A Dupla Identidade e a Despedida Final

1599 Words
Karl estava entediado naquela noite. Ele não sabia o que dizer para o CEO do banco bilionário que gostaria de fechar negócios com a Corporação Angelus, isso por conta da imperiosidade de Leithan, que se recusou a desistir de seu passeio com Carla, para assinar o contrato. Então, afim de descontrair, ele telefonou via celular para uma agência de sexo, a mais famosa de toda Manhattan. — Alô! — disse ele falando ao c*****o. — Manda a Shirley, preciso dela hoje! — “A Shirley não se encontra à disposição hoje” — a pessoa do outro lado a linha respondeu. — “Ela foi acompanhar um cliente muito rico, mas posso te oferecer a “Dani Star”, ela pode leva-lo à loucura assim como a Shirley”. — Fazer o que? Pode mandar essa vagabunda, então. Mas espero que ela seja bonita. — respondeu e desligou logo em seguida. *** Na agência, o c*****o chega para a garota e avisa que ela tem um cliente, a menina ficou logo animada. Ela era linda, corpo de sereia, s***s fartos, pernas bem torneadas, bumbum empinado, lábios carnudos e seus cabelos loiros e cacheados davam ainda mais ênfase aos olhos azuis e grandes. E lábios carnudos era um dos principais requisitos exigidos por Karl. — Fico pronta num segundo. — respondeu. O c*****o nada disse, depois de alguns minutos, ele mesmo fez questão de leva-la até Karl, pois era um de seus melhores clientes. *** A campainha tocou e Karl foi correndo atender, ele já estava sedento por sexo e depois de todo aquele estresse, o homem queria mesmo era esquecer tudo aquilo nos braços de uma linda mulher. Mas assim que abriu a porta, o segundo na empresa teve uma baita surpresa. — Anna? A mulher se espantou ao ver de quem se tratava o seu cliente. Isso por que, a garota de programa contratada por Simon, na verdade se tratava da secretária particular de Leithan, Anna Farrow. Karl começou a dar gargalhadas, enquanto olhava para Anna de cima abaixo. Ela vestia um vestido para lá de provocante e seus s***s quase explodindo para fora do vestido, o deixou ainda mais empolgado. — Quem diria. A santinha do escritório tem uma vida dupla. E que vida! — Por favor, senhor Simon, não conta nada para o senhor Kilmoth. Eu faço isso por que... Antes que terminasse, Karl a interrompe. — Por acaso eu te chamei aqui para ouvir suas confissões? — a moça sacudiu a cabeça, dizendo não. — Eu ouvi recomendações muito boas a seu respeito e quero ver se o produto realmente vale à pena, como você se chama mesmo? — Anna? — tremendo, ela respondeu com outra pergunta. — Não foi isso que perguntei. Como é mesmo o seu nome? — inquiriu o mesmo, dessa vez olhando sério. — Dani. Dani Star, pois eu posso levá-lo às estrelas sem sair do chão! — respondeu, suspirando em seguida. Karl sorriu de forma sínica, depois pediu a Dani que entrasse e se desculpou pelos maus modos. Em seguida lhe ofereceu uma bebida, a moça aceitou, mas ela estava preocupada, pois, apesar de se dar muito bem com Leithan, ela sempre achou Karl um homem cínico e as vezes sem escrúpulos. Mas Dani também não podia negar que estava diante de um homem muito atraente, talvez o mais bonito com quem esteve até aquele momento. Karl possuía um estilo elegante, sempre bem vestido e cabelo bem cortado, seu rosto ligeiramente quadrado tornava ainda mais expressiva sua masculinidade. Lábios carnudos, pernas longas e bem definidas, assim como os bíceps que tornava sua aparência ainda mais forte. Abdômen tanquinho e com um volume de dar gosto, no meio das pernas. — Relaxa, Dani e me mostre do que você é capaz. Com um copo de uísque na mão, Karl se sentou numa poltrona que ficava no canto esquerdo da enorme sala de seu apartamento, a mesma ficava de frente à janela que dava vista para o centro de Manhattan. Dani procurou relaxar, ela respirou fundo e fez de contas não conhecer Karl Simon, então ajoelhou-se diante do homem e foi diretamente com a mão direita em seu short e retirou a i********e do rapaz para fora da roupa. — Isso. Você acertou em cheio o que eu gosto. E esses lábios enormes? São os meus preferidos. — comentou mordendo os lábios, já com seu m****o rígido. — Então deixa eu te levar às estrelas. Dani levou o m****o enrijecido de Karl à sua boca, fazendo-o arquear as costas e erguer a cabeça para cima fechando os olhos. Os movimentos feitos por Dani com sua língua, faziam Karl gemer e contrair todo o seu corpo de tanto t***o. — Isso, sua v***a. É assim mesmo que eu gosto. — Dizia ele. — Ah, delícia! Dani fazia movimentos com as mãos e sugava ao mesmo tempo, deixando-o completamente maluco. Ela também foi aos poucos se entregando ao momento prazeroso com aquele homem para lá de gostoso e guiou sua mão até um de seus s***s. Karl apertava o seio de Dani enquanto esta estimulava o m****o dele usando a boca e as mãos, tamanho foi o prazer, que o segundo na empresa sentiu que iria gozar, mas ele não o queria naquele momento, então, ele se levantou virando Dani de costas, a apoiou sobre a mesa. Karl tinha gostos particulares e um deles era sempre penetrar por trás e foi exatamente o que fez, ele ergueu o vertido de Dani, afastou a calcinha dela para o lado, em seguida pegou uma camisinha e depois de coloca-la, ele penetrou a mulher com uma fome avassaladora. A cada estocada, Dani gemia alto, pois Karl sabia como se movimentar e isso a deixava louca. A garota sentia como se fosse explodir por entre as pernas e seu muco escorria pelas coxas. — Está gostando, sua cachorra? — perguntava ele, enquanto dava tapinhas em suas nádegas. — Sim! Não para, por nada, seu cachorro safado. Fode sua Estrelinha, fode! — Dizia Dani, entrando na onda de Karl, mas ela bem que estava gostando. De tão delicioso que foram os movimentos, a moça não segurou e gozou, mas ele não parou de estoca-la com força. Enquanto estava no auge de sua diversão com Dani Star, Karl percebe que seu telefone não para de tocar. De primeira ignorou, mas notou que seu fixo também tocava sem parar, foi então que um dispositivo em seu telefone que transmitia recados no automático foi acionado e Karl perdeu completamente a libido ao ouvi-lo. “Karl, aqui é o Drake. Cara, a Carla acabou de falecer. Ela morreu por complicações durante o parto, o Leithan tá muito m*l, ele precisa da gente agora”! — Minha nossa! A senhora Kilmoth?! — com as duas mãos na boca, Dani falou sem acreditar. Karl ficou catatônico e sem reação. ♥♥♥ No dia seguinte, por volta do meio dia, o coro de Carla à capela funerária para que fosse velado por parentes e amigos próximos. Os pais de Leithan ficaram com o pequeno Lohan, que por conta do parto fora de tempo, foi levando para uma UTI neonatal, por precaução, mas o pai não estava muito afim de saber a respeito da criança, já que segundo ele, Carla morreu para salvá-lo e ele não estava errado, porém, como mãe ela jamais aceitaria viver, sabendo que o filho foi sacrificado para isso. Karl não saía do lado de Leithan, mas também não tirava os olhos de Anna, sempre que esta se aproximava, a moça por sua vez, fazia de contas que não estava notando e procurava ficar ao máximo, longe do segundo da empresa. Mesmo assim, Karl não desiste e segue a jovem até o local onde se pegava cafezinho e a surpreende por trás. — Não se esqueça que a gente ainda tem um assunto pendente. — falou com a boca encostada ao ouvido de Anna, fazendo todos os pelos de seu corpo se arrepiarem. — Não vejo a hora de terminarmos aquela nossa conversa. Você é gostosa demais, sabia? — e concluiu enfiando a língua no ouvido de Anna. Foi quando o homem percebeu que outra secretária estava vindo e então se afastou, mas segunda mulher olhou para os dois, de forma desconfiada. Será que ela percebeu algo anormal? *** Leithan não saía de porto do caixão de Carla, ele nem sequer chorava, tão somente olhava para ela de forma inerte e todos ali notavam que o homem havia perdido parte de si mesmo. Anna se aproximou oferecendo um coo de leite, mas o mesmo o recusou, então sua mãe o fez. — Beba, amor. Vai te fazer bem. Leithan bebericou um pouco, mas depois colocou o copo de lado e voltou a fixar seu olhar em Carla. — Nunca mais serei capaz de amar ninguém, nunca mais serei capaz de viver como antes. — Proferiu olhando para a esposa sem vida. — Você é tudo o que eu tive de mais precioso. Carla não tinha pai e nem mãe, apenas uma tia distante que veio para o velório, mas a mesma parecia não gostar muito da sobrinha, ela veio apenas por que Carla era casada com um homem rico e sua despedida era por puro interesse. *** Chegado o momento do enterro, muitas foram as homenagens à saudosa senhora Kilmoth. A bela Carla desceu para o seu descanso final, mas deixou em Leithan uma ferida que jamais cicatrizará, porém, ela também deixou seu legado, o pequeno Lohan. Mas as desventuras desse belo CEO chamado Leithan Kilmoth, está apenas no seu início.
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