capitulo39

826 Words

Meg estava um caos ambulante. Mas um caos adorável, desses que a gente abraça mesmo quando quer bater a cabeça na parede. Com seis meses de gravidez dos gêmeos, ela andava pela Müller Holdings como uma bolinha flutuante, reclamando dos pés inchados e, em seguida, chorando por ter comido o último biscoito do pacote. Um minuto depois, aparecia sorrindo porque alguém deixara um chocolate na mesa dela com um bilhete fofo. Ela se tornara, sem exagero, o coração da empresa. E todo mundo parecia sentir isso. A cada contração de Braxton Hicks que ela mencionava, três funcionários se levantavam. Um pra pegar água, outro pra chamar o segurança, e o terceiro pra avisar Cristian — o marido dela e presidente da companhia — que a “nossa Meg” estava “estranha”. Era quase engraçado. Quase. Mas, como b

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