bc

Sempre, Sra. Whitney

book_age4+
26
FOLLOW
1K
READ
billionaire
contract marriage
playboy
arrogant
CEO
drama
ambitious
office/work place
betrayal
seductive
like
intro-logo
Blurb

Em uma história repleta de clichês, conheceremos a história de Chase Barnes, um aventureiro s****l que ignora suas responsabilidades desde a morte de sua mãe.

E Celine Avis Whitney, uma CEO determinada e sagaz, que de repente percebe que seu casamento está indo por água abaixo.

Quando Alberto Barnes, dono da empresa onde Celine é a CEO, descobre que está a beira da morte, tudo muda. Agora, ele precisa de duas coisas; a primeira é que seu filho mais velho aprenda o ofício da empresa e se torne o presidente quando ele morrer; e a segunda, é que ele se case com uma mulher poderosa escolhida por ele, antes de sua morte.

Nessa mesma época, Celine terá a brilhante ideia de levar seu marido para uma segunda lua de mel em uma ilha paradisíaca, a fim de reatar o romance entre eles. O problema, é que ele levará sua amante na bagagem.

Enquanto isso, Chase tentará sua última oportunidade de ganhar uma aposta e conquistar a mulher mais cobiçada do mundo empresarial, Celine Whitney, durante seu curto período de despedida de solteiro, mas uma paixão avassaladora surgirá, pondo em risco todos os planos do matriarca.

Será que Chase Barnes e Celine Whitney estão fadados a infelicidade eterna ou finalmente encontrarão seu final feliz?

chap-preview
Free preview
Capítulo 1: Promessas
— Não acredito que tenha feito isso! — Eu achei que... A voz desesperada do jovem e seu olhar de culpa, a princípio, quase amoleceu seu coração, mas ele fez suposições, desobedeceu suas ordens, e aquilo a deixava irritada. Ela levantou, impetuosa, com o olhar de uma mulher que sabia exatamente quem era. Ou pelo menos, era resumida a isso. — Não, não. Eu sou a CEO dessa empresa há sete anos. E você acabou de se formar em administração e acha que sabe alguma coisa? Está demitido. — Não, por favor, eu tenho tanto a aprender com a senhora! Celine Whitney sentiu o sangue percorrer todo seu corpo com uma velocidade anormal. Ela fechou os olhos e massageou as têmporas. Sua cabeça parecia prestes a explodir. — Primeiro, não me chame de senhora. É Diretora Executiva ou Diretora Whitney. Segundo, se não quiser que eu destrua sua carreira com uma simples carta de recomendação, é melhor que saía desse escritório agora. Em 3, 2... O rapaz não pensou por mais nenhum segundo e saiu correndo. Sua antiga chefe era uma mulher de promessas, além de extremamente influente em todo o mundo. E a maior organizadora de eventos que qualquer um já tenha conhecido, então o melhor a fazer era seguir sua vida mediana buscando fazer alguma coisa com seu conhecimento e, com sorte, chegaria em algum lugar no futuro, já que tinha estragado sua melhor chance de carreira promissora. — Não acha que pegou muito pesado com o rapaz? Selma Whitney entrou e bateu a porta. Celine sentou na cadeira e revirou os olhos, soltando o ar lentamente em seguida. — Olha, querida irmã, se eu quisesse seus adoráveis conselhos, teria ligado pra você. — Só acho que é muito estresse à toa. — A minha vida por si só é muito estresse, mas fazer o quê? Preciso vivê-la da mesma forma. Ele vai aprender muito com isso. Sabia que a gente também descobre muito com os erros? Selma puxou uma cadeira e sentou, cruzando as pernas. Suas íris, um intenso e delicado castanho claro, encararam os olhos marrons e frios de sua irmã. — É, mas isso parece prêmio de consolação. Ou melhor, uma desculpa para nossos erros. — Talvez, mas ainda é valido. Enfim, o que faz aqui? — Ia te chamar pra almoçar, mas você parece atolada de trabalho. Ela olhou para a bagunça da mesa. Estava com diversos papéis e pastas espalhados, além de três copos do Starbucks e uma caixa com farelo do que deveriam ter sido deliciosas rosquinhas. — Quando eu não estou? E pra piorar, meu estagiário resolveu mexer na minha agenda e marcar dois eventos com um intervalo de tempo extremamente curto e impossível de fazer. — Nada é impossível pra você. Você é uma mulher de 45 anos gerenciando uma empresa de eventos com dezenas de filiais espalhadas pelo mundo, além de ser casada com um grande advogado de negócios, um homem gentil e amoroso, apesar de tudo. Construiu uma coisa bacana aqui. Não tem nada que possa te abalar. Celine parou pra refletir as palavras da irmã. Ser CEO de uma empresa daquela dimensão não era fácil, e muito menos conciliar o casamento ao trabalho. Não que ela tivesse fazendo muito isso. Mas de qualquer forma, sua dedicação e determinação para tudo que tinha construído ao longo dos anos, tendo tantas dificuldades como os acionistas que repudiavam uma mulher no poder e todos os problemas que surgem todos os dias e ela precisava dar conta para não parecer que eles estavam certos, só mostrava que ela era capaz de resolver qualquer problema que lhe aparecesse. — Você tem razão. Não posso permitir que um erro como esse abale tudo o que fiz nos últimos anos. Eu vou dar um jeito nisso. — É assim que se fala, garota! Agora vamos almoçar! — Ahn, na verdade preciso fazer algumas encomendas e ligações e... — Ah, é claro. Nos vemos depois então. Selma levantou e andou até a porta, esperando que em algum momento, Celine percebesse que estava trabalhando tanto, que perdia a chance de cultivar bons momentos em família. Ela parou, segurou a maçaneta e se virou pra olhar a irmã. — Tenho muito orgulho de você, sabe disso, mas você precisa de férias, urgente. Pensa nisso. Ela piscou o saiu. Celine voltou a encarar a pilha de papéis que lhe esperava e encostou o corpo na cadeira, pensando que devia mesmo se dar umas férias. Em outro lugar, naquele mesmo momento, um homem de terno cinza e suplicantes olhos azuis, abria a porta do quarto e se jogava na cama. Ele adormeceu mais rápido do que pôde sentir e abriu os olhos afoito quando a água fria entrou em contato com sua pele. — Mas que merda é essa! Chase levantou sobressaltado, com o terno encharcado. — Porra pai, é um Georgio Armani! Esbravejou, se referindo ao terno. — Ah é? E você estava usando pra quê? Pra conquistar mulheres virgens e ingênuas? Ou para achar alguém pra transar em bares de quinta? Chase fechou o punho com força, segurando a língua a todo custo. — Tome a porra de um banho e desça imediatamente. Teremos uma conversa. Proferiu o matriarca, conhecido por um gênio tão forte quanto do filho mais velho. — Não estou a fim de papo hoje. — Não perguntei o que você quer. Se não quiser que eu queime todos os seus ternos ou bloquei cada um dos seus cartões, você vai fazer exatamente o que mandei. Ele não permitiu que o filho respondesse, saindo do quarto no mesmo minuto e batendo a porta com força. Chase fechou os olhos e tentou massagear a têmpora. Logicamente que sua cabeça estava quase explodindo de dor e ele não sabia o que fazer para evitar aquela conversa. Ele tirou o terno com cuidado, deixando em cima da cama mesmo, com pretensão de pedir pra empregada secá-lo com cuidado. Depois entrou no chuveiro com a cabeça fervendo. Precisava descobrir alguma forma de escapar da conversa. Ou se desviar do assunto que ele já imaginava qual seria. Mas quando pisou pra fora do banheiro, seu pai estava lá, de braços cruzados. — Anda logo. Ordenou, impaciente. — Posso me vestir pelo menos? Chase ergueu as sobrancelhas, encarando o pai. — Estou te esperando em cinco minutos. Não leve nenhum segundo a mais. Alberto se virou e saiu, deixando Chase mais irritado e se indagando porque o pai estava com tanta pressa. Parecia que seu tempo estava contado. Ele colocou uma calça jeans e desceu, sem camisa, com o cabelo ondulado molhado, permitindo que uma mecha caísse sobre sua testa. — Estou aqui. Disse abrindo os braços, descendo as escadas. Seu pai, Alberto Barnes, estava parado de pé e de costas para as escadas, em frente a pequena mesa que tinha sobre ela uma garrafa de Uísque e dois copos em uma bandeja metálica e fria. — Sente, Chase. Ele obedeceu, bufando. — Estou morrendo. Anunciou subitamente. — O quê? A voz de Chase saiu por um fio. Ele pensou de primeira que ainda tinha água em seu ouvido e não havia escutado direito. Com a testa franzida, ele esperou por uma resposta. — Devo ter alguns meses, talvez um ano. É um tumor no cérebro. Não tem cura. — Pai, não se brinca com essas coisas. Disse, manso, com um nó na garganta. — Infelizmente não estou brincando. Chase ficou em silêncio, mas uma lágrima escorreu por sua bochecha. Ele não conseguiu dizer nada durante algum tempo. Tanto que sua voz ficou embargada quando ele indagou: — Meus... meus irmãos, sabem? — Queria contar pra você primeiro. — Por que? — Porque chega de irresponsabilidades, Chase. Eu permiti que vocês fizessem o que quisessem depois da morte da mãe de vocês. Achei que essa seria a única forma de mantê-los perto e de lidar com o luto. Mas vejo que cometi um erro. Agora é tarde demais para corrigir isso, mas ainda há algumas coisas que posso fazer. Chase respirou fundo. Winnie tinha falecido há 10 anos e desde então, a vida de todos se tornara um caos. Fazia uma década que tinha acontecido, mas Chase e os irmãos sentiam que não havia se passado nem um dia desde que ela tinha os deixado. A dor ainda assombrava cada um deles, de forma diferente. Suas vidas estavam boas, até ela ser acometida por um câncer terrível, que nem mesmo todo o dinheiro do mundo foi capaz de salvá-la. Desde então, os irmãos Aiden e Chase se tornaram um problema pra família. A única que tinha conseguido alguma estabilidade, depois de algum tempo, foi Grace, a irmã do meio. Mas os homens não conseguiram superar a morte da encantadora e alegre Winnie até os dias atuais. — O quê, por exemplo? Alberto se virou, com os braços cruzados, olhando para seu filho. — Quero você a frente da empresa. — Ah, pai, isso de novo... — Você é o mais velho, deve assumir a empresa. Mas não posso permiti que faça isso sem saber de nada. — Como assim? — Vai entrar na empresa como estagiário. — Não, não pode fazer isso. Ele levantou, com o coração ainda partido, mas com a indignação rondando sua mente. — Eu estou lhe pedindo, Chase. Com todo meu coração, estou lhe pedindo que trabalhe na empresa e conheça o lugar onde vai gerenciar. Não sei quanto tempo tenho, mas quero ir embora em paz, sabendo que vocês estão seguros. — Mas... a sua... a CEO que cuida de tudo... — Celine é ótima. Confio nela. Inclusive você vai trabalhar diretamente com ela. Mas queria você no comando. Sua mãe também iria querer isso. Alberto sabia que tinha tocado no ponto mais fraco do filho. Por mais que soubesse do amor de Chase por ele, o rapaz sempre fora muito apegado a sua mãe. Do mesmo modo que Grace acabou sendo mais chegada a ele, por serem mais parecidos um com o outro. Era um pedido especial e ele sabia disso. O que aconteceria nos próximos meses iria mudar sua vida drasticamente. Perder seu pai, por mais desavenças e suas diferenças que ambos tivessem, seria doloroso demais. Ele mal tinha conseguido se recuperar da morte de sua mãe. E tendo em vista tudo isso, não poderia simplesmente negar um pedido dele. Com o coração apertado e a mente ainda latejando, ele respirou fundo e deu alguns passos em direção ao pai. — Ok, papai, eu aceito ser estagiário da Celine Whitney. Mas só por três meses. O pai sorriu, estendendo a mão. — Se você durar tudo isso, eu deixo você dar uma festa aqui e ainda te acompanho na bebida. Chase segurou a mão do pai e apertou, com um sorriso triste em seus lábios. — Não faça promessas que sabe que não pode cumprir, velhote.

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

Dominating the Dominatrix

read
52.9K
bc

The Luna He Rejected (Extended version)

read
559.2K
bc

Secretly Rejected My Alpha Mate

read
24.1K
bc

Claimed by my Brother’s Best Friends

read
788.1K
bc

The Slave Mated To The Pack's Angel

read
378.3K
bc

The Lone Alpha

read
123.2K
bc

The CEO'S Plaything

read
15.5K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook