Café e Promessas O sol ainda m*l despontava sobre a cidade quando Blade abriu os olhos. O relógio marcava pouco mais de seis da manhã. Durante alguns segundos, ficou ali deitado, olhando o teto, ouvindo o som distante do trânsito despertando. O silêncio do apartamento lhe pareceu estranho — mas confortável. Levantou-se devagar, vestiu uma camiseta simples e caminhou até a cozinha. As panelas brilhavam, a bancada estava impecavelmente limpa, o cheiro de lavanda dos panos de prato pairava no ar. Tudo tinha o toque de Melina. Ele olhou para a cafeteira, indeciso, e depois soltou um riso baixo. — Vamos ver se eu consigo preparar algo sem provocar um incêndio… — murmurou para si mesmo. Demorou alguns minutos para descobrir onde ela guardava o ** de café, o açúcar e as xícaras. O som

