A cidade de Nápoles dormia sob uma calma enganosa. Nos becos estreitos, sob as sombras das construções antigas, homens armados se moviam como espectros. Era o início da operação que marcaria o jogo decisivo contra Sofia. Isabella, dentro de um dos veículos blindados, observava o monitor tático à sua frente. Cada ponto verde indicava um aliado posicionado. O plano era preciso: infiltração silenciosa, neutralização dos guardas e apreensão dos documentos que ligavam Sofia aos aliados políticos. Nada podia sair errado. Alessandro estava ao seu lado, calado. Seu olhar era uma tempestade prestes a romper. O peso da liderança, da proteção e do amor por Isabella o mantinha em constante alerta. — Está pronta? — ele perguntou sem tirar os olhos da tela. — Sempre estive — ela respondeu, mais para

