A gente ficou ali, naquele restaurantezinho charmoso, num canto da cidade que nem sei direito como achei — talvez o GPS tenha guiado, talvez o coração, vai saber. A luz era baixinha, ambiente aconchegante, e a risada da Ayla… ah, essa sim, fazia o lugar todo parecer mais vivo. A conversa ia de um assunto pro outro, sem pressa, sem esforço. A gente se provocava, rindo o tempo todo. — “Cê sabe que esse seu jaleco de enfermeira aí não engana, né?” Ela franziu a testa, curiosa. — “Como assim?” — “Sei lá… parece que você é agente secreta da saúde. Eu aposto que por trás daquele jaleco tem uma capa da Mulher-Maravilha.” Ela jogou a cabeça pra trás e riu daquele jeito solto, gostoso. — “Você é muito bobo, Dante!” — “Bobo nada, tô investigando. Quero provas!” Ayla ria tanto que chegou a b

