Vejo a minha mãe parecer no início um tanto perdido mas logo se permite de observar o céu e ouvir os barulhos da natureza onde após um tempo se vira em minha direção um tanto preocupada mas também tendo admiração em seus olhos enquanto me olhava de forma curiosa dando para ver que havia uma pergunta para mim.
— Pode falar!
— Desde quando faz esse passeio filho? - pergunta a mãe
— Alteza, já está na hora! - disse o o guarda que dirigia a caroça
Minha mãe me olha ainda mais curiosa onde ofereço meu braço a ela e tomamos retorno no castelo onde respondo para minha mãe que isso havia se tornado uma rotina em que fazia isso todas as manhã e que ficava lá apenas uma horinha pois depois dava tempo de tomar banho, se arrumar e tudo até que a empregada em que eles mandava para me acordar batesse na minha porta deixando a minha mãe surpresa com essa minha revelação onde tive que me conter para não rir da cara em que a mesma estava fazendo.
Logo chegamos de volta no castelo onde me despedi da mãe e fui rapidamente até meu quarto, fechando a porta devagar indo tomar banho em que após finalizar, me arrumei e logo que acabei a empregada bateu e eu saio de lá piscando para minha mãe em que tentava se segurar para não rir e onde eu estava feliz por ter conseguido devolvido o bom humor para minha mãe em que horas atrás estava um tanto abatida.
Os dias se passaram e as responsabilidades do castelo estavam demais no entanto um dia pude dar um passeio em pleno dia onde iria acompanhar minha mãe em um chá da tarde sendo que na verdade era apenas uma desculpa para poder sair um pouco do castelo tendo apenas um combinado com ela sendo que eu tinha que retornar com a mesma para o pessoal do castelo não estranhar que a mãe estaria voltando sozinha, o que vindo da mesma era um pensamento bem experto e assim saímos onde ao chegar na parte que cada um toma seu caminho, me despedi da mãe após marcar um local de encontro para finalmente seguir um pouco meu passeio.
As ruas estavam mocimentadas tendo gente correndo de lá para cá, falando com outros, em ligação ou com ninguém onde de longe avistei uma garota chorando que simplesmente atravessou a rua sem nem olhar o sinal que estava preste a ser atropelada onde o carro tentou desviar acabando batendo num posto acabando pegando fogo ficando muito próximo da menina então sem pensar duas vezes corri até a mesma, peguei ela pra cintura e joguei a gente até a calçada pegando-a de surpresa e tendo apenas tempo de tirar a gente de lá até que o carro explodisse onde após perceber o que aconteceu acabou desmaiando em meus braços me deixando sem saber o que fazer pois a hora de encontrar minha mãe para retornamos ao castelo já estava chegando portanto não podia deixar a menina nesse estado assim.
— Quer saber, você vem com a gente!
Enquanto pego a menina no colo, converso comigo mesmo, sem me preocupar com os machucados nos cotovelos e joelhos, e retorno até o ponto de encontro. Ao me ver, minha mãe fica surpresa com o que está diante dela. Explico toda a situação para ela, que escuta atentamente enquanto observa a menina, agora preocupada.
— Mas como que atravessa sem olhar? - pergunta minha mãe
— Não sei, só sei que ela estava chorando e muito!
explico a situação para minha mãe, pego ela no decidimos levar a menina para casa e cuidar de seus ferimentos. No caminho, ela começa a abrir-se, contando-nos sua história com olhos cheios de lágrimas. Ao chegar em casa, preparamos um curativo para seus ferimentos e oferecemos um lugar seguro e acolhedor para ela ficar.
Deito a menina onde estava sentada quando vim e sento ao lado da minha mãe onde pedi para ela que cuida dos meus machucados para não ter que pedir a nenhuma empregada e acabando levando suspeita e assim olho para a menina deitada onde apenas pelo olhar da minha mãe pude entender a preocupação ao respeito do meu pai portanto já sabia exatamente o que fazer para que isso não se tornasse problema onde assim avisei a mãe para confiar em mim e não se preocupar, tomando caminho até o hospital mais próximos onde que assim que chegamos chamei um médico pedindo que a menina que estava trazendo tivesse o melhor quarto do mundo em que paguei tudo que precisava pagar, acompanhando a menina em que descobri que se chamava Laura e que algo no meu coração dizia que era ela a minha alma-gemea.
Mas naquele momento a única preocupação que tinha era saber se ela estava bem para assim tomar o caminho de volta ao castelo onde antes de sair eu dei meu número pessoal pedindo para qualquer notícia a respeito da Laura que eu estivesse comunicado enquanto no caminho de volta compartilho para a minha mãe que algo em mim gritava que ela era a certa acabando pegando a minha mãe de surpresa mas que a mesma ficou super feliz por mim e onde eu iria focar em fazer tudo que eu tinha para fazer para poder visitá-la diariamente no hospital para saber como Laura estava e curioso ao mesmo tempo por que uma moça tão bonita estaria chorando daquele jeito pois ao meu ver não tinha nada para chorar mas também quem era eu para dizer ou opinar se nem a história completa eu tinha.
Chegamos finalmente de volta ao castelo, onde encontro nosso pai de braços cruzados, o que sabia significar que a hora havia chegado. Sim, um mês já havia se passado, e para ser sincero, também achei que passou rápido. Virei para ambos dos meus pais com um sorriso no rosto, o que surpreendeu meu pai, pois não esperava a notícia que eu estava lhe trazendo. Estava feliz por escapar de um casamento em que sabia que não daria certo desde o começo e por ter tido a oportunidade de conhecer a menina que logo se tornaria minha esposa.
— Não irei me casar com a princesa Catarina, pois encontrei minha alma gêmea e não vou trocar meu amor por nada.