CRISTINA Alex segue logo atrás de mim e quanto chegamos na mesa ele, como o cavalheiro que nunca demonstra ser comigo, puxa a cadeira para que eu sente. Olho para ele e pisco um dos meus olhos, sorrindo. — Pare com isso. — ele sussurra para mim ao se sentar ao meu lado. — Com o que? Ele faz uma careta. — Com a sua tentativa inútil de me seduzir. Sorrio. — Não estou tentando seduzir você, estou tentar agir como uma mulher apaixonada. — Pois tente menos. A minha irmã me conhece. Ela sabe que não sou um cara de grandes demonstrações de sentimentos em público. — Você sequer tem sentimentos? — questiono, fingindo surpresa. Ele força um sorriso falso para mim. — Engraçadinha. Sorrindo viro os meus olhares para frente, encontrando os olhares curiosos de Linda e de William. — O quê?

