cap 09 ele me traiu

1771 Words
Luna Eu estava entre os dois que estavam se peitando, ela estava muito descontrolada — nunca tinha visto a minha mãe daquele jeito. Lúcifer: — Vai pro carro, Luna, eu resolvo. — fala e ela n**a. Diana: — Ela não vai para lugar nenhum! — fala alto. — Você é igualzinha a seu pai né? Já está se envolvendo com ele? Eu vou matar aquela mulher! Filha da p**a deu o filho que eu não consegui dar a ele! Mas eu vou matar ele e ela agora! — ela falava nada com nada. Luna: — Do que você tá falando? Diana: — O filho da p**a do seu pai me traiu! E agora ele tem um filho com ela. Um lindo menino que eu nunca consegui dar! Era o sonho do seu pai ter outro filho homem já que não conseguiu fazer parte da infância do Daniel, mas agora quem realizou esse sonho foi outra! — fala brava. Não acredito que o meu pai foi capaz disso. Pedro: — O que tá acontecendo aqui? Os vizinhos estavam reclamando do barulho. — fala entrando em casa e para de falar e olhar vai para a minha mãe. — O que foi, amor? Diana: — AMOR? — grita com ele. Lúcifer: — Vamos embora. — fala pegando na minha mão me puxando para fora dali. Luna: — Mas e meus pais? Lúcifer: — Eles vão se resolver. — fala me levando para o carro. — Droga, Mariana! — fala vendo que ela deixou a garrafinha dela aberta e caiu no banco molhando tudo. Mariana: — Não pode falar assim com uma dama! — fala brava e rimos. Fomos até o mercado calados só ouvindo a cantoria da Mariana no banco de trás. Descemos do carro e entramos no mercado, eu queria comprar bastante besteiras para fazer tipo uma festinha do pijama lá. Enquanto o Lúcifer foi pegar o refrigerante, eu e a Mariana fomos pegar finis, salgadinhos e coisas pra fazer brigadeiro. Comprei uma vodka também, mas não deixei a Mariana ver. Lúcifer: — Achei vocês! — falou aparecendo no corredor que estávamos. — Mariana, eu deixei você pegar uma fini não o mercado inteiro! Mariana: — É da titia não meu! Lúcifer: — Vai levar isso tudo para que? — falou confuso. Luna: — Quero fazer uma noite das meninas lá. Lúcifer: — Os meninos vão poder participar também? — fala mechendo na cesta. Luna: — Se virarem gêmeas quem sabe... — falei e ele fez careta. Fomos pagar e logo fomos para a casa da Ju. Mariana: — Papai, a gente comprou um montão de doce! — fala pulando de alegria. MT: — Sério, princesa? Ju: — Por que demoraram tanto? — falou desconfiada. Luna: — Depois te conto tudinho. — falo sem animação e ela concorda. Ray: — O que tem aí? — fala olhando a sacola. Luna: — Trouxe algumas coisinhas para fazermos uma noite das meninas. — falo e ela sorri. Carla: — O jantar está pronto, todo mundo indo lavar as mãos vamos. — fala com autoridade. MT: — Calma senhorita Agatha Trunchbull! — fala e ela dá com o pano de prato nele que ri correndo. Depois de todos lavarmos as mãos fomos jantar. Carla: — Como está os seus pais, princesinha? — fala e o Lúcifer n**a com a cabeça olhando para ela. Luna: — Tudo bem. — falo para ele. — Espero que bem, quando sai de casa não estava muito, mas acho que eles já se resolveram. — falo e ela concorda. Faísca: — Oi família! — fala entrando na cozinha. — Eita cheguei na hora certa! — fala vindo em direção à mesa. Carla: — Vai lavar as mãos, garoto! — fala séria. Faísca: — Calma tia! — ri. Carla: — Calma nada, Daniel! Luna: — Daniel? Já ouvi esse nome em algum lugar... — falo baixo e o Lúcifer me olha tenso. — O que foi? — perguntei confusa. Lúcifer: — Tá falando sozinha, maluca? — ri. Mariana: — Minha tia não é maluca! Lúcifer: — Babona! Carla: — Como foi o dia de vocês hoje? Faísca: — Foi de boa. MT: — Muito trabalho. Ju: — Eu e as meninas ficamos a tarde inteira sem fazer nada. Lúcifer: — Novidade! — implica. Mariana: — Meu amiguinho falou que ele tava muito triste hoje, a mamãe dele tava maluca de novo e bateu nele de novo por causa do papai dele. — fala na maior naturalidade comendo e isso me deixou tão m*l. Luna: — Foi o José? — perguntei e ela concordou com a cabeça. Terminamos de jantar e fiquei com a situação do José na cabeça — esse menino me chamou atenção e eu nem sei o porquê. Ajudei a Carla na cozinha enquanto o MT arrumava a Mariana para dormir já que eu iria contar uma história para ela. Termino de enxugar os pratos e subo para o quarto da Mari. Mariana: — Titia, qual história você vai contar? Luna: — Qual você quer ouvir? Mariana: — A da Branca de Neve! Luna: — Era uma vez... (...) Fecho a porta e saio do quarto, desci vendo as meninas com colchões na sala e os meninos bem lindinhos deitados neles. Luna: — Pensei que fosse a noite das meninas. — falei com a mão na cintura. Lúcifer: — Tá parecendo uma xícara. — ri e os outros acompanham ele. Faço careta pra ele e me sento ao seu lado — aí que era o único lugar vago. Faísca: — Vamos assistir o que? — fala pegando um saco de salgadinhos e o Furacão vem correndo até ele. — Teu cachorro é? — pergunta a mim e eu concordo com a cabeça. — Bem que parece com você. Luna: — Teu cu! Vem cá, vem neném da mamãe. — falo e ele me olha vindo. Lúcifer: — Não quero esse pulguento perto de mim não. — fala e o Furacão começa a rosnar pra ele fazendo ele se afastar e rimos. Luna: — Não liga pra esse feio não. — falei colocando ele no meu colo que deita com a cabeça na minha perna. Ju: — O que vamos assistir? — fala apagando a luz. Luna/Ray: — Barbie Escola de Princesa! — falamos juntas e rimos. MT: — Não! Faísca: — Mó r**m! Luna: — Vocês são uns chatos, aff! Lúcifer: — Vamos assistir Velozes e Furiosos. — fala e todos concordam então eu e a Ray tivemos que ceder. (...) Estávamos assistindo e no final do filme decidimos beber a vodka que eu tinha trazido, os meninos acrescentaram outras bebidas falando que iria ser sem graça só com a vodka. Logo todos se animaram para brincar de verdade ou desafio. Fizemos uma roda sentados no chão e giramos a garrafa seca de vodka. Primeiro caiu da Ju para a Ray que pediu verdade, depois do Faísca para MT e assim foi. Não demorou muito para cair pra mim. MT: — Verdade ou desafio? Luna: — Verdade. — falei e ele ficou pensativo. MT: — Já ficou com o Lúcifer? Luna: — Não. MT: — Mas sente vontade? Luna: — Achei que era só uma pergunta, não é? — falei e todos fizeram som de desapontamento. Girei a garrafa e ela caiu para a Ju perguntar para mim. Ju: — Ficaria com o meu irmão? Luna: — Aí gente eu não sei. — falo e sinto o olhar dele em mim. — Não sou de ficar com uma pessoa assim do nada, primeiro eu tenho que pelo menos conhecer. E eu conheci o seu irmão, acho que não tem nem 5 dias. Faísca: — Tá certa. Não é certo ficar com as pessoas, ainda mais sem conhecer. — fala sério e eu olho sem entender. Ficamos jogando e depois de um tempo fomos deitar para assistir enquanto comia. (...) Acordo no meio da noite e vejo a televisão ainda ligada e todo mundo dormindo. Levanto e vou até a cozinha pegando um copo de água e bebendo. Lúcifer: — Tá fazendo o que acordada uma hora dessas? — fala me assustando me fazendo derrubar água no meu corpo. Luna: — c*****o! — falei limpando a boca e ele riu. — Agora tenho que me trocar! — falei brava. Lúcifer: — Vai lá, vou pegar um pano. — fala indo até um armário. Vou até a sala que só estava iluminada pela luz da televisão e da cozinha, as escadas estavam muito escuras. Nunca que eu subo sozinha! Voltei para a cozinha vendo ele secando o chão. Lúcifer: — Que foi? Luna: — A escada tá escura... — falei e ele riu. Lúcifer: — Vou lá com você. Calma ae. Ele terminou de enxugar e colocou o pano na janela, logo fomos até as escadas e ele pegou na minha mão me guiando até lá em cima. Fomos até o quarto da Ju onde estava a minha bolsa e ele fica na porta me olhando. Luna: — Pode sair só pra me trocar? — falei e ele concordou com a cabeça. Peguei meu pijama, não tinha colocado ele antes porque ele é curtinho e como iria ter homens aqui eu iria ficar desconfortável. Como só tinha esse, coloquei ele mesmo, coloquei a minha roupa molhada pendurada no box e saí do quarto dando de cara com o Lúcifer que me olhou dos pés à cabeça e deu um sorrisinho. Fiquei encarando aquele sorriso lindo e ele se aproximou de mim me dando um selinho rápido já que desviei. Eu queria muito, mas acho que agora não é a hora. Ele deve ter as meninas que ele quiser e eu não posso ser só mais uma delas. Lúcifer: — O que foi? — falou olhando nos meus olhos e depois para minha boca. Luna: — Eu queria muito, mas não posso ser só mais uma. — falei e ele negou. Lúcifer: — E não vai ser! — falou baixinho e me prendeu na parede me dando um beijo quente, sua língua deslizava pela minha boca e uma sensação muito boa tomou o meu corpo, não sabia o que era mas cada vez eu queria mais. Quando veio a falta de ar, separamos com um selinho e aproveitei para dar uma mordidinha no seu lábio inferior. Lúcifer: — Vamos deitar? — falou e eu concordei. Voltamos para a sala e deitei no colchão ele ao meu lado, me deu um selinho e me puxou para ele me abraçando com a cabeça no seu peito. Uma sensação muito boa tomou o meu corpo mais uma vez... Dormir com o som do seu coração.
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