está em uma viagem com a minha mãe. Droga. Ele era realmente meu meio irmão. Um meio irmão que nem mesmo sabia sobre a minha existência, sentia que não fazia parte do local a onde estava e muito menos da vida do meu pai, não entendia o que estava fazendo ali e não tinha nem mesmo como reagir. Dando meia volta e saindo da casa, Ruiz veio atrás de mim, já afastada de todos ele pegou com firmeza nos meus braços, de uma forma que me machucou, me puxou para perto dele e com o corpo molhado se encostou em mim como uma forma de me intimidar, falando com a voz grossa: - escuta, não me importa o por quê você está aqui, se perdeu sua mãe, ou qualquer outra coisa, meu pai já tem problema demais para se preocupar com uma bastarda perdida. Ninguém nem sabia sobre a sua existência. Nem sei se você está falando a verdade, então se retire dessa droga de casa. Um babaca. A forma com que ele falou comigo me fez sair o mais rápido possível secando as lágrimas que escorriam de desespero. O ódio no meu semblante estampado, por saber que sentia que não deveria ter ido até ali. Saí e entrei na camionete sem saber para onde iria, sem conhecer nada ali. Mais entrei, e enquanto ia embora, o via parado na parede de vidro imensa, me observando já de roupão e o que parecia ser um copo de whisky na mão, era nítido a forma com que ele estava bravo, de cara fechada me observando. Já escurecia, então parei próximo a um posto de combustível e naquele momento minha frustração era tão imensa que esmurrava o volante do carro na esperança de aparecer alguma solução, não tinha dinheiro algum para dormir em algum local, e nem mesmo combustível o suficiente para voltar para Blue Mountains. Sentia um clima estranho com relação ao Ruiz, como se ele fosse ser um grande problema na minha vida, que me impediria por algum motivo de chegar até meu pai. Alcancei o notebook, e a coberta, entrei na minha página de escritas, e comecei a escrever minha decepção, apenas como um hobbie, tudo o que acontecia na minha vida eu modificava pensando na forma como aquilo renderia um bom poema. E assim fiz, até o frio começar a congelar, os cinco graus que fazia essa noite trazia a sensação térmica de zero graus, com apenas uma coberta tentava me manter aquecida, enquanto meu estomago doía de fome após dois dias sem comer nada.

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