bc

Meu Louco Possessivo - Crazy Rossi

book_age18+
422
FOLLOW
5.4K
READ
reincarnation/transmigration
family
HE
fated
forced
opposites attract
second chance
friends to lovers
playboy
badboy
confident
boss
heir/heiress
blue collar
drama
sweet
bxg
lighthearted
kicking
bold
city
office/work place
childhood crush
enimies to lovers
war
sassy
addiction
like
intro-logo
Blurb

Meu Louco Possessivo

Milena sabia que deveria correr ao perceber o interesse de Damon Rossi, um homem notoriamente perigoso, obsessivo e... irresistível. Fugir dele parecia a única solução, até o dia em que isso deixou de ser uma opção. Agora, sequestrada e presa em uma mansão isolada, Milena terá que enfrentar os desejos sombrios de Damon - e as próprias emoções que ele desperta nela.

Damon sempre conseguiu tudo o que quis, e desta vez seu coração está estabelecido em uma única mulher. Para ele, Milena é a única, e ele faz de tudo para tê-la ao seu lado, não importa o preço. Mas até onde a obsessão pode ir antes de se transformar em amor verdadeiro?

Em meio a jogos de poder, ciúmes, sedução e batalhas emocionais intensas, Milena e Damon se encontram em um turbilhão de sentimentos que vai além da lógica. Será que Milena poderá resistir ao charme perigoso de Damon ou ao destino deles já está selado?

Prepare-se para uma história explosiva, onde paixão e loucura andam de mãos dadas, com reviravoltas de tirar o fôlego. "Meu Louco Possessivo" vai prender você até a última página.

chap-preview
Free preview
Festa
Milena narrando Saio do táxi com minha amiga e entramos na enorme festa. Vim como acompanhante dela, já que Bruna é secretária do dono da empresa e também cunhada dele, confuso eu sei, mas ela está em um relacionamento com o irmão do grande chefe. Somos melhores amigas e vizinhas. Desde que nos conhecemos, eu adorei essa maluca e nunca mais nos separamos. Ela me puxa para uma direção e eu só sigo, admirada com a beleza do salão. — Bruna, para de me puxar! — Foi m*l, só queria evitar a namorada do Damon. — Quem? — Meu chefe. Bem, não é namorada. É mais uma mulher que ele chama... eles transam e ele paga. — Garota de Programa? Porque receber depois né… — Tipo, mas acho que não exatamente. Cadê o Gabe? Ele disse que seria o primeiro a chegar com o pai, por isso vim com você. — Amiga, esse tipo de festa não tem música não? — Não. É uma comemoração, mas só uma desculpa para arrumar novos sócios e compradores, bom pra quase todos. — Oi, Bruna — um cara se aproxima de nós, mas ele só olha para mim. É bem bonito, mas tem cara de cafajeste. — Oi, senhor Damon. Amiga, esse é meu chefe. — E cunhado. Qual é o seu nome, mia bella? — Milena — ele tenta pegar minha mão, mas eu puxo. — Você trabalha em quê, Milena? É da empresa? — Sou médica. — Ah, muito bom. Em qual hospital? — Senhor, desculpe interromper, mas preciso procurar seu irmão, e ela tem que vir comigo — Bruna fala, me puxando para longe. — O que foi, amiga? — Digamos que é melhor fugir dele. Ele é estilo o Gabe: obsessivo, controlador, possessivo, ciumento... um italiano das lendas do Wattpad. — Meu Deus, amiga, Deus me livre. — Pois é, eles falam que quando acham a mulher certa, sabem que é ela. Fazem o que for preciso para tê-la, inclusive sequestro. Então, melhor cortar de vez. — E você trabalha pra ele mesmo assim? — Sim, só tive problemas quando o Gabriel me viu e já queria casar. Você lembra como foi quando ele me sequestrou. Agora ele praticamente mora na minha casa, mas o irmão dele me respeita, eu que não dou trela. — Mas o Gabe é incrível. — Ele é, sim. Só... só muito italiano. O Gabriel chega e já beija a Bruna. Eu me viro para não ficar encarando. Um garçom passa e pego uma taça de champanhe. Bebo e faço careta, pois não costumo beber álcool, peguei por impulso. — Amiga, onde consigo algo que não seja alcoólico? — pergunto, quando vejo que eles se separaram. — No bar, vamos. — Amor, eu quero te apresentar a uns amigos. Espera, não acredito que você veio com esse vestido curto. — Que curto nada! A Bruna tá é parecendo uma múmia com esse vestido — eu defendo, e ele ri, concordando com a cabeça. — Para, gente! Eu gostei — ela fala, mas também dá risada. — Amiga, é lindo. — Vocês vão conversar com outras pessoas, mas eu não quero ficar sozinha. Acho que vou embora. — Eu vou te apresentar pra minha mãe, Milena, e peço um suco pra você — Gabriel fala. Eu assinto e eles vão andando na frente. Eles param em uma mesa, onde estão um casal de uns 50 anos. Que casal lindo! — Milena, esses são meus pais, senhor e senhora Rossi. Família, ela é amiga da Bruna. Vou deixar ela aqui e dar uma volta com minha mulher. Vou pedir seu suco — ele fala rápido e sai. — Ai, meu Deus, estou me sentindo um pet — digo, envergonhada. — Não fica assim, meu bem. Senta aí, vamos conversar. Meu nome é Júlia — ela diz, e eu sento. — Você é amiga da minha nora há quanto tempo? — o senhor Rossi pergunta. — Há uns quatro anos, desde que me mudei. Damon chega à mesa e senta uma cadeira de distância. — Por que se mudou, Milena? — ele pergunta, e eu fico envergonhada, já que ele me olhava como se estivesse vidrado em mim. — Porque eu estava terminando a faculdade e era uma boa localização, perto do parque também. Adoro o ar livre. — Milena, você namora? — o sogro da Bruna pergunta, intercalando o olhar entre mim e seu filho. — Não, senhor. Acho que vou ao banheiro — digo, desconcertada. — Fica! Quer dizer... pai, você deixou ela com vergonha. Não vamos mais fazer isso hoje, Milena, eu prometo — Damon diz, segurando minha mão. Um garçom chega com o suco e eu solto minha mão para pegá-lo. Bebo e vejo que os pais dele olham para Damon, e ele para mim. Dou um sorrisinho, e ele sorri de volta. — Não quer champanhe? — dona Júlia pergunta. — Ah, eu não gosto. Na verdade, não bebo nada com álcool. — Isso é raro. Normalmente as pessoas têm problemas para parar. — Verdade — digo, abaixando a cabeça, pela falta de assunto. — Milena, já que você é melhor amiga da Bruna, é da família. Está convidada para jantar lá em casa amanhã — o senhor Rossi fala. — Amanhã não dá, mas obrigada pelo convite. Vou estar de plantão no hospital. — Você conhece nossa empresa? — ele pergunta, tentando quebrar o silêncio. — Na verdade, não. — Bem, nossa empresa é de construção. Construímos casas, prédios, empresas, restaurantes... e também decorações. Fazemos o serviço completo — o senhor Rossi fala, orgulhoso. — Muito legal — digo, sem saber o que acrescentar. — Está com fome? Quer sair para jantar? — Damon pergunta, e um dos seus pais o chuta, porque escuto o barulho e vejo sua cara de bravo na direção deles. — Com licença, vou ao toalete. Me levanto e ando na direção do banheiro, mas na muvuca consigo sair sem ser vista. Eu não vou ficar aqui, vou deixar a Bruna curtir também. [...] Pego um táxi que estava parado e peço para ir ao McDonald's perto de casa. Passamos no drive-thru e eu pago. Compro um combo para o motorista também. Chegando em casa, fico com dó de tirar meu vestido. Ele é tão lindo! Mas, mesmo assim, o tiro. De lingerie, como e escovo os dentes. Tomo um banho e, do jeito que vim ao mundo, me deito na cama. Penso naquela família doida e agora entendo o porquê de eles terem feito tantas perguntas. Só não querem um oportunista por perto. Nossa, fui uma i****a! Tirando a parte do Damon... ele sim tinha outras intenções. Mas eu não quero um louco possessivo na minha vida. Nunquinha!

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

O Lobo Quebrado

read
127.5K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

De natal um vizinho

read
14.0K
bc

A Vingança da Esposa Desprezada

read
4.6K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Menina Má: Proibida Para Mim

read
1.7K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook