Ruiz part. 1
Festeiro, mulherengo, bad boy, essas são umas das características que as pessoas me dão em Sydney. Tenho vinte e quatro anos, não posso dizer que tenho uma vida fácil, mais tenho a vida que muitos iriam querer, não trabalho, não estudo, e meu foco se baseia na minha irmã, sofia, de seis anos e a academia. Por que esses são meus objetivos? meus pais não são bens exemplos de responsabilidade, nem mesmo conheço meu pai de verdade, mais Jholin me adatou como filho deis que nasci, porem as pessoas da cidade não sabem que ele assumiu o fruto da traição do seu relacionamento com minha mãe Sara. Temos uma boa relação, mais minha irmã é tudo pra mim, a amo mais que tudo, e lhe devo proteção, principalmente por ser um homem e saber como os homens tratam as mulheres. Não quero que ela cresça e seja usada assim como uso as vadias que me dão atenção interessadas no que vou poder oferecer a elas.
A festa naquela noite rolava solta com direito a tudo, meu pai havia acabo de ir para o México a trabalho, mas ele costuma chamar de viagem de família, chamei algumas garotas, que são safadas ao ponto de ser impossível você tirar um sorriso delas antes de tirar a calcinha, estava em busca de aproveitar ao máximo aquela noite. Até Ellen aparecer, quando a vi, meu coração se ardeu como brasa, não era desejo, ou apenas atração s****l, mais sim o rosto ingênuo dela, os longos cabelos, a boca bem desenhada, de olhos negros que refletiam um brilho extraordinário, seu corpo era completamente bem desenhado de cintura fina, bustos avantajados, e pernas grossas, claro que ela desperta o desejo de qualquer homem, mais além disso o seu rosto desperta a paixão pela ingenuidade, a delicadeza da pele que era perfeita, sem maquiagem alguma. Ela carregava apenas a beleza natural de simplicidade. Quando ela falou comigo, senti a insegurança em seu tom de voz, e tudo o que podia pensar era como alguém como ela era tão insegura, observei a forma como ela passou os olhos nas meninas que estavam no furó, e a insegurança preenchendo ainda mais seu semblante nesse momento. E me questionava o porquê, se sentir insegura por meninas fúteis de corpo bonito. Quando ouvi que ela era filha do Jholin, meu coração disparou de raiva em pensar que apesar de não ser de sangue, mas éramos praticamente da mesma família. Quando a peguei pelo braço a intimidando, o desejo percorria meu corpo para sentir o dela no meu, e manda lá sair de lá era o mais integro. Sabia que não podia sentir nada disso por ela, então comecei de alguma forma a mudar esse sentimento pelo de raiva, queria odiar aquela garota de lábios carnudos, para não sentir vontade de descobrir o sabor do seu beijo, queria odia lá e mante lá afastada de mim, pra não deseja lá toda vez que a visse. A olhando ir embora naquela camionete velha, pensei que era efeito do álcool, afastei todo sentimento e voltei para aquela festa disposto a fazer meu proposito valer a pena, aproveitar como nunca. Estefani, é uma ficante, a de vestido vermelho, apesar de ser uma grande gostosa e satisfazer minhas vontades na cama, é uma ambiciosa, arrogante, não se preocupa com ninguém além dela mesma e do dinheiro, então apenas aproveito o sexo que ela me proporciona, e me divirto.
- Vamos bota pra quebrar, agora que aquela estranha foi embora caralhoo. - gritei como um i*****l e pulei no furo apenas de cueca agarrando Estefani com toda a vontade que tinha, passando a mão pelo corpo dela.
Claro que nenhum ali negava fogo, então começamos a beber, usar droga, e se pegar. As festas da minha casa eram conhecidas porque ninguém nunca saia sem pegar ninguém. E Caleb adorava. Já estava bêbado, então por um impulso, comecei agarrar outra garota que estava junto conosco no furo, a beija lá e me esfregar nela passando a mão por sua b***a, Estefani ficou furiosa, começou me chingar, mas eu sabia como dar um jeito nela. A levei para o quarto de hospedes pegando firme em seu braço e a pondo contra a parede de costas pra mim forçando meu corpo no dela:
- A gente é o que mesmo?
- ficantes...
-Então eu posso ficar com quem eu quiser, não é? Responde pra mim... eu sei que você gosta que eu te pego assim.
Me olhando com a cara de safada que só ela sabia fazer, e eu entendia bem que significava um pedido de desculpas aceitos, começamos a nos pegar ali no chão do quarto mesmo, o clima começou a ficar quente enquanto ela gemia em meu ouvido, tudo corria bem até demais, até eu parar e imaginar que ela era Ellen, não conseguia sentir desejo imaginando a Estefani, e comecei a ter fantasias com Ellen, mesmo que eu tentasse afastar, mas ficava louco imaginando ela ali, e isso me fazia perder a cabeça, me deixava louco. Mas permiti, deixei acontecer. Quando acabamos, me senti um estranho, e desci para encher mais a cara de droga, bebida e pegação. Toda a minha frustração, descontava dessa forma. E aí acordo no outro dia, e logo de manhã me deparo com ela, parada na porta do quarto aonde havia tranzado com Estefani imaginando-a. Ainda mais bonita. Os olhos dela quando eu a intimidava de medo, eram tão inseguros, que eram capazes de fazer eu, logo eu, sentir algo além do desejo. Se eu não podia tira lá de lá então me retirei. Fui até a praia e me sentei na areia olhando o mar, imaginando o que minha mãe faria com ela, com certeza a desprezaria demais, e seus olhos já trazem dor o suficiente. Merda. Não há nada que possa fazer, a naop ser ficar aqui sentado, como sempre faço, e depois anoite dou mais uma festinha, encho um pouco mais a cara e deixo as coisas se resolverem por si só.