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Mr. Hollings: Contrato de Casamento

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Cristina está lutando para descobrir a verdade sobre a morte do seu pai, e isso a leva diretamente aos braços de Alex. Ele é um pesadelo mas tudo fica pior quando, por uma série de maus entendidos, ela é fotografada com ele em um quarto de hotel. No dia seguinte, o belo rosto de Alex e seus abdominais sensuais fazem manchetes, enquanto o rosto embaçado de Cristina deixa sua identidade no escuro.

Alex Holland é um CEO e, em seus trinta e três anos, nunca teve uma esposa ou foi visto publicamente com uma mulher. O trabalho era a sua vida, até que todo o escândalo com Cristina explodiu na mídia.

Quando o avô de Alex lhe dá um intimato para que ele se case, ele volta-se a Cristina com uma proposta que ela estava desesperada demais para conseguir recusar: 300 milhões por três anos de casamento. Casando com ele Cristina não só conseguiria acesso a uma quantia milionária como também conseguiria descobrir a verdade sobre seu pai de uma vez por todas.

Cristina não está interessada em se tornar a Sra. Hollings, mas em sim em descobrir a verdade. Mas eles estão cada vez mais próximos um do outro e Alex parece cada vez menos culpado.

Será que tudo que ela acreditou a vida inteira era uma farsa?

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O ínicio
Cristina Ando lentamente pelo bar do Gallax Hotel com um olhar desinteressado ao mesmo tempo em que procuro a minha presa. Foram anos trabalhando como investigadora particular para eu conseguir dominar totalmente a arte de parecer desinteressada quando na verdade eu estava extremamente interessada. Olhos as mesas e o balcão, nada da minha vítima ainda e eu começo a ficar ansiosa. Preciso do dinheiro desse trabalho para ontem ou não terei como cobrir os custos do meu aluguel. Minhas fontes disseram com certeza que meu alvo estaria aqui hoje, se ele não estiver... Lanço um olhar doce para o homem velho que me encara com um sorriso desejoso, sem nem tentar esconder a aliança de casamento. Porco nojento. Eu não amo meu trabalho, apesar de sentir um certo prazer em ajudar mulheres enganadas a conseguirem provas suficientes para destruir homens traidores no tribunal e levar todo o dinheiro deles no divórcio. Mas eu sou estou nesse ramo porque fui obrigada a essa vida. Quando meu pai morreu, cinco anos atrás em circunstancias misteriosas e eu me vi obrigada a largar a faculdade, me sentir compelida a descobrir toda a verdade sobre o dia em que ele morreu, mas investigar minha própria vida não me dava renda o suficiente para me sustentar, o que me levou a entrar no ramo de pegar homens traidores. Na verdade é tudo bem fácil. Suas esposas me contatam, eu os seduzo e, no momento que os tenho em uma posição comprometedora, eu as contato, para que elas apareçam e consigam toda a prova das quais precisam. Eu comecei por baixo, com trabalhos pequenos, mas me tornei a favorita das ricas e socialites, o que tem me permitido manter um padrão de vida enquanto eu trabalho paralelamente nas minhas próprias investigações. Sinto meu corpo vibrar quando finalmente noto minha vítima, Ian Clermont aparecer no balcão para solicitar alguma bebida enquanto fala no celular. É o meu momento. Me aproximo lentamente e fico ao seu lado, sem que ele me perceba já que ainda está absorto em sua conversa no celular. Há dois caminhos a seguir aqui, ou ele me nota e vem até mim (motivo pelo qual meu vestido vermelho é tão curto, tão apertado e tão decotado) ou eu chamo a atenção deles. Essa segunda alternativa é mais arriscada, mas funciona também. Olho ele disfarçadamente enquanto ele fala no celular. Ian não é um homem bonito, mas ele é rico e um senador que se casou com uma mulher trinta anos mais nova que ele. Ele tem pouco cabelo e me parece escorregadio daqui, como aquele tipo de pessoa que sempre tem as mãos úmidas e pés frios. A grande questão é que com o seu cargo público e uma nova eleição no horizonte ele deve evitar a todo custo se envolver em escândalos, motivo pelo qual sua esposa bebe precisa de fotos comprometedoras de nós dois, já que ela foi obrigada a assinar um acordo antes do casamento. Se ela quer sair com algo dessa d***a de situação ela vai precisar da boa e velha chantagem. Bom, francamente ela merece por ter aguentado ficar casada com esse cara cinco anos. Seguro o estremecimento no momento exato em que ele desliga o telefone e olha para mim, seu olhar indo em direção a minha perna bronzeada que está quase toda exposta. — Dia difícil? — falo, apontando para o seu celular enquanto recebo a minha própria bebida, que é sem álcool, já que eu não preciso ficar bêbada com esses idiotas, mas ele não precisa saber disso. — E não são todos os dias assim? — ele fala, seu olhar subindo para o meu decote enquanto ele passa a língua pelos lábios murchos. — Então quem sabe eu não posso torna-lo melhor. — falo, colocando toda a sensualidade que consigo em minha voz. Ian finalmente leva seu olhar para o meu rosto e, mesmo tendo sido agressiva em minha posição sei que o tenho porque ele começa a soar intensamente, em um sinal claro de ansiedade. — Não pago por s**o. — ele fala mas eu sei que isso é uma mentira. Sei que se eu colocasse um preço ele pagaria porque já está em minha teia. Fico um pouco frustrada por ter sido tão fácil, um homem na posição dele, com uma vida pública deveria ser mais cuidadosa. Nada o garante que eu não sou uma jornalista disfarçada. Bom, na verdade seria melhor para ele que eu fosse uma jornalista disfarçada. Levanto do banco em que sentei e me próximo dele, colocando nosso corpo de forma que consiga sussurrar em seu ouvido. — E quem disse que eu estaria cobrando por isso? — sussurro, terminando minha pergunta com uma leve mordida no lóbulo da sua orelha e ganhando um estremecimento dele. Homens são tão fáceis de ler. Todos são realmente iguais. Se eu precisasse seduzir mulheres teria que trabalhar o dobro que trabalho hoje e conseguiria resolver menos casos. Me afasto poucos centímetros dele, de forma que agora estamos cara a cara, nossos narizes quase se tocando. — Tive um dia muito r**m hoje também e esperava que você pudesse melhorar o meu dia, mas se não está interessado... — começo a me afastar mas ele segura o seu braço, ficando de pé na velocidade da luz e colando seu corpo ao meu, deixando clara a sua animação com toda a situação. — Eu estou interessado. — ele fala, empolgação pingando por toda a sua voz. Me viro para ficar de frente a ele. — É mesmo? — digo. — Claro que sim. — ele quase saltita — Por que não pegamos um quarto? Sorrio. Eu não disse? É sempre extremamente fácil. — Um quarto parece um excelente ideia. Ele sorri para mim. — Sempre fico em uma suíte no sétimo andar, podemos ir para lá. — Por que eu não vou indo na frente enquanto você pega as chaves? Só então ele tira os olhos de mim e olha ao redor, se dando conta que estamos em um bar lotado pela nata da sociedade de Boston. — Parece ótimo para mim. — ele diz, se afastando um pouco de mim com relutância. — Não se esqueça do champanhe. — digo, saindo rebolando deixando uma última piscada para ele. No momento em que entro no elevador e tenho certeza que estou longe de seu olhar curioso e suas mãos pegajosas tiro meu celular da bolsa e ligo para Jackson, meu empregador. — Não me diga que você já conseguiu? — ele fala, assim que atende. — Claro que sim, não quero demorar nisso mais do que preciso. — Não fique descuidada, Cristina. — ele resmunga e eu rolo meus olhos. Ele sempre me fala a mesma coisa mas ele sabe que eu sou a melhor que ele tem. Eu não cometo erros. — Apenas ligue para a esposa. — digo, no momento em que o elevador para no sétimo andar, fazendo com que eu saia dele. — Lembre a ela de deixar meu rosto bem longe dessas fotos ou vou desenterrar todos os esqueletos dela. — Não seja boba, Cris. Ela conhece as regras e o fotografo será Black, da FNews, ele já está acostumado com nossa forma de trabalhar. Sorrio e relaxo. Gosto de Black e talvez possamos nos divertir um pouco quando eu terminar aqui. — Ok, Jackson, ligo para você quando tudo tiver terminado. — Seja cuidadosa, Cristy. Desligo o telefone e me chuto mentalmente por não ter perguntado qual era o número do quarto. Fica parada no meio do corredor parece demasiado ridículo até para mim. Mas um segundo depois que penso nisso a porta do elevador se abre e eu abro um sorriso enorme, esperando ver o rosto sem graça de Ian sair do pequeno espaço, mas fico chocada quando não é ele que eu vejo. Sinto meu corpo inteiro tremeluzir de raiva quando Alex Holland saí do elevador, digitando algo em seu aparelho celular, com seu terno feito sob medida e um corpo forjado pelo próprio d***o. Todas as células do meu corpo imploram para que eu ataque esse homem e o obrigue a dizer tudo que ele sabe sobre a morte de meu pai, porque eu sei que meu pai não apenas morreu e esse homem tem chances de ser o grande culpado de tudo, já que eu sei que ele foi a última pessoa a vê-lo com vida. Eu liguei para meu pai em seu último dia de vida e ele me disse que teria uma reunião secreta com Alex Holland que mudaria tudo. E então, uma hora depois, eu estava sendo contatada pelos policiais sobre a sua morte. Ninguém acreditou em mim sobre seu possível envolvimento mas eu continuei a investiga-lo, apesar dele parecer ser extremamente difícil de acessar. Nunca consegui alcança-lo, até hoje. Fecho minhas mãos em punhos ao lado do meu corpo no exato momento em que ele tira os olhos do celular e olha em minha direção, nossos olhares se cruzando. Nesse momento eu sei que eu inferno Ian Clermont, não irei deixar essa chance passar de descobrir tudo que eu conseguir com Alex Holland.

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