Capítulo Seis

1091 Words

Dante Palermo tem seu charme. As ruas iluminadas, o aroma de especiarias que sai das cozinhas e o som da música que se mistura ao falatório das pessoas formam uma sinfonia caótica que eu nunca me canso de ouvir. Aquela cidade era minha, em todos os sentidos. Eu controlava o que entrava, o que saía e até mesmo o que prosperava. Mas naquela noite, eu só queria um bom vinho e um prato de massa para me distrair dos incessantes jogos de poder. O restaurante em questão era um dos meus favoritos: discreto, mas com um toque de sofisticação que atraía uma clientela seletiva. Os garçons já me conheciam pelo nome, e a mesa no canto sempre estava reservada para mim. Sentei-me, como de costume, de costas para a parede, com uma visão clara de toda a sala. Um hábito. Não, uma necessidade. Giuseppe sen

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