cap 18 eu m@tei um cara

995 Words
Lúcifer Todos vieram pra cá porque nós estávamos preocupados com a princesinha – a mina matou um cara ontem e tá fingindo que nada aconteceu, mas todo mundo sabe que ela tá m*l por dentro. Lembro da primeira vez que matei – tinha 15 anos. Foi uma sensação r**m pra c*****o, fiquei malzão, mas depois percebi que ou você mata ou você morre. E eu não quero que a minha coroa sofra não. Acordo do cochilo e a gatinha tava com a raba virada logo pra mim – eu já fiquei como? Na vontade! Levantei pra não fazer besteira e fui no banheiro, fiz xixi e olhei o celular – eram 15h da tarde ainda. Nós vamos fazer o assalto umas 7:30, hora que o carro forte passa segundo um parceiro infiltrado lá dentro. Quando a gente fizer isso e der certo vai ser como? Baile! Só selecionei os melhores pra ir nessa fita – vai dar certo esse bagulho. Abri a porta do banheiro e vi a Luna sentada no sofá toda encolhida, fui até ela e vi que a mina tava chorando. Fiquei sem reação, mas logo sentei ao seu lado e ela me olhou secando as lágrimas. Lúcifer: Fica de boa, tô aqui pô. – ela me olha segurando as lágrimas e eu bato na minha perna, ela deita com a cabeça no meu colo – O que foi, princesa? Luna: Cara, eu matei um homem... Eu posso ter destruído uma família, os filhos dele devem tá muito m*l! Cara, sabe qual é a sensação que eu estou sentindo? – ela chorava Lúcifer: Tá tudo bem, o pepeu não tinha ninguém, Luna. Ele vivia sozinho porque sempre fazia isso com as minas, mas nós só batíamos e pá, mas ele nunca parou. Sabe qual o alívio que você deu a outras mulheres que sofreram abuso ou foram assediadas por esse filho da p**a? Ou por outro? Tem filho da p**a que viu e faz isso que não vai fazer mais por aqui por que vai tá com medo de morrer também. Ela me olhava bem atenta, mas ainda chorando. Luna: Eu fiquei com tanto medo dele me fazer alguma coisa... Lúcifer: Mas ele não fez, ou fez? – a olhei atento Luna: Só me tocou. – respirei um pouco aliviado Lúcifer: Não vou falar que o que você fez foi certo por que isso vai fazer você querer fazer isso mais vezes, mas querendo ou não foi bom para que ele sirva de exemplo e todos saibam que não é pra mexer com o que é meu. Luna: E eu sou sua? – sorriu e eu concordo com a cabeça – Quem disse? Lúcifer: Eu que estou dizendo. Luna: Então quer dizer que você é meu? – me olhou com a sombrancelha erguida Lúcifer: É complicado, mina... – cocei a cabeça respirando fundo Luna: Ah entendi. – levantou do meu colo Lúcifer: Não posso ter ninguém, você já tá visada, se tiver comigo vai ter muito mais gente atrás de você. Não quero que você corra mais riscos por minha causa. Luna: Mas quem sabe um dia nós possamos tentar sem ninguém saber? – eu sorri com a "insistência" dela nisso Lúcifer: Nós vê. – sorrimos Ju: Sai chato! O chocolate é meu. – fala dormindo e a gente gargalha Luna: Não foram trabalhar hoje por que? – ergueu a sombrancelha Lúcifer: Liberei alguns manos para descansar e de noite ter disposição. Luna: Disposição pra quê? Lúcifer: Nada, Luna. – fui grosso e ela pareceu incomodada Luna: Ok então. – ficou calada Depois de alguns minutos o pessoal acordou e ficamos jogando papo fora, mas logo fomos embora de lá – cada um foi para a sua casa enquanto eu e os meninos fomos para a boca fazer a reunião. Depois de passar todo o plano fomos cada um para a sua casa, tomei banho e coloquei uma calça e uma blusa de mangas compridas para cobrir as tatuagens, calcei um tênis, passei perfume e desodorante, peguei uma corrente fina sem pingente e coloquei. Desci e fui para a cozinha vendo a minha mãe lá fazendo algo no fogão. Lúcifer: Tá fazendo o que, coroa? Carla: Coroa é tua mãe! – ri – Tô fazendo pão na chapa com queijo pro seu irmão. Lúcifer: Também quero! Ela faz dois pra mim e como tomando café, logo o MT desce e come também – depois nos despedimos da nossa mãe e saímos indo em direção ao carro. Carla: Tomem cuidado meninos, por favor! – parecia muito preocupada Lúcifer: Fica de boa, coroa! – dei um beijo em sua testa O MT faz o mesmo e saímos indo para a boca, lá repassamos todo o plano para não ter erro, pegamos as armas e todos foram para os carros. No total seriam dois Velar pretos, trocamos as placas então não vai ter problema nenhum. (...) Estávamos todos em posição só esperando o toque do mano no radinho – quando escutamos ficamos todos alertas e vimos o carro parar depois do barulho de pneu estourado. Dois caras desceram e foi aí que pegamos eles de surpresa. Atiramos neles que caíram no chão, fomos correndo até o porta-malas e o mano colocou uma espécie de bomba na porta – nos afastamos e logo a porta foi derrubada! Colocamos o dinheiro dentro de sacos, mas não demorou muito para ouvirmos sirenes – joguei gasolina no carro e acendi um fósforo, colocando fogo lá no lugar, corri para o carro e logo saímos voando de lá. Tirei a máscara respirando fundo enquanto a polícia vinha atrás, mas logo despistamos eles e fomos devagar. Lúcifer: c*****o! MT: Faz tempo que não sentia essa sensação. – sorriu Lúcifer: Se prepare porque esse é só o começo. – sorri (...) Luna O meu coração tava bem apertado, repreendi logo esse sentimento e fui deitar para dormir quando o meu quarto é invadido pelos meus pais que estavam com sangue nos olhos!
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